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Santa Catarina 13.06.2011 - Inspeção no presídio Pedro de Alcantara.foto: Gláucio Dettmar/ag.cnj
Santa Catarina 13.06.2011 - Inspeção no presídio Pedro de Alcantara.foto: Gláucio Dettmar/ag.cnj

No dia 25 de novembro, a Cadeia Pública de Formoso do Araguaia ganhou mais duas celas para distribuir melhor os detentos. A iniciativa partiu do juiz, titular da comarca, Luciano Rostirolla, com ajuda de doações da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), comunidade local, empresários e verbas de penas restritivas.

Na entrega das melhorias, além do magistrado Luciano Rostirolla, estiveram presentes a desembargadora Ângela Prudente, o representante da OAB, Guilherme Gama, a defensora pública, Franciana Di Fátima, o promotor de Justiça, Gustavo Shult Júnior, o diretor da cadeia pública, Rogério Messias, e a oficial de justiça que acompanhou todo o processo de construção das celas, Thatianne Rodrigues. Segundo o titular da comarca, essa é uma forma mais humanizada de atender a demanda já existente. "Assim vamos proporcionar condições adequadas aos presos e cumprir as leis de execuções penais", assegurou.

A desembargadora Ângela Prudente reconheceu a iniciativa. “É uma forma de contribuição que o Judiciário e a população encontraram de dar condições mais dignas para as pessoas que cumprem pena”, disse. Segundo o juiz Luciano Rostirolla, são cerca de 30 detentos para as quatro celas já existentes. A obra, que durou cerca de 85 dias, contou também com a ajuda de voluntários. "A construção foi um importante ganho, visto que temos 12 presos em regime fechado e 9 em regime semiaberto, fora os provisórios", afirmou o diretor da penitenciária, Rogério Messias.

Reeducação - A oficial de justiça Thatianne Rodrigues ressalta que a intenção do Poder Judiciário foi proporcionar melhores condições de vida aos presidiários e não aumentar o número de internos. Recentemente, a Comarca de Formoso do Araguaia também implantou um projeto que visa a reeducação dos detentos. As aulas acontecem duas vezes por semana, dentro da própria cadeia em uma sala específica para esse fim.

Fonte: TJTO


Tópicos: TJTO,sistema carcerário e execução penal,mutirão carcerário,justiça criminal