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Por dois dias, equipe do conselho acompanhou projetos locais, inclusive de inteligência artificial (Divulgação/TJRO)
Por dois dias, equipe do conselho acompanhou projetos locais, inclusive de inteligência artificial (Divulgação/TJRO)

As inovações tecnológicas do Judiciário de Rondônia atraíram uma comitiva do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), interessada na expertise do Tribunal de Justiça de Rondônia. A visita ocorreu dias 4 e 5 de outubro e serviu para cumprir uma extensa pauta relacionada a projetos implementados no TJRO.

A equipe recebeu, no primeiro dia da visita, as boas-vindas do Secretário de Tecnologia de Informação e Comunicação do TJRO, Sidnei Feliciano, que acompanhou de perto os trabalhos. A programação proporcionou aos visitantes conhecer, por exemplo, o Projeto Sinapses/Crânium, de Inteligência Artificial, governança de TIC no TJRO, estruturas de desenvolvimento de sistemas, Qlik Sense, estruturas de desenvolvimento e tecnologias utilizadas no sistema.
O CNJ aproveitou também para apresentar aos analistas nova versão do sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe), que permite facilidade de uso e que cada vez mais vem se tornando uma ferramenta acessível e colaborativa.
Integrando a equipe de visitantes estavam o Diretor do Departamento de Tecnologia de Informação e Comunicação, Luiz Antônio Garcia; o Secretário-Geral do Conselho Nacional de Justiça, Carlos Vieira von Adamek; o Juiz Auxiliar da Presidência do CNJ, Bráulio Gabriel Gusmão e dois servidores das áreas de Infraestrutura e Programação.
O Diretor de Tecnologia de Informação e Comunicação do CNJ, Luiz Antônio Garcia, fez um balanço sobre a visita no TJRO, considerando positivo o encontro. “A visita foi extremamente produtiva. Percebemos logo de início a aplicabilidade e expansibilidade dessas plataformas de inteligência artificial para todos os tribunais do Brasil. O CNJ veio num esforço de fazer uma orquestração entre todos as instituições, buscando aplicações que podem ser úteis para um contexto nacional”, argumentou.
O grupo de juízes auxiliares do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) conheceu o “Eolis”, Sistema de Acompanhamento das Unidades de 1º Grau de Jurisdição. O corregedor-geral da Justiça de RO, José Jorge Ribeiro da Luz e a equipe do Departamento Judicial (Dejud) e do Núcleo de Aprimoramento (Nuapri) da CGJ apresentaram nuances do sistema.edit CNJvisitaStic4O secretário-geral do CNJ, Carlos Vieira Von Adamek explicou que conhecer as ferramentas do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) pode resultar em ampliação nacional. “Nós viemos para conhecer uma série de ferramentas tecnológicas que achamos ter o potencial de serem utilizadas em todo o âmbito da Justiça. Para isso, vamos tabular as iniciativas que podem vir a integrar um sistema maior no CNJ”, disse.
O secretário de tecnologia da informação do CNJ, Luiz Garcia, disse que o plano é da área de tecnologia da informação do CNJ é garimpar todas as boas práticas de tecnologia no Brasil inteiro e disseminar essas práticas em outros tribunais. “A ideia é criarmos um sistema central, a partir do Pje, com várias soluções satélites. Nos próximos dias 16, 17 e 18 faremos um evento em Brasília com a presença de todos os tribunais para começar a compor essa rede de governança colaborativa de todos os Tribunais do Brasil em prol de todo o Judiciário brasileiro”, explicou. Na Corregedoria, o diretor do Nuapri, Ricardo Andrade, explicou nuances do Eolis, um sistema modular que possui módulos de “Monitoramento” e “Produtividade” das Varas Judiciais, além de possibilitar a “Correição” Digital. Atualmente o sistema também contará com o módulo de “Rankeamento” das unidades judiciais. “O objetivo inicial do Eolis era proporcionar o aumento da celeridade das unidades e oferecer transparência. O Eolis reflete os dados de origem dos sistemas utilizados pelas Varas: Projudi, SAP e Pje. Todos os dados são extraídos e unificados em um banco de dados e o Eolis faz a leitura desses índices e transforma em relatório”, explicou o diretor. A diretora de correição judicial, Jaiane Morona, contou aos magistrados os benefícios obtidos com o Eolis. “Com o Eolis, não precisamos ir até a Vara para ter um panorama de toda a unidade. Ele nos possibilita uma correição mais criteriosa e rápida, além de oferecer informações como a distância entre as pautas, tempo de arquivamento, dentre outros”, explicou. O diretor do Dejud, Rodolfo Teixeira, expôs que o Eolis possibilitará à Corregedoria realizar a correição judicial em todas as unidades do Estado. A previsão é que para o ano de 2019, as correições físicas sejam aplicadas em varas específicas. “Com os dados, poderemos ir não só como ato de inspeção, mas também com um plano de orientação para a unidade”, ressaltou.

Fonte: TJRO


Tópicos: Processo Judicial Eletrônico (PJe)

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