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	<title>Manoella Martins, Author at Portal CNJ</title>
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	<description>Conselho Nacional de Justiça</description>
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	<title>Manoella Martins, Author at Portal CNJ</title>
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		<title>Toffoli visita tribunais mato-grossenses e recebe homenagem do governador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 01:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mantendo a programação de visitas aos tribunais estaduais, o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, esteve no estado do Mato Grosso nesta quinta-feira (18/7). A ideia dos encontros é estreitar laços com magistrados e operadores de Direito locais e ampliar a integração do Poder Judiciário. “Eu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mantendo a programação de visitas aos tribunais estaduais, o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, esteve no estado do Mato Grosso nesta quinta-feira (18/7). A ideia dos encontros é estreitar laços com magistrados e operadores de Direito locais e ampliar a integração do Poder Judiciário.</p>
<p>“Eu tenho procurado visitar todos os tribunais do País, nas capitais. Os tribunais de Justiça, do Trabalho, os tribunais Eleitorais e os tribunais Federais ou as seções judiciárias. Estamos fazendo isso pela importância que vemos, junto com a nossa equipe do CNJ e do STF, em ouvir as especificidades de cada local e ver no que podemos ajudar e o que podemos aperfeiçoar no relacionamento interpessoal, na atividade jurisdicional, no trâmite dos recursos”, explicou o presidente do CNJ que já visitou Bahia e Minas Gerais. “Essa interlocução é importante para atender o cidadão que busca a Justiça”, completou.</p>
<h4><strong>Comenda</strong></h4>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" alignright size-full wp-image-64403" style="float: right; margin: 5px;" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2019/07/02072ca109561f1f84e856a19abb21b9.jpg" width="350" height="199" />Tofolli esteve no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 23ª região, no TJMT, reunido com desembargadores e com o governador do Estado, Mauro Mendes. “No momento de retomada da confiança do povo nas instituições, é muito importante a harmonia entre os Poderes e a harmonia aqui impera”, enfatizou. Toffoli recebeu ainda a Medalha do Mérito Judiciário Desembargador José de Mesquita pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.</p>
<p>“Resolvemos conferir a honraria porque reconhecemos sua trajetória de trabalhos desempenhados na Justiça Brasileira. Todos nós presentes sabemos o momento importante e delicado que todo o país atravessa e é nesse momento que nós precisamos da grandiosidade das pessoas e das instituições”, explicou o governador.</p>
<p>Durante o evento, o presidente do TJMT, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, ressaltou a contribuição do presidente do CNJ em diversas frentes de atuação em prol do aprimoramento do sistema de justiça brasileiro. “Pelo Conselho Nacional de Justiça, o ministro trabalha intensamente para solucionar vários problemas que afligem o Poder Judiciário e a sociedade. Empreendeu uma nova e moderna sistemática de trabalho, construindo pontes entre os tribunais, estimulando o diálogo e incentivando a troca de experiências exitosas”, afirmou o presidente do TJMT.</p>
<p>“Faz dez anos desde a última visita de um ministro do STF ao nosso Estado. Receber o ministro Toffoli marca uma importante iniciativa de aproximar o Supremo dos tribunais brasileiros. O Brasil é um país de extensões geográficas grande e cada região possui suas peculiaridades. É muito importante que o ministro presidente do judiciário brasileiro conheça essas realidades”, destacou a presidente do Tribunal Regional do Trabalho do Mato Grosso, desembargadora Eliney Veloso.</p>
<p>O TJMT registrou em 2017 a menor taxa de congestionamento de sua série histórica (65%), percentual bem abaixo da média nacional no mesmo período (74%). O índice de produtividade dos magistrados também está bem acima da média nacional, 2.185 casos baixados por ano contra 1.897 no Brasil.</p>
<p>No caso do TRT da 23ª Região, que tem jurisdição no Mato Grosso, o índice de produtividade dos magistrados foi de 753 casos baixados por ano. O índice de atendimento à demanda atingiu o patamar de 119% em 2018, contra 95% no ano anterior. Já na Justiça Eleitoral (TRE-MT), esse percentual foi de 102% em 2018.</p>
<p>Ainda neste semestre o presidente do CNJ pretende visitar os estados do Ceará e Roraima.</p>
<p style="text-align: right;"> <em>Paula Andrade</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
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		<title>CNJ inicia discussão sobre uso de redes sociais por magistrados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 23:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Disciplinares / PAD RD e RevDis]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CN) iniciou na sessão da última terça-feira (25/6) a análise de uma proposta de regulamentação do uso de redes sociais pelos magistrados brasileiros. O projeto de ato normativo em discussão no Plenário é resultado de estudos realizados pelo grupo de trabalho instituído pela Portaria n. 91/2019, coordenado pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CN) iniciou na sessão da última terça-feira (25/6) a análise de uma proposta de regulamentação do uso de redes sociais pelos magistrados brasileiros.</p>
<p>O projeto de ato normativo em discussão no Plenário é resultado de estudos realizados pelo grupo de trabalho instituído pela Portaria n. 91/2019, coordenado pelo conselheiro e ministro Aloysio Corrêa da Veiga.</p>
<p>Segundo o voto do conselheiro, “o Grupo de Trabalho se preocupou em produzir uma normativa unificada, dotada simultaneamente de caráter pedagógico e disciplinar, com regras e recomendações claras e diversificadas voltadas à orientação e proteção dos próprios juízes”.</p>
<p>Estão presentes na normativa, recomendações de como o juiz deve se portar nas redes sociais, de modo a que restem preservados a integridade do Poder Judiciário e a confiança que a sociedade nele deposita.</p>
<p>“A premissa fundamental é a de que o juiz não é um cidadão comum. Em sua atuação profissional, goza das garantias da vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de subsídios, todas voltadas para a garantia de sua independência e imparcialidade”, disse o conselheiro. Para ele, a imagem do juiz se confunde com a do próprio Judiciário, e o que é dito – ainda que em perfil pessoal – nas redes sociais, pode produzir profundo impacto na percepção que a sociedade possui sobre a Justiça.</p>
<p>O relator foi acompanhado pelo conselheiro Valdetário Monteiro na sessão, que foi suspensa em seguida. O CNJ retomará a discussão após o recesso forense, em agosto.</p>
<p><strong><a href="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2019/06/0107156f46d179c415a4ddaf354431d5.pdf" target="_blank" rel="alternate noopener noreferrer">Clique aqui</a></strong> para acessar o voto do relator e <strong><a href="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2019/06/dfdafcb26ad861b6987008ea95844312.pdf" target="_blank" rel="alternate noopener noreferrer">aqui</a></strong> para acessar o projeto de resolução que estabelece parâmetros para o uso das redes sociais pelos membros do Poder Judiciário. </p>
<p>Outras versões dos textos não são reconhecidas pelo CNJ. </p>
<p>Agência CNJ de Notícias</p>
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		<title>Priorizar conciliação voltará a ser meta da Justiça comum em 2019</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/metas-e-encerramento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 00:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conciliação e Mediação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Nacional e Metas Nacionais do Poder Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional do Poder Judiciario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há três anos, o tema não figurava como meta da Justiça Estadual, ramo da Justiça que concentra o maior número de processos, magistrados e servidores. Recorrer à conciliação como meio para solucionar conflitos voltará a ser prioridade para os tribunais de Justiça em 2019. No ano que vem, os tribunais deverão aumentar o chamado índice [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há três anos, o tema não figurava como meta da Justiça Estadual, ramo da Justiça que concentra o maior número de processos, magistrados e servidores.</p>
<p>Recorrer à conciliação como meio para solucionar conflitos voltará a ser prioridade para os tribunais de Justiça em 2019. No ano que vem, os tribunais deverão aumentar o chamado índice de conciliação, como é chamado o percentual de acordos em relação ao total de decisões terminativas. De acordo com a meta aprovada terça-feira (4/12) no XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Foz do Iguaçu/PR, os tribunais de Justiça deverão elevar o índice de conciliação em dois pontos percentuais.</p>
<p>Pelo anuário estatístico mais recente do Poder Judiciário, o Justiça em Números 2018, o número de litígios resolvidos na Justiça pela via do acordo representou 10,7% do total de decisões definitivas proferidas pelos magistrados da Justiça Comum. O índice foi ligeiramente superior quando o percentual abrange todos os tribunais do Poder Judiciário: 12,1%. O método da autocomposição, como a estratégia da conciliação também é chamada, ganha força como meio de enfrentar a sobrecarga processual que adia o final dos conflitos levados à Justiça. Os 27 Tribunais de Justiça encerraram o ano de 2017 com 63,4 milhões de ações judiciais sem solução. O tempo médio que um processo ordinário passa na primeira instância é de, em média, três anos e sete meses.</p>
<h4>Ilícitos eleitorais</h4>
<p>Os presidentes de tribunais também aprovaram sete outras metas que vão ordenar a atuação dos tribunais no próximo ano. Uma delas incumbiu a Justiça Eleitoral de priorizar julgamentos de casos de “ilícitos eleitorais”, como o Caixa 2, entre outros. Instituída pela primeira vez em 2013, para outros ramos da Justiça, será uma meta inédita para os tribunais regionais eleitorais e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já que atualmente, promover mais julgamentos de improbidade e crimes contra a Administração Pública era atribuição de outros ramos da Justiça.</p>
<p>Ao final de 2019, os magistrados da Justiça Eleitoral deverão identificar e julgar 90% dos processos referentes às eleições de 2016 e 75% das ações relativas às eleições gerais deste ano.</p>
<h4>Violência doméstica</h4>
<p>Outra meta que mereceu destaque este ano foi a 8, relativa ao enfrentamento à violência doméstica e casos de feminicídio, que se tornou objetiva. No próximo ano, os juízes terão de identificar e julgar metade dos casos pendentes de julgamento relacionados a feminicídio distribuídos até 31/12/2018 e 50% dos casos sem julgamento relacionados à violência doméstica e familiar contra a mulher distribuídos no mesmo período.</p>
<h4><span style="font-size: 12.16px;">Metas nacionais</span></h4>
<p>As metas nacionais foram discutidas e aprovadas durante as plenárias setoriais, que reuniram na tarde de terça-feira (4/12) representantes de tribunais dos vários segmentos do Poder Judiciário. Durante a plenária final, o conselheiro Fernando Mattos leu apenas os temas e os principais objetivos das metas e listou quais tribunais deveriam seguir cada uma delas. </p>
<p>As metas nacionais servem para orientar as prioridades administrativas da cúpula dos tribunais durante o ano seguinte. Ao longo do ano, elas são discutidas em reuniões preparatórias entre autoridades do CNJ e dos diferentes tribunais. Ao final do ano, elas são votadas durante o Encontro Nacional do Poder Judiciário. Participam da votação presidentes e outros representantes dos órgãos que compõem a Justiça brasileira.</p>
<p>Logo após a aprovação das metas, o ministro Dias Toffoli, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, agradeceu a presença dos presidentes de tribunais no encontro e o apoio do Tribunal de Justiça do Paraná e do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região na organização do evento. </p>
<p>O presidente do CNJ afirmou que a aprovação das metas e o compromisso das cortes no cumprimento dos objetivos estabelecidos mostra que o Judiciário nacional está ciente e conectado com os anseios da sociedade nessas áreas de atuação.</p>
<p>“Nesses dois dias, tivemos a possibilidade de confirmar o quanto é importante o Poder Judiciário se mostrar unido. Não há Estado democrático de direito sem um Judiciário autônomo, independente e fortalecido”, concluiu.</p>
<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-60986" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2018/12/22ccf329882958d1cd750009e9967516.png" alt="files/conteudo/imagem/2018/12/22ccf329882958d1cd750009e9967516.png" width="100%" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Manuel Carlos Montenegro </em><br /><em> Thaís Cieglinski </em><br /><em> Agência CNJ de Notícias</em></p>
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		<item>
		<title>CNJ anuncia a criação de laboratório de inteligência artificial para o PJe</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/cnj-anuncia-a-criacao-de-laboratorio-de-inteligencia-artificial-para-o-pje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 22:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Processo Judicial Eletrônico (PJe)]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional do Poder Judiciario]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Inova PJe]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma Sinapses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Disciplinar o acesso aos dados depositados nos bancos de dados dos tribunais brasileiros e buscar soluções de ponta na gestão de tecnologia da informação: esses foram os assuntos tratados no painel Inteligência Artificial no Poder Judiciário, realizado na tarde desta terça-feira (4/12) durante o XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Foz do Iguaçu/PR. Ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12.16px;">Disciplinar o acesso aos dados depositados nos bancos de dados dos tribunais brasileiros e buscar soluções de ponta na gestão de tecnologia da informação: esses foram os assuntos tratados no painel Inteligência Artificial no Poder Judiciário, realizado na tarde desta terça-feira (4/12) durante o XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Foz do Iguaçu/PR.</span></p>
<p>Ao fazer a abertura do painel, o conselheiro Márcio Schiefler, presidente da Comissão Permanente de Tecnologia da Informação e Infraestrutura do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ressaltou a importância de o Poder Judiciário assumir o protagonismo nesta área. “Informação é poder. Vivemos em um país com uma vida altamente judicializada, quanto não valem as informações depositadas nos bancos de dados dos tribunais?”, questionou. Diante desse cenário, em que o setor privado oferece serviços gratuitos às cortes em troca do livre acesso às informações processuais, o conselheiro destacou a necessidade de que o CNJ, em cooperação com as cortes, assuma a liderança nesse novo campo.</p>
<p>Coube ao juiz auxiliar da Presidência do CNJ Bráulio Gusmão fazer um recorte, do ponto de vista de política judiciária, a respeito da inteligência artificial (IA). Para o magistrado, entre os inúmeros benefícios do uso desse recurso, a automação e a maior velocidade no andamento processual são os mais importantes.</p>
<p>A busca por soluções para tornar mais efetiva a execução fiscal no país, um dos maiores gargalos da Justiça brasileira, foi citada por Bráulio Gusmão como exemplo de oportunidade do uso da IA. O magistrado apresentou exemplos de ferramentas já desenvolvidas por cortes, como o sistema Victor, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o Sinapses, do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), e frisou a importância de o Poder Judiciário cuidar melhor dos seus dados.</p>
<h4>Tratamento dos dados</h4>
<p>As soluções de IA andam em paralelo com a ciência dos dados, disciplina que mostra como utilizar ferramentas, métodos e tecnologia para analisar, visualizar e tomar decisões. “Quanto maior a diversidade dos dados ou a falta de padronização na sua produção, maior será a dificuldade para aprendermos com eles, uma vez que será necessário um esforço prévio de ‘higienização’”, explicou Gusmão.</p>
<p>O alto custo da capacidade de processamento das informações, bem como a necessidade de formação de profissionais que possam trabalhar adequadamente nessas áreas fez o CNJ assumisse a frente desse processo. Além da consolidação do Processo Judicial Eletrônico (PJe) com o objetivo de que todos os tribunais caminhem para padronização dos dados e otimização de recursos, foi anunciada, como estratégia do CNJ para difusão dessa tecnologia, a criação de um laboratório de inteligência artificial para o PJe.</p>
<p>A iniciativa será desenvolvida por intermédio de convênio com o TJRO, que desenvolveu um sistema para criar modelos de IA na área de processamento de linguagem natural, aquela com maior aplicação no Judiciário.“O primeiro produto será entregue no primeiro semestre de 2019, que já é utilizado no Tribunal de Justiça de Rondônia e está sendo customizado para o PJe. É um gabinete inteligente para atuação dos magistrados”, detalhou Bráulio Gusmão.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Thaís Cieglinski</em><br /><em> Agência CNJ de Notícias</em></p>
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		<item>
		<title>Realidade “visceral”: como é a vida na cadeia superlotada</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/realidade-visceral-como-e-a-vida-na-cadeia-superlotada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 02:43:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional do Poder Judiciario]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Carcerário e Execução Penal / Justiça Criminal (DMF)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao colocar os óculos de realidade virtual, a pessoa é transportada para a cela superlotada de um presídio – 25 homens amontoados em um espaço de 3 metros por 3 metros –  e começa a compartilhar o drama daqueles presos. Durante dois minutos, é abordada por detentos que reclamam por atendimentos básicos, como uma informação sobre o seu processo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: 12.16px;">Ao colocar os óculos de realidade virtual, a pessoa é transportada para </span><span style="font-size: 12.16px;">a</span><span style="font-size: 12.16px;"> cela superlotada de um presídio</span><span style="font-size: 12.16px;"> – 25 homens amontoados em um espaço de 3 metros por 3 metros – </span><span style="font-size: 12.16px;"> e começa a compartilhar o drama daquel</span><span style="font-size: 12.16px;">es presos. D</span><span style="font-size: 12.16px;">urante dois minutos, é abordada por detentos que reclamam por atendimentos básicos, como uma informação sobre o seu processo ou remédio para um </span><span style="font-size: 12.16px;">doente no canto</span><span style="font-size: 12.16px;"> da cela</span><span style="font-size: 12.16px;">. Quem passou por essa experiência foi o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, nesta segunda-feira, na noite de abertura </span><span style="font-size: 12.16px;">do XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, realizado em Foz do Iguaçu/PR.</span></div>
<div> </div>
<div>  A experiência de imersão na chamada “realidade visceral”, normalmente utilizada em jogos eletrônicos, foi usada como instrumento de sensibilização dos participantes do evento que reúne a alta administração de todos os tribunais brasileiros. No encontro de Foz do Iguaçu, o simulador da realidade prisional foi intensificado com a montagem de uma cela cenográfica, ao lado do auditório principal, cercada por grades de ferro em tamanho natural. Após passar pela instalação, o ministro convidou todos os participantes do encontro a experimentar a sensação de estar em uma cela superlotada de presos para entender qual deve ser a postura da sociedade em relação à realidade das pessoas que cumprem pena nas prisões do país.</div>
<div> </div>
<div>“A experiência de usar este aparelho e estar dentro de uma cela real com outros 25 homens neste mesmo espaço é muito real, assustadora. Uma hora olhei para baixo porque reparei que estava quase pisando em uma pessoa. A dignidade do ser humano é igual para todos, inclusive para os que erram. E é nesse sentido que devemos saber separar aquilo que a sociedade deve repudiar sem confundir esse repúdio com o ser humano, que merece a dignidade na execução da pena”, afirmou o ministro. A experiência fez o ministro se lembrar de um episódio marcante na sua carreira e na vida do país, que ficou conhecido com o Massacre do Carandiru, quando 111 presos foram mortos após a Polícia Militar ser chamada para controlar uma rebelião na Casa de Detenção de São Paulo.</div>
<div> </div>
<div>“Também já estive em presídio real, já fui advogado, atuei no direito criminal, no tribunal do júri de São Paulo. Visitei o Carandiru na semana seguinte ao massacre. Eu tinha um cliente que estava lá. Lembro que a família estava desesperada para saber se ele estava vivo ou não. Lembro até que, quando tive contato com ele, vi que estava cheio de ataduras nas mãos e no rosto. Lembro da expressão de alegria de viver dele ao me ver. Ele me disse: ‘demos sorte na nossa cela, só soltaram os cachorros´”, afirmou o ministro.    </div>
<h4>Rede de Justiça Criminal</h4>
<div><span style="font-size: 12.16px;">A experiência foi criada pela Rede de Justiça Criminal, um grupo composto por oito organizações </span><span style="font-size: 12.16px;">não governamentais brasileiras, entre elas, o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), o Instituto Sou da Paz e o Instituto Terra, Trabalho e Cidadania (ITTC). Fundada em 2010, a Rede de Justiça Criminal tem por objetivo tornar o sistema de justiça criminal mais justo e atento aos direitos e garantias fundamentais.</span></div>
<div> </div>
<div>O vídeo faz parte da campanha “encarceramento em massa não é justiça”, que questiona a superlotação dos presídios brasileiros – atualmente há mais de 700 mil pessoas presas para apenas 371 mil vagas – , e a falta de acesso à justiça, ao trabalho, à educação e à saúde dessa população. A filmagem foi feita com a colaboração voluntária de uma agência de publicidade e, como não conseguiram autorização para filmar dentro do presídio, o ambiente da cela teve de ser recriado e encenado.</div>
<div> </div>
<div>“A ideia foi se aproximar ao máximo da realidade para que não fosse uma narrativa construída”, diz Janaina Homerin, secretária executiva da Rede Justiça Criminal. A cela cenográfica foi reproduzida a partir de depoimentos de pessoas que já estiveram no cárcere e com auxílio de consultores da Pastoral Carcerária e pesquisadores do fenômeno do encarceramento em massa. Para Janaína, há uma falácia muito difundida de que o Brasil é o país da impunidade e que o encarceramento não é uma realidade. “Identificamos a necessidade de levar ao conhecimento do público uma campanha que pudesse sensibilizar as pessoas a respeito de uma realidade que elas não conhecem ou que muitas vezes preferem ignorar ou negligenciar”, diz Janaína.</div>
<div> </div>
<div>Antes de fazer parte do XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, a instalação ficou disponível por três meses na unidade do Sesc 24 de Maio, na cidade de São Paulo, ocasião em que cerca de 3 mil pessoas puderam participar da experiência. Segundo Janaína, “a ferramenta da realidade virtual tem favorecido o processo de empatia e solidariedade para uma discussão sobre o encarceramento, independentemente do crime cometido”.</div>
<h4>Frente a frente com o protagonista</h4>
<div><span style="font-size: 12.16px;">O </span><span style="font-size: 12.16px;">participante principal </span><span style="font-size: 12.16px;">do vídeo da realidade virtual é um </span><span style="font-size: 12.16px;">egresso do sistema prisional. </span><span style="font-size: 12.16px;">Emerson Martins Ferreira </span><span style="font-size: 12.16px;">hoje é um psicólogo </span><span style="font-size: 12.16px;">que passou quatro anos em uma prisão no regime fechado e fundou a ONG Reflexões da Liberdade. Emerson foi a primeira pessoa que o ministro Dias Toffoli viu ao sair do simulador. Paulista como Toffoli, Emerson pôde contar ao ministro suas impressões sobre o cárcere e falar um pouco de sua trajetória de vida.</span></div>
<div> </div>
<div>Criado em Embu das Artes, no bairro Jardim Santa Luzia, em São Paulo – um bairro, como ele define, sem nenhuma opção cultural, de esportes ou lazer, a história de Emerson é como a de muitos meninos da periferia: seu pai era alcoólatra e ele teve de trabalhar desde criança. Na adolescência, deixou a escola para trabalhar como garçom. “Trabalhava 12 horas por dia para ganhar R$ 600 por mês. E não entendia como os clientes podiam gastar R$ 400 em duas horas”.</div>
<div> </div>
<div>Viu a oportunidade de fazer uma renda extra vendendo drogas nas “baladas” que frequentava à noite, opção que o levou a ser preso por tráfico. Enquanto cumpria pena, graças ao apoio da família decidiu retomar os estudos e dar novo rumo à vida. “Percebi que precisava muito de educação. Vi muita gente morrendo na cadeia e eu pensava em como as pessoas se lembrariam de mim caso eu também morresse ali”. Para Emerson, há muitos fatores que levam jovens de comunidades à criminalidade como ocorreu com ele. “Um deles é que a escola muitas vezes não acolhe aquele aluno que está se comportando mal, quando aquilo é um pedido de socorro. A escola exclui, e o crime está sempre de portas abertas”, diz.</div>
<div> </div>
<div>Emerson, que conseguiu trabalhar e cursar faculdade depois de cumprir pena, sabe que seu caso é uma exceção e espera que o projeto possa ajudar a romper com o ciclo de preconceito com pessoas que passaram pela cadeia. “Infelizmente muitos acreditam na ilusão de que prender vai diminuir a violência e aumentar a segurança pública”, diz.</div>
<div> </div>
<div>Quando tiram os óculos da experiência de realidade visceral, as pessoas, geralmente aliviadas, se deparam com o mesmo Emerson, agora ali em pessoa. A reação dos participantes é quase sempre a de abraçá-lo ou chorar. Na opinião dele, as pessoas que participam da experiência ficam muito chocadas e são levadas a refletir sobre a situação do sistema prisional brasileiro.</p>
</div>
<div>Assista ao vídeo da <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wib4MVPNKbs" target="_blank" rel="alternate noopener noreferrer">Realidade Visceral</a> e conheça a campanha <a href="http://www.prisaonaoejustica.org/" target="_blank" rel="alternate noopener noreferrer">“Encarceramento em massa não é Justiça”</a>.</div>
<div> </div>
<div><img decoding="async" class="video-youtube" style="float: none;" src="http://img.youtube.com/vi/q0_3OVjZs8Y/0.jpg" width="100%" data-youtube-id="q0_3OVjZs8Y" /></div>
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		<title>CNJ premia tribunais com Selo Justiça em Números</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/cnj-premia-tribunais-com-selo-justica-em-numeros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 02:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional do Poder Judiciario]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Nacional e Metas Nacionais do Poder Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça em números]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entregou o Selo Justiça em Números aos tribunais brasileiros, durante o XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, que está ocorrendo na cidade de Foz do Iguaçu/PR. Quatro tribunais ganharam o Selo Diamante, categoria máxima do prêmio – as demais categorias são ouro, prata e bronze. O Selo é concedido pelo CNJ desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><span style="font-size: 12.16px;">O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entregou o Selo Justiça em Números aos tribunais brasileiros, durante o XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, que está ocorrendo na cidade de Foz do Iguaçu/PR. Quatro tribunais ganharam o Selo Diamante, categoria máxima do prêmio – as demais categorias são ouro, prata e bronze. O Selo é concedido pelo CNJ desde 2014 aos tribunais que mais investem na excelência da produção, gestão, organização e disseminação de suas informações administrativas e processuais.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">“O Selo Justiça em Números foi criado em 2014 com a ideia de permitir que o Poder Judiciário se conhecesse e para que tivéssemos acesso às informações dos tribunais. Para estimular os tribunais à remessa dessas informações é que foi desenvolvido esse selo”, afirmou o conselheiro do CNJ Fernando Mattos, que conduziu a premiação.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) ganhou pelo segundo ano consecutivo o selo diamante. Recebeu o selo o presidente do tribunal, desembargador Cezário Siqueira Neto. Também ganharam o Selo Diamante o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) e o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) – os três tribunais tiveram melhores resultados este ano, pois, no ano passado, haviam recebido o Selo Ouro.</p>
<p style="font-weight: 400;"><img decoding="async" class=" size-full wp-image-60963" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Image-2018-12-03-at-22.29.46.jpeg" width="100%" /></p>
<p style="font-weight: 400;">Representou o STJ o ministro Marco Aurélio Buzzi. O 1º vice-presidente do TRT3 (MG), desembargador Márcio Vidigal, fez-se presente na ocasião, assim como a presidente do TRT11, desembargadora Eleonora Souza. Todos os agraciados receberam a premiação das mãos do presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli.  </p>
<p style="font-weight: 400;">Além do requisito básico de encaminhamento adequado das informações, também foram avaliados o nível de informatização do tribunal, o uso de relatórios estatísticos para o planejamento estratégico e o cumprimento de resoluções do CNJ alinhadas à gestão da informação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Entre as exigências para recebimento do Selo Justiça em Números está ainda a implantação de núcleos socioambientais, conforme previsto na <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/atos-normativos?documento=2126">Resolução CNJ n. 201, de 2015</a>, que determina aos órgãos do Poder Judiciário a implementação do Plano de Logística Sustentável (PLS) para reduzir o impacto ambiental de suas atividades.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Novas exigências</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Na edição deste ano, dar prioridade aos julgamentos de ações de violência doméstica e homicídios no dia a dia do Poder Judiciário passou a valer pontos na disputa pelo prêmio principal. A pontuação foi dada ao tribunal que demonstrou que informa ao CNJ periodicamente a quantidade de ações julgadas ao longo do ano nos juizados especiais e varas especializadas em violência contra a mulher. Uma dessas estatísticas é o <u><a href="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2011/02/ba9a59b474f22bbdbf7cd4f7e3829aa6.pdf">Balanço da Mobilização Nacional</a></u> promovido durante a Semana Justiça pela Paz em Casa.</p>
<p style="font-weight: 400;">Também foi reconhecido o envio de dados sobre a remuneração dos magistrados, conforme determinado pelo CNJ em agosto de 2017, por meio da <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/atos-normativos?documento=3352">Portaria n. 63</a>. A norma determinou a publicidade regular dos pagamentos feitos pelos tribunais brasileiros a seus juízes, com objetivo de dar transparência ao Poder Judiciário.</p>
<p style="font-weight: 400;">Outro requisito novo em 2018 para concessão do Selo Justiça em Números foi o envio dos dados referentes aos julgamentos ocorridos no Mês Nacional do Júri, instituído pelo CNJ por meio da <u><a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/atos-normativos?documento=3358">Portaria CNJ n. 69/2017</a></u>. A norma determina o esforço concentrado no mês de novembro para que os tribunais de Justiça de todo o país julguem crimes hediondos – homicídio e tentativa de homicídio. </p>
<p style="font-weight: 400;">A portaria que instituiu o Mês Nacional do Júri definiu que os tribunais devem encaminhar os dados coletados durante os julgamentos dos crimes dolosos contra a vida ao CNJ no prazo de uma semana após o encerramento da ação. </p>
<p style="font-weight: 400;"><img decoding="async" class="video-youtube" style="float: none;" src="http://img.youtube.com/vi/ohnSl9GbvUA/0.jpg" width="100%" data-youtube-id="ohnSl9GbvUA" /></p>
<p style="font-weight: 400; text-align: right;"><em>Luiza Fariello</em><br /><em>Manuel Carlos Montenegro </em><br /><em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p style="font-weight: 400;"> </p>
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		<title>XII Encontro Nacional do Poder Judiciário inicia em Foz do Iguaçu/PR</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/xii-encontro-nacional-do-poder-judiciario-inicia-em-foz-do-iguacu-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 02:07:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional do Poder Judiciario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 12ª edição do Encontro Nacional do Poder Judiciário teve início nesta segunda-feira (3/12) em Foz do Iguaçu/PR. Participaram da cerimônia de abertura representantes dos 91 tribunais brasileiros, totalizando mais de 500 pessoas presentes. O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, no início da solenidade, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">A 12ª edição do Encontro Nacional do Poder Judiciário teve início nesta segunda-feira (3/12) em Foz do Iguaçu/PR. Participaram da cerimônia de abertura representantes dos 91 tribunais brasileiros, totalizando mais de 500 pessoas presentes.</p>
<p style="font-weight: 400;">O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, no início da solenidade, destacou que esta é uma oportunidade para discutir os desafios e o aperfeiçoamento do Poder Judiciário. “Nós estamos aqui reunidos mais uma vez não só para debater as metas para os próximos dois anos (2019-2010), mas também para discutir melhorias para o sistema de Justiça. A sociedade espera muito do Poder Judiciário e tenho certeza de que, nestes dois dias, iremos avançar muito em busca de um futuro melhor”.</p>
<p style="font-weight: 400;">O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, afirmou que &#8220;o Conselho conta, hoje, com uma base sólida e confiável que tem permitido um planejamento estratégico para o estabelecimento de metas. Há pouco mais de dois meses à frente da Corregedoria, tenho buscado tornar a Justiça cada vez mais rápida e célere”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em breves palavras, o presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Fernando Mendes, salientou que incentiva e apoia a realização desses eventos. “Buscamos além da eficiência do sistema a transparência de suas ações. Esses são os maiores propósitos”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Jayme de Oliveira, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), ressaltou em seu discurso a importância do diálogo com o CNJ. “Nós temos uma oportunidade única e rara, esse encontro é um exemplo disso. Reunimos aqui sob o seu comando, ministro Dias Tofoli, as principais autoridades dos tribunais e os melhores servidores nas áreas correspondentes. É uma oportunidade da construção pelo diálogo e pelo consenso de um Judiciário melhor. Este é um momento diferenciado, porque temos um Conselho Nacional de Justiça com integrantes da mais alta qualidade técnica e, além de tudo, são integrantes abertos ao diálogo”.</p>
<h4>Participação na abertura</h4>
<p style="font-weight: 400;">Com a presença de representantes dos 91 tribunais de todo o país, a abertura do evento contou em sua mesa de abertura, além do presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministro Dias Toffoli, e do Corregedor Nacional de Justiça, ministro Humberto Martins: ministro Marco Aurélio Buzzi, Superior Tribunal de Justiça (STJ); ministro Aloysio Corrêa da Veiga, Tribunal Superior do Trabalho (TST); Desembargador Renato Braga Bettega, o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR); ministro José Coêlho Ferreira, presidente do Superior Tribunal Militar (STM); Marlene Teresinha, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT 9); o conselheiro do CNJ Fernando Mattos; Guilherme Guimarães Feliciano, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra); Geraldo Dutra de Andrade Neto, presidente da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar), e o Diretor Jurídico da Itaipu, Cézar Ziliotto.</p>
<p style="font-weight: 400;">Também participaram da solenidade os conselheiros: Aloysio da Veiga, André Godinho, Arnaldo Hossepian, Daldice Santana, Fernando Mattos, Henrique Ávila, Luciano Frota, Márcio Schiefler, Maria Cristiana Simões Amorim Ziouva, Maria Tereza Uille, Valdetário Monteiro e Valtércio de Oliveira. Afastada por motivo de saúde, a conselheira Iracema do Vale não esteve no evento.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Daniele Romaniuk Machado Dumas<br />
Ascom TJPR</em></p>
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		<title>Toffoli: sociedade em transformação, Justiça também tem que se transformar</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/toffoli-sociedade-em-transformacao-justica-tambem-tem-que-se-transformar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 01:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dias Toffoli]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional do Poder Judiciario]]></category>
		<category><![CDATA[SEEU]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Carcerário e Execução Penal / Justiça Criminal (DMF)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não se planeja o futuro sem conhecimento da realidade e não se desenvolvem metas sem a construção de indicadores”, afirmou o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, durante conferência na abertura do XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, na noite desta segunda-feira (3/12). O evento, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Não se planeja o futuro sem conhecimento da realidade e não se desenvolvem metas sem a construção de indicadores”, afirmou o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, durante conferência na abertura do XII Encontro Nacional do Poder Judiciário, na noite desta segunda-feira (3/12).</p>
<p>O evento, que ocorre em Foz do Iguaçu/PR, reúne a alta cúpula dos 90 tribunais brasileiros para, sob a coordenação do CNJ, aprovar as Metas Nacionais do Judiciário e específicas de cada ramo de Justiça para 2019.</p>
<p>Em seu discurso, o ministro destacou a importância de que a gestão do Poder Judiciário siga os três fundamentos que norteiam novas teorias em voga no século XXI: eficiência, transparência e responsabilização. “Hoje, estamos aqui reunidos em busca de promover reflexões acerca de soluções dos principais desafios enfrentados pelos tribunais e magistrados brasileiros”, disse Tofolli.</p>
<p>O presidente do CNJ falou ainda sobre o trabalho que vem sendo feito pelo Conselho para promover maior integração, sistematização e modernização do Poder Judiciário. O esforço feito, segundo ele, no aperfeiçoamento da coleta de dados tem permitido a realização de diagnósticos, o estabelecimento de metas e o aperfeiçoamento dos sistemas de controle.</p>
<p>Apesar de reconhecer os avanços conquistados na última década, ele enfatizou a necessidade do constante aprimoramento da gestão judicial. Para Dias Toffoli, o processo envolve necessariamente a melhoria na gestão da informação. “É desafiadora a missão de tornar efetiva a prestação jurisdicional de âmbito nacional, especialmente em um universo como o nosso, com aproximadamente 80 milhões de processos em tramitação e, ainda, em um país com tantas peculiaridades regionais e de extensa dimensão territorial.”</p>
<p>Melhorias na gestão do número crescente de ações ajuizadas pela população não devem dispensar o estímulo à cultura da pacificação social e da valorização do diálogo, disse o ministro. Mesmo considerando tímido o índice de soluções autocompositivas e meios adequados de resolução de conflitos no país, apenas 12%, Toffoli destacou o sucesso da Semana Nacional da Conciliação que, segundo ele, está consolidada no calendário do Poder Judiciário nacional.</p>
<p>Há exatos 82 dias à frente do CNJ, Dias Toffoli enumerou projetos e ações realizadas no período. A nacionalização do Sistema Eletrônico de Execução Unificada (SEEU), a assinatura de acordos de cooperação para melhorias no sistema carcerário, o desenvolvimento e aprimoramento dos sistemas sob a gestão do Conselho foram algumas iniciativas elencadas pelo ministro, que fez questão de destacar a relevante contribuição de todos os conselheiros.</p>
<p>“A sociedade deposita muita esperança no Poder Judiciário e anseia por resultados. Os cidadãos urgem por prestação jurisdicional eficiente, célere, coerente e previsível. Se a sociedade está em transformação, a Justiça também precisa se transformar”, finalizou.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Thaís Cieglinski</em><br /><em> Agência CNJ de Notícias</em></p>
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		<title>XII Encontro Nacional do Poder Judiciário será em Foz do Iguaçu</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/xii-encontro-nacional-do-poder-judiciario-sera-em-foz-do-iguacu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 00:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Nacional do Poder Judiciario]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Nacional e Metas Nacionais do Poder Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Dias Toffoli, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou a realização do XII Encontro Nacional do Poder Judiciário nos dias 3 e 4 de dezembro, na cidade de Foz do Iguaçu/PR, no Centro de Convenções do Hotel Recanto das Cataratas. O evento, coordenado pelo CNJ, tem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Dias Toffoli, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou a realização do XII Encontro Nacional do Poder Judiciário nos dias 3 e 4 de dezembro, na cidade de Foz do Iguaçu/PR, no Centro de Convenções do Hotel Recanto das Cataratas. O evento, coordenado pelo CNJ, tem o objetivo de discutir e aprovar as Metas Nacionais do Poder Judiciário para o ano de 2019 e divulgar os tribunais premiados por seu desempenho e agraciados com o Selo Justiça em Números.</p>
<p>O Encontro Nacional está previsto na<a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/atos-normativos?documento=2029" rel="alternate"> Resolução CNJ n.198/2014</a> e reúne a alta administração de todos os tribunais brasileiros. As Metas Nacionais do Judiciário representam o compromisso firmado anualmente pelos presidentes dos tribunais em prol da melhoria da prestação jurisdicional. As metas foram traçadas pela primeira vez em 2009 e são tradicionalmente votadas e aprovadas pelos presidentes dos tribunais no Encontro Nacional do Poder Judiciário.  </p>
<p>O Selo Justiça em Números foi criado em 2004 e possui as categorias de diamante, ouro, prata e bronze. O reconhecimento é dado aos tribunais que investem na excelência da produção, gestão, organização e disseminação de suas informações administrativas e processuais. Entre as exigências para recebimento do Selo Justiça em Números está ainda a implantação, pelos tribunais, de núcleos socioambientais, conforme previsto na <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/atos-normativos?documento=2126" rel="alternate">Resolução CNJ 201, de 2015</a>, que determina aos órgãos do Poder Judiciário a implementação do Plano de Logística Sustentável (PLS) para reduzir o impacto ambiental de suas atividades.</p>
<p> </p>
<p><strong>SERVIÇO: </strong></p>
<p>XII Encontro Nacional do Poder Judiciário</p>
<p>Data: dias 3 e 4 de dezembro de 2018</p>
<p>Local: Centro de Convenções do Hotel Recanto das Cataratas, Foz do Iguaçú – Paraná.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: right;"><em>Luiza Fariello</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Agência CNJ de Notícias </em></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/xii-encontro-nacional-do-poder-judiciario-sera-em-foz-do-iguacu/">XII Encontro Nacional do Poder Judiciário será em Foz do Iguaçu</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
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		<item>
		<title>Inteligência artificial: Parceria com Tribunal de Rondônia aproxima o futuro</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/inteligencia-artificial-parceria-com-tribunal-de-rondonia-aproxima-o-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoella Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 23:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[TJRO]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma Sinapses]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Processo Judicial Eletrônico (PJe)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Técnicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) vão desenvolver soluções de inteligência artificial que resultem no aprimoramento do serviço prestado pela Justiça à cidadania brasileira. A parceria foi formalizada nesta terça-feira (16/10), na sede do CNJ, em Brasília, onde os presidentes dos dois órgãos, respectivamente, ministro Dias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Técnicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) vão desenvolver soluções de inteligência artificial que resultem no aprimoramento do serviço prestado pela Justiça à cidadania brasileira. A parceria foi formalizada nesta terça-feira (16/10), na sede do CNJ, em Brasília, onde os presidentes dos dois órgãos, respectivamente, ministro Dias Toffoli e desembargador Walter Waltenberg Silva Júnior, assinaram termo de cooperação técnica. “O uso da inteligência artificial, muito mais do que uma novidade tecnológica, tem grande aplicação na atividade jurisdicional”, enfatizou o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli.</p>
<p style="text-align: justify;">Análogas ao processo de aprendizagem humano, as aplicações da inteligência artificial podem representar ganho de tempo para os servidores do Poder Judiciário. O sistema Sinapses do TJRO proporciona mais celeridade ao processamento das ações judiciais por meio de um mecanismo de predição. Enquanto o servidor ou magistrado elabora um texto ou uma peça jurídica, por exemplo, o Sinapses aponta qual o movimento processual adequado para o caso, após pesquisar em segundos centenas de processos semelhantes já julgados. “A dor do Judiciário é a lentidão e isso no impõe criar soluções alternativas para resolver essa questão. Há anos venho me dedicando ao estudo do emprego da tecnologia para ajudar o Judiciário e esse momento é histórico para mim”, afirmou o desembargador Walter Waltenberg Silva Junior, presidente do TJRO.</p>
<p style="text-align: justify;">É o sistema de computação cognitiva desenvolvido por analistas da justiça rondoniense que o CNJ tomará por base para disseminar o uso da inteligência artificial na Justiça brasileira. A tecnologia usa redes neurais artificiais, inspiradas no funcionamento do sistema nervoso central humano, para identificar padrões semelhantes e reagir conforme o fluxograma processual e as necessidades dos usuários. De acordo com a primeira cláusula do termo de cooperação, a ideia da ferramenta a ser criada é simular o “comportamento e o raciocínio humanos, criando análises, compreendendo e obtendo respostas para diferentes situações, rotinas e processos”.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento assinado entre os presidentes do CNJ e do TJRO prevê a integração das ferramentas desenvolvidas ao Processo Judicial Eletrônico (PJe), sistema de tramitação eletrônica de processos elaborado pelo CNJ e operado por dezenas de tribunais brasileiros. Embora não haja previsão de transferência de recursos orçamentários entre os órgãos, o CNJ se compromete a assegurar infraestrutura necessária ao projeto, assim como custear a capacitação técnica dos profissionais dos dois órgãos ligados à iniciativa, por meio da participação em cursos, treinamentos, fóruns e congressos. O CNJ e o TJRO se propõem a promover o intercâmbio dos analistas dos seus quadros com os de outros órgãos do Judiciário para cumprir a finalidade da iniciativa. </p>
<p style="text-align: justify;">O Sinapses otimiza atividades repetitivas, realizadas não mais por seres humanos, mas por um robô, a exemplo de várias empresas que já adotam a inteligência artificial nos canais de atendimento a clientes, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Cronograma </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O próximo passo será a indicação, dentro de até 30 dias, dos gestores a quem será atribuída a missão de acompanhar, gerenciar e administrar a execução da parceria. Uma vez formada, a equipe terá no máximo 60 dias, contados a partir da assinatura do termo de cooperação técnica, para formular um plano de trabalho para o projeto. A parceria tem a duração inicial prevista para 12 meses, prorrogáveis por até 60 meses, no máximo.</p>
<p style="text-align: justify;">“Há também um sentido simbólico na assinatura deste documento no evento que ora se inicia. A completa implantação e consolidação do PJe, na sua nova arquitetura, chamada 2.0, bem como a sua evolução tecnológica, também constituem prioridade desta administração”, afirmou o ministro Dias Toffoli após a assinatura do termo de cooperação.</p>
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<p style="text-align: right;"><em>Manuel Montenegro e Paula Andrade<br /></em><em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
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