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Tribunal segue o CNJ, que firmou acordo com órgãos para cadastro biométrico de detentos (Itawi Albuquerque/TJAL)
Tribunal segue o CNJ, que firmou acordo com órgãos para cadastro biométrico de detentos (Itawi Albuquerque/TJAL)

Nesta terça-feira (16), o supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) e vice-presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), desembargador Celyrio Adamastor Tenório Accioly, esteve reunido com representantes de unidades prisionais para discutir detalhes da implantação do sistema biométrico em todas as unidades do estado.

No último dia 9, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e órgãos do Executivo assinaram um acordo para promover o cadastro biométrico de todos os presos brasileiros. A iniciativa é do ministro Dias Toffoli, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de promover melhorias no sistema penal do país.
Em janeiro deste ano, o Judiciário alagoano, por meio do GMF, deu início ao cadastramento biométrico com as presas no Presídio Feminino Santa Luzia. Em março foi a vez dos reeducandos do Núcleo Ressocializador da Capital e em maio, foi realizado o cadastramento biométrico no Presídio de Segurança Máxima, localizado no bairro Tabuleiro do Martins, em Maceió.
O desembargador Celyrio Adamastor destacou o papel importante de Alagoas como um dos estados pioneiros na biometria de reeducandos, que reforça a segurança e evita possíveis fraudes no sistema prisional. “Alagoas saiu na frente na biometria, e o motivo dessa reunião hoje é justamente acelerarmos esse processo nas outras unidades prisionais”, explicou o desembargador.
A próxima unidade a ter a instalação do cadastramento biométrico é o Presídio de Segurança Máxima do Agreste, em Girau do Ponciano, no dia 26 de outubro. Para o chefe de Tecnologia da Informação do presídio, Gleydson Galindo, o sistema colabora para o trabalho dos reeducandos.
“O que vale hoje na vida carcerária de alguém, para tentar fazer com que a pessoa não se reincida, é trabalhar em cima de cada perfil. Quando as pessoas chegam lá, com várias identidades, você não tem como trabalhar em cima disso”, destacou Gleydson.
Estiveram presentes na ocasião, representantes do Presídio Santa Luzia, do Núcleo Ressocializador da Capital, e do Presídio de Segurança Máxima, todos com o sistema biométrico implantado.

Fonte: TJAL


Tópicos: sistema carcerário e execução penal