Na semana de combate mundial ao tabaco, que tem como marco o dia 31 de maio, conheça as histórias de cinco colaboradores do CNJ que venceram o cigarro. Inspire-se e aproveite todos os movimentos precipitados pelo Desafio CNJ Saudável para ter mais qualidade de vida, saúde e bem-estar!
Silvia Peixoto: uma promessa e a redescoberta da vida sem cigarro

Foto: Luiz Silveira
Ela fumava há 26 anos quando fez uma promessa. A graça alcançada tinha como pagamento uma vida sem cigarro a partir daquele dia. “E assim aconteceu. No mesmo dia, levei o maço de cigarros que restava à igreja de Santana (RJ) e deixei nos pés da Santa”, conta Silvia Peixoto, da Seção de Compras (Secom). No início, a ansiedade era torturante. “Acabei substituindo o vício em fumar pela comida e engordei 20 quilos”, revela a colaboradora. Aos poucos, a vontade de fumar diminuía, a respiração melhorou e os ganhos e benefícios de uma vida livre do fumo sobressaíram. “Vi que não estava sendo impedida de viver. Podia viver sem o cigarro”, afirma Silvia. Em 2016, ela completa 23 anos sem fumar.
Guilherme Coutinho: “Parar de fumar é escolher outra vida”

Foto: Gilmar Ferreira
Ele fumou por 17 anos. E desde 2013, quando a corrida de rua entrou na sua vida o cigarro ficou sem lugar. “Cheguei a correr uma meia maratona como fumante e percebi que o vício era totalmente incongruente com o estilo de vida que estava buscando”, conta Guilherme Coutinho, funcionário do Centro de Formação e Aperfeiçoamento do Poder Judiciário (CEAJud). Depois de tentar parar de fumar mais de 10 vezes, a mudança definitiva veio com a motivação dos benefícios de uma vida mais saudável e também passou pelo uso de um adesivo de nicotina. “Dizem que esses vícios nunca nos abandonam completamente. Às vezes o cheio da fumaça de cigarro traz lembranças, mas acima de tudo me sinto livre”, comemora Guilherme.
Giselly Siqueira: “A melhor decisão da minha vida”

Foto: Luiz Silveira
“Fumar é bom, mas não fumar é muito melhor”. A constatação é de Giselly Siqueira, secretária de comunicação social do CNJ, que fumou durante 10 anos. No dia 1º de janeiro de 2000, ela decidiu deixar o cigarro para trás e se viu diante do desafio de terminar o almoço, frequentar bares e tomar o cafezinho de sempre sem ele. “Não fiz nenhum tratamento. Procurei não me viciar em outra coisa e ter muita determinação para levar a decisão adiante”, relembra a colaboradora, que ainda passou muitos anos fumando em sonhos. A memória afetiva de sua mãe deixando o cigarro também foi encorajadora: “Ela parou do mesmo jeito. Um dia deixou o maço de cigarros na estante da sala, disse que nunca mais ia fumar e cumpriu a promessa”.
Hélio Gomes: sobre ser uma inspiração para si mesmo

Foto: Gilmar Ferreira
Depois de fumar por 15 anos e de tentar parar várias vezes, Hélio Gomes decidiu trocar o sedentarismo por uma vida saudável. “Chega uma hora que você tem que enfrentar. Me senti amparado pelo benefício de outras escolhas que fiz”, revela o colaborador do gabinete do conselheiro Luiz Cláudio Allemand. Ele mascou chicletes de nicotina nos primeiros 15 dias e há um ano parou de fumar. “O começo foi muito difícil e a primeira semana é decisiva. Com o tempo, você vai se inspirando a continuar. E não é simplesmente parar de fumar: essa decisão está inserida numa história maior, de mudança de vida”, explica Hélio.
Luciana Albuquerque: “A vergonha me fez parar”

Foto: Gilmar Ferreira
Ela fumou por 17 anos, e nesse período só parou durante a gravidez. Mas Luciana Albuquerque, da Secretaria de Comunicação Social (SCS), tomou a decisão de eliminar o vício da sua vida depois de uma crise financeira: “Sempre achei muito feio pedir cigarro, que é um artigo cada vez mais caro, e essa vergonha me motivou a parar de vez”. A colaboradora se orgulha de ter conseguido parar de fumar sem o auxílio de nenhum tratamento e comemora dois anos sem cigarro e com mais fôlego, cheiro e sabor de tudo.
Fábia Galvão
Comunicação Interna
