<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>cnj, Author at Portal CNJ</title>
	<atom:link href="https://wwwh.cnj.jus.br/author/cnj/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Conselho Nacional de Justiça</description>
	<lastBuildDate>Tue, 18 Aug 2020 15:24:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.5.3</generator>

<image>
	<url>https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2020/06/Favicons-Portal-CNJ-1-36x36.jpg</url>
	<title>cnj, Author at Portal CNJ</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Corregedoria solicita informações sobre desembargador investigado na Operação Serviço Sério</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/corregedoria-solicita-informacoes-sobre-desembargador-investigado-na-operacao-servico-serio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[cnj]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2019 13:04:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Corregedoria Nacional de Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[TJAP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=503</guid>

					<description><![CDATA[<p>O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, solicitou à ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o compartilhamento de informações do processo em que realiza a “Operação Serviço Sério”, relativamente ao desembargador Manoel Brito, do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP). No ofício encaminhado à ministra do STJ, Humberto Martins cita notícia [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/corregedoria-solicita-informacoes-sobre-desembargador-investigado-na-operacao-servico-serio/">Corregedoria solicita informações sobre desembargador investigado na Operação Serviço Sério</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, solicitou à ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o compartilhamento de informações do processo em que realiza a “Operação Serviço Sério”, relativamente ao desembargador Manoel Brito, do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP).</p>



<p>No ofício encaminhado à ministra do STJ, Humberto Martins cita notícia veiculada em sítio eletrônico do Diário do Amapá que revela o suposto envolvimento do magistrado em possível prática de crimes em decisões junto ao TJAP.</p>



<p>O pedido do corregedor nacional dá-se para fins disciplinares.</p>



<p><em>Corregedoria Nacional de Justiça</em></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/corregedoria-solicita-informacoes-sobre-desembargador-investigado-na-operacao-servico-serio/">Corregedoria solicita informações sobre desembargador investigado na Operação Serviço Sério</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Corregedoria lança projeto-piloto do PJeCor no Rio Grande do Norte</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/corregedoria-lanca-projeto-piloto-do-pjecor-no-rio-grande-do-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[cnj]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2019 13:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Corregedoria Nacional de Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[TJRN]]></category>
		<category><![CDATA[Processo Judicial Eletrônico (PJe)]]></category>
		<category><![CDATA[PJeCor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=500</guid>

					<description><![CDATA[<p>A corregedoria nacional de Justiça lançou nesta segunda-feira (15/7), no Rio Grande do Norte, o projeto-piloto do Processo Judicial Eletrônico das Corregedorias (PJECor), sistema que vai integrar todos os órgãos correicionais de Justiça do país e possibilitar a tramitação de processos em uma única plataforma.  A criação da nova ferramenta foi anunciada pelo corregedor nacional [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/corregedoria-lanca-projeto-piloto-do-pjecor-no-rio-grande-do-norte/">Corregedoria lança projeto-piloto do PJeCor no Rio Grande do Norte</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A corregedoria nacional de Justiça lançou nesta segunda-feira (15/7), no Rio Grande do Norte, o projeto-piloto do Processo Judicial Eletrônico das Corregedorias (PJECor), sistema que vai integrar todos os órgãos correicionais de Justiça do país e possibilitar a tramitação de processos em uma única plataforma. </p>



<p>A criação da nova ferramenta foi anunciada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, em 2018, durante o XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Foz do Iguaçu (PR).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Primeiro processo</strong></h4>



<p>Nesta segunda-feira, a Corregedoria Geral de Justiça do Rio Grande do Norte protocolou o primeiro processo no PJeCor. Participaram do lançamento, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), desembargador João Rebouças; o corregedor geral de Justiça do RN, desembargador Amaury Moura Sobrinho e a juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Nartir Weber, representando o corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins.</p>



<p>“Esperamos que essa ferramenta sirva de agilização e de transparência para todos que tem interesse nos processos que tramitam na nossa corregedoria”, afirmou o desembargador João Rebouças.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Celeridade e transparência</strong></h4>



<p>O presidente do TJRN destacou ainda que o PJeCor vai permitir mais celeridade para que a sociedade tenha uma resposta mais rápida por parte do Judiciário e também agradeceu o apoio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Corregedoria Nacional, através do ministro Humberto Martins.</p>



<p>Segundo a juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Nartir Weber, o RN foi escolhido pela sua Secretaria de Tecnologia ser muito avançada e também pelo apoio dado pelo tribunal e pelo desembargador Amaury Moura.</p>



<p>Ela afirmou ainda que a comunicação entre as corregedorias locais e a nacional vai permitir que o CNJ conheça mais de perto os processos, facilitando o trabalho e permitindo que a Corregedoria Nacional possa dar uma resposta mais eficiente, além de um melhor suporte às corregedorias locais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Outros tribunais</strong></h4>



<p>Nartir Weber aproveitou a oportunidade para transmitir os agradecimentos do ministro Humberto Martins ao TJRN, que se dispôs a receber o projeto.</p>



<p>“O que o ministro me pediu foi em primeiro lugar para agradecer ao presidente, ao corregedor e à Secretaria de Tecnologia da Informação e dizer que nós estamos trabalhando para unificar todos os procedimentos de todas as corregedorias do Brasil, não só na estadual, mas na federal e na Justiça do Trabalho para que possamos dar celeridade aos processos”, concluiu.</p>



<p>O PJecor será testado no RN no período de 15 de julho a 30 de agosto. Em seguida, o projeto-piloto também será implementado nos tribunais de Justiça do Rio de Janeiro, Pará, Bahia, Paraná, Paraíba, TRF1 e TRT9.</p>



<p>Corregedoria Nacional de Justiça</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/corregedoria-lanca-projeto-piloto-do-pjecor-no-rio-grande-do-norte/">Corregedoria lança projeto-piloto do PJeCor no Rio Grande do Norte</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Violência doméstica: RJ começa a aplicar questionário de avaliação de risco</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/violencia-domestica-rj-comeca-a-aplicar-questionario-de-avaliacao-de-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[cnj]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2019 12:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=487</guid>

					<description><![CDATA[<p>O questionário de avaliação de risco para vítimas de violência doméstica já está sendo oferecido às mulheres que buscam por socorro no Sistema de Justiça do Rio de Janeiro. Desde que a Resolução nº 284 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi publicada, em junho, 20 formulários já foram preenchidos, apenas no 1º Juizado de Violência Doméstica, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/violencia-domestica-rj-comeca-a-aplicar-questionario-de-avaliacao-de-risco/">Violência doméstica: RJ começa a aplicar questionário de avaliação de risco</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O questionário de avaliação de risco para vítimas de violência doméstica já está sendo oferecido às mulheres que buscam por socorro no Sistema de Justiça do Rio de Janeiro. Desde que a <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/atos-normativos?documento=2925">Resolução nº 284 </a>do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi publicada, em junho, 20 formulários já foram preenchidos, apenas no 1º Juizado de Violência Doméstica, que fica no centro da cidade. O documento apresenta perguntas sobre a vida da vítima e do autor da violência e visa proteger a mulher e até evitar um possível feminicídio.</p>



<p>Desenvolvido por especialistas e juízes, as questões contribuem para detectar com acuidade e técnica o grau de perigo que as vítimas estão, de fato, correndo. A violência doméstica é a causa de mais de um milhão de processos que tramitam na Justiça brasileira, dos quais 4 mil são de feminicídio, cometidos em âmbito familiar contra uma mulher, em geral, por companheiros ou ex-companheiros, de acordo com dados do CNJ.</p>



<p>Para o juiz auxiliar da presidência do CNJ Rodrigo Capez, que participou do Grupo de Trabalho que desenvolveu o formulário, a ferramenta auxiliará os magistrados na concessão de medidas protetivas de urgência, uma vez que ajuda a traçar o perfil do agressor, da vítima, e da própria relação entre os dois.</p>



<p>“[As respostas] permitirão aos juízes conhecer melhor a realidade dos casos específicos e adequar a atuação do Sistema de Justiça criminal. Com esses elementos, os magistrados estão mais capacitados para basear suas decisões, conceder medidas protetivas específicas, assim como elaborar um plano de proteção à vítima e a seus filhos”, afirmou.</p>



<p>Entre as 25 questões do questionário, estão: se o autor da agressão tem acesso a armas; se a mulher está grávida ou teve bebê a menos de 18 meses; se já houve alguma tentativa de suicídio por parte do autor da violência; se ele faz uso de drogas ou álcool; se os filhos já presenciaram as agressões; se o autor já ameaçou os filhos ou animais de estimação com o intuito de atingi-la, entre outros.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Diagnóstico individualizado </h4>



<p>Uma questão foi especialmente formulada para a realidade do Rio de Janeiro: se a vítima mora em área considerada de risco. “No Rio de Janeiro, há locais em que a Justiça não tem acesso. É importante que os órgãos de Justiça saibam se ela vive em um local dessa natureza, até mesmo para que possa lhe oferecer um abrigo, caso seja necessário”, disse o presidente do GT, Rogério Schietti, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>



<p>Para a juíza Adriana Ramos de Mello, titular do 1º juizado de violência doméstica do Rio, e membro do Grupo de Trabalho, o formulário “não é uma receita de bolo, mas permite um diagnóstico individualizado da situação de cada vítima porque pode mensurar o grau de periculosidade do agressor”.</p>



<p>Implantado nos 11 juizados de violência doméstica no estado, o formulário será levado às delegacias e casas-abrigo que formam a rede de proteção à mulher do Rio. “Queremos que o formulário se torne um documento cada vez mais conhecido e difundido para prevenção de casos mais agudos de violência, como o feminicídio”, afirmou Adriana Ramos.</p>



<p>Além do Rio de Janeiro, outros estados já trabalham com formulários de risco, como Distrito Federal, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Protocolo Violeta</h4>



<p>No Rio de Janeiro, além do formulário de risco, mulheres vítimas de violência doméstica têm acesso ao Protocolo Violeta/Laranja, que possibilita um atendimento com uma equipe multidisciplinar e, também, acelera a concessão da medida protetiva. Na avaliação dos juízes que trabalham com essa temática, a medida ajuda a melhor acolher e proteger a vítima.</p>



<p>“A atuação da equipe é importante para as vítimas e testemunhas compreenderem o que passaram. Muitas vezes elas chegam muito vulneráveis por todo o trauma sofrido e, na hora do depoimento em juízo, ficam muito inseguras e confusas. Esse atendimento prestado pelas psicólogas e assistentes sociais ajuda a acalmá-las e permite que identifiquemos com mais clareza a situação”, afirmou a juíza Elizabeth Machado Louro, titular da 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Convênios</h4>



<p>A coordenadora do Movimento de Combate à Violência Doméstica e Familiar no CNJ, conselheira Daldice Santana, lembra que os tribunais devem observar o artigo 8º da Lei Maria da Penha, que trata da articulação entre áreas setoriais. Segundo a magistrada, apesar das dificuldades financeiras encontradas pelos tribunais, há convênios em vigor, feitos pelo CNJ com instituições e universidades, que podem contribuir para as ações estaduais.</p>



<p>“Um exemplo é o protocolo de intenções firmado em 2017, entre o CNJ e o Conselho Federal de Psicologia (CFP), para dar assistência psicológica às mulheres em situação de violência doméstica e familiar, assim como de seus dependentes”, citou Daldice Santana.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Semana Paz em Casa</h4>



<p>O CNJ vem trabalhando, com várias ações, no combate à violência doméstica contra a mulher desde 2007. Em 2015, no âmbito dos tribunais estaduais, o órgão apoiou a criação da campanha Semana Justiça Paz em Casa, que visa ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006). A 14ª edição ocorrerá de 19 a 23 de agosto.</p>



<p>O projeto concentra esforços no julgamento de casos de feminicídio e no andamento dos processos relacionados à violência contra a mulher. O trabalho também conta com um olhar de prevenção à violência doméstica, com a realização de cursos voltados para o fortalecimento da questão de gênero e de combate à violência contra a mulher junto à sociedade civil.</p>



<p>A campanha faz parte da <a href="https://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/84438-cnj-institui-politica-judiciaria-nacional-de-combate-a-violencia-contra-mulheres">Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres no Poder Judiciário</a>  e conta com três edições por ano: em março, por conta do Dia Internacional da Mulher, em agosto, por ocasião do aniversário de sanção da Lei Maria da Penha, e em novembro, em alusão ao Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, marcado para o dia 25/11 pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/violencia-domestica-rj-comeca-a-aplicar-questionario-de-avaliacao-de-risco/">Violência doméstica: RJ começa a aplicar questionário de avaliação de risco</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
