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Etapas do Planejamento

A figura abaixo apresenta as principais etapas do planejamento estratégico do Conselho Nacional de Justiça - CNJ. Para maior detalhamento, clique sobre cada etapa da figura.

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Análise das Diretrizes da Presidência

O Departamento de Gestão Estratégica – DGE realizou análise inicial das diretrizes instituídas pelo Presidente do Conselho, por meio da Portaria nº 16, de 26 de fevereiro de 2015, e, em conjunto com as unidades do CNJ, buscou formas de implementá-las.

As diretrizes segundo a Portaria nº 16, de 26 de fevereiro de 2015, são:

I - fortalecer a atuação do Conselho Nacional de Justiça no âmbito do planejamento estratégico e da análise e solução de problemas que afetam o Judiciário;

II - intensificar as relações institucionais do Conselho Nacional de Justiça com os demais Poderes e com outras instituições essenciais à administração da Justiça, com vistas à busca de convergências de esforços;

III - impulsionar o uso de meios eletrônicos para a tomada de decisões;

IV - desestimular as ações de índole temerária ou protelatória, mediante os meios legais disponíveis;

V - incentivar a efetiva comunicação e o compartilhamento de informações processuais entre os órgãos do Poder Judiciário, para, entre outros, aperfeiçoar os filtros da repercussão geral e dos recursos repetitivos e seus diagnósticos;

VI - potencializar a desjudicialização, por meio de formas alternativas de solução de conflitos, compartilhando, na medida do possível, com a própria sociedade, a responsabilidade pela recomposição da ordem jurídica rompida;

VII - contribuir com o desenvolvimento da Justiça Restaurativa;

VIII - colaborar com a elaboração de atos normativos que promovam a celeridade processual, o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional e a melhoria das condições de trabalho dos juízes;

IX -  desenvolver uma política criminal judiciária para o sistema penitenciário e socioeducativo, tendo por pilares a concretização e a efetividade de direitos, e o combate à cultura do encarceramento desnecessário, em especial, nas prisões provisórias;

X - realizar estudo sobre as condições de saúde da população carcerária;

XI - manter permanente interlocução com os juízes de todos os graus de jurisdição e com os tribunais do País;

XII - envidar esforços para a permanente valorização dos magistrados e dos servidores do Poder Judiciário.

  

Consulta Pública Interna

Esta etapa consistiu em consulta a todo o CNJ, realizada entre 14 e 24 de abril de 2015, por intermédio de questionário eletrônico, para que as pessoas pudessem dar sugestões ao planejamento estratégico.

Obteve-se, com o questionário, 125 sugestões de objetivos estratégicos advindas de 41 servidores.

 

Reuniões Temáticas: Formulação dos Objetivos Estratégicos

Os gestores das áreas técnicas (unidades) foram convidados a participar da elaboração de propostas dos objetivos estratégicos, a serem perseguidos pelo CNJ, quanto aos principais desafios que o Conselho deverá enfrentar.

As reuniões temáticas ocorreram entre os dias 13 e 15 de maio de 2015.

 Durante a primeira reunião temática, realizada no dia 13/05/2015, foram debatidos os seguintes temas:

  • Diagnóstico e Gestão Estratégica;
  • Orçamento, Finanças e Infraestrutura.

Na segunda reunião temática, realizada no dia 14/05/2015, foram debatidos os seguintes temas:

  • Comunicação Institucional;
  • Tecnologia da Informação e Comunicação.

Na última reunião temática, realizada no dia 15/05/2015, foram debatidos os seguintes temas:

  • Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida no Trabalho;
  • Inovação e Sustentabilidade.

Nas Reuniões Temáticas foram propostos 26 objetivos estratégicos. Após a realização das reuniões, o Departamento de Gestão Estratégica - DGE analisou as propostas de objetivos estratégicos e os submeteu aos gestores que teriam maior relação com o cumprimento dos objetivos estratégicos propostos para análise de viabilidade.

 

Análise da Viabilidade da Estratégia

Por meio de questionário eletrônico, as áreas técnicas - que tinham relação com o cumprimento dos objetivos - foram consultadas sobre a viabilidade da implementação dos respectivos objetivos estratégicos propostos.

Essa implementação foi considerada viável pelos gestores, de acordo com o resultado da consulta.

 

Definição de Valores Organizacionais

Os servidores do CNJ foram convidados a participar de reunião para identificação dos valores organizacionais. Essa etapa foi realizada pelo Departamento de Gestão Estratégica em conjunto com a Secretaria de Gestão de Pessoas.

A partir dos resultados colhidos no evento, procedeu-se a análise do conteúdo semântico das descrições dos valores sugeridos e - após consolidação - foram obtidos os seguintes valores organizacionais: responsabilidade socioambiental; integração; transparência; comprometimento; valorização das pessoas e coerência.

 

Validação da Estratégia

O Presidente do Conselho Nacional de Justiça realizou análise e validou a estratégia proposta. 

 

Análise e Aprovação

Durante a realização da Sessão Plenária do dia 15/12/2015, a estratégia do CNJ 2015-2020 foi analisada e aprovada pelo Plenário do Conselho Nacional de Justiça, conforme previsto no inciso XIV do art. 4º de seu Regimento Interno.

O Plano Estatégico do Conselho Nacional de Justiça foi instituído por meio da Portaria nº 167, de 15 de dezembro de 2015.

 

Desdobramento da Estratégia

O DGE, em conjunto com as áreas técnicas, vem realizando o desdobramento da estratégia por meio de indicadores, metas, programas, projetos, ações etc., conforme determina o art. 2º, inciso V,  da Portaria nº 167/2015.

 

Acompanhamento da Estratégia

O Departamento de Gestão Estratégica realizará, de forma participativa, o acompanhamento da estratégia desdobrada em parceria com às áreas técnicas por meio de Reuniões de Análise da Estratégia, Reuniões Setoriais e consultorias.

 Nas Reuniões de Análise da Estratégia é feito o acompanhamento dos resultados por meio da medição dos indicadores e verificação do cumprimento das metas e o desenvolvimento dos projetos. A partir dos dados apresentados, faz-se uma análise colegiada das informações, sendo possível:

 - Representar de forma mais clara o monitoramento e gerenciamento do desempenho da estratégia de longo prazo;

 - Facilitar o entendimento, análise e discussão do desempenho estratégico atual e passado da organização;

 - Tomar decisões que impactarão favoravelmente o desempenho futuro;

 - Assegurar que haja uma visão compartilhada da habilidade da organização de executar sua estratégia;

Propor ajustes e outras medidas necessárias ao alcance dos objetivos estratégicos. 

As RAEs devem ser realizadas nos vários níveis de decisão. Normalmente, as RAEs das unidades operacionais e de apoio precedem as RAEs dos níveis superiores de decisão.