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	<title>CNJ Inova Archives - Portal CNJ</title>
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	<title>CNJ Inova Archives - Portal CNJ</title>
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		<title>Datajud: Tribunal Eleitoral de Goiás marca 100% de processos consistentes</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/datajud-tribunal-eleitoral-de-goias-marca-100-de-processos-sem-inconsistencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 18:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) alcançou 100% de processos sem inconsistência em levantamento realizado na plataforma Faxinajud. A plataforma vencedora do CNJ Inova foi apresentada em Webinar de Aprimoramento da Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud), ocorrido em 9 de abril. O evento contou com a participação de todos os segmentos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) alcançou 100% de processos sem inconsistência em levantamento realizado na <a href="https://faxinajud.cloud.cnj.jus.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plataforma Faxinajud</a>. A plataforma vencedora do CNJ Inova foi apresentada em Webinar de Aprimoramento da <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud)</a>, ocorrido em 9 de abril.</p>
<p>O evento contou com a participação de todos os segmentos de Justiça do país, representados pelas equipes que trabalham com geração, análise e verificação de dados constantes do DataJud, gestores da área ou ainda que atuam nas áreas de negócios referentes aos temas. O Datajud é um sistema que concentra dados de todos os processos judiciais dos diversos segmentos de justiça do país.</p>
<p>Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os tribunais devem encaminhar os dados de todos os processos em tramitação desde 1º janeiro de 2015 por intermédio de ferramenta específica, e caso haja inconsistências, elas devem ser apontadas. Os tribunais podem corrigi-las se utilizando da normatização que define parâmetros como tabelas processuais unificadas, dados das partes, movimentos utilizados, códigos assuntos e códigos de movimentos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: <a href="https://www.tre-go.jus.br/imprensa/noticias-tre-go/2021/Abril/tre-go-obtem-o-1o-lugar-no-ranking-nacional-cnj-datajud" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TRE-GO</a></em></p>
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		<title>Webinário apresenta plataforma para saneamento de dados</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/webinario-apresenta-plataforma-para-saneamento-de-dados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 15:43:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[formação e capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[Tabelas Processuais Unificadas]]></category>
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		<category><![CDATA[CNJ Inova]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação no Judiciário / Política e RenovaJud e mais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 250 servidores e servidoras de tribunais participaram, na sexta-feira (9/4), do 3º Webinário sobre Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud). No encontro, foi apresentado o FaxinaJud, uma plataforma que vai auxiliar os tribunais na tarefa de saneamento dos dados processuais encaminhados ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O FaxinaJud é uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 250 servidores e servidoras de tribunais participaram, na sexta-feira (9/4), do 3º Webinário sobre <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud)</a>. No encontro, foi apresentado o FaxinaJud, uma plataforma que vai auxiliar os tribunais na tarefa de saneamento dos dados processuais encaminhados ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>O FaxinaJud é uma plataforma on-line, interativa e de código aberto. Foi desenvolvido para validação de arquivos em formato XML gerados pelos tribunais para alimentar a base de dados do Judiciário. Ele identifica e corrige possíveis inconsistências, como falhas no dígito verificador com o número do processo, incoerências entre o número CNJ do processo com o ramo da Justiça e tribunal, verifica o código do órgão com órgãos oficiais, identifica processos eletrônico ou sistema processual fora do padrão ou valor negativo ou muito alto para os padrões do tribunal.</p>
<p>A ferramenta também identifica a coerência entre o código CNJ da classe com as tabelas processuais unificadas (TPUs), detecta assunto genérico, vazio ou inválido, além de apontar processo com parte sem documento. O FaxinaJud verifica ainda a movimentação processual e corrige questões como código pai faltante na movimentação local, tempo superior a três anos desde a última movimentação, existência de processos com graus vazios ou inválidos, com movimentos vazios ou inválidos, movimentos de caso novo, ausência de nome de polo ativo ou passivo, processos remetidos sem complementos ou com movimento de audiência sem complementos.</p>
<p>A pesquisadora do Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ Isabely Mota explica que o FaxinaJud fica instalado no Conselho e é disponibilizado para os tribunais por meio de um aplicativo web. “Os tribunais executam o FaxinaJud e enviam os dados já depurados para o CNJ. As inconsistências são detectadas e corrigidas nos tribunais.”</p>
<p>As informações alimentam o DataJud, que é o sistema primário de estatísticas do Poder Judiciário. Essa base de dados, observa, vai subsidiar pesquisas como o relatório Justiça em Números ou o Banco Nacional de Medidas Protetivas de Urgências. “Esses estudos embasam uma série de políticas públicas implementadas pelo CNJ. Então, é preciso ter certeza que os dados estão coerentes. Daí a importância do saneamento, possibilitando a produção de análise a partir de informações fidedignas.”</p>
<p>A pesquisadora enfatiza que o elevado número de participantes no webinário e o grande interesse das equipes são bons indicadores. “Todos demonstraram um grande interesse. Os webinários cumprem o papel positivo de ampliar o diálogo entre o CNJ e os tribunais.”</p>
<h4>FaxinaJud</h4>
<p>O FaxinaJud é resultado de um projeto premiado no primeiro ciclo de inovação colaborativa CNJ Inova, promovido em 2020 em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). A solução foi desenvolvida tendo como base uma plataforma modular e interativa com filtros e níveis de acesso, que contempla panorama geral, mapeamento de inconsistências, validador de arquivos e verificação das correções.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Jeferson Melo</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
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		<title>CNJ Inova divulga as duas soluções ganhadoras do desafio tecnológico</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/cnj-inova-divulga-as-duas-solucoes-ganhadoras-do-desafio-tecnologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 10:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “EITA – Mais que dados, informação estratégica” e o “Faxinajud” foram os dois projetos vencedores do primeiro ciclo de inovação colaborativa CNJ Inova. A maratona mobilizou mais de 500 profissionais de diferentes áreas do conhecimento para apresentarem soluções tecnológicas destinadas a aprimorar a produtividade, dar maior agilidade e qualificar a tramitação de processos judiciais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O “EITA – Mais que dados, informação estratégica” e o “Faxinajud” foram os dois projetos vencedores do primeiro <a href="https://www.cnj-inova.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ciclo de inovação colaborativa CNJ Inova</a>. A maratona mobilizou mais de 500 profissionais de diferentes áreas do conhecimento para apresentarem soluções tecnológicas destinadas a aprimorar a produtividade, dar maior agilidade e qualificar a tramitação de processos judiciais no país.</p>
<p>O anúncio das soluções vencedoras foi feito nesse sábado (28/11), no encerramento do Demoday, segunda e última etapa do CNJ Inova. Durante o evento, transmitido pelo canal do CNJ no YouTube, as seis equipes finalistas apresentaram as versões definitivas dos projetos de ciência de dados e inteligência artificial em torno de dois desafios: tempo e produtividade; e inconsistência de dados nos sistemas dos tribunais para consolidação na <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud).</a></p>
<p>Escolhida como vencedora do desafio 1, a “EITA – Mais que dados, informação estratégica” se destacou, segundo a Comissão Avaliadora Final, por apresentar uma ferramenta capaz de, a partir do DataJud, possibilitar o acesso a um fluxo inovador de identificação de padrões e comparação de processos, o que auxiliará o Poder Judiciário na identificação e percepção de problemas. “A ferramenta de previsão de fases foi um diferencial e fez essa solução se distinguir das outras duas finalistas e a colocou num patamar um pouco acima”, explicou o juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Fabio Porto.</p>
<p>O juiz José Faustino Macedo reforçou que o foco foi na mineração de processos para entregar ao gestor público uma ferramenta de acompanhamento e comparação dos fluxos de trabalho no Judiciário, fornecendo apoio na tomada de decisão. Segundo o integrante da equipe EITA, com a inteligência artificial empregada na ferramenta é possível mapear o ciclo de vida dos processos e identificar os gargalos existentes e ainda atuando de forma preventiva.</p>
<p>“Nossa ferramenta pretende impactar por meio da mineração de processos e possibilitar uma visão macro do Poder Judiciário, gerando insights sobre qual é o tribunal mais lento, o mais rápido, entre outros. A intenção é estimular reflexões e comparações através de variáveis próprias, como atuação. Além disso, promovermos o enriquecimento dos dados, pois agregamos outras bases públicas como socioeconômica e demográfica”, contou.</p>
<p>Compõem ainda a equipe o analista de sistemas e arquiteto de soluções Cleber Moura, o mestre em inteligência computacional e analista de sistemas Hadautho Roberto Barros, a arquiteta de dados Suely Batista e os gestores de tecnologia da informação Fabio Cruz e Luiz Henrique Seus.</p>
<p><strong>Maturação de dados</strong></p>
<p>A equipe “FaxinaJud” foi a vencedora do desafio 2. Eles desenvolveram uma solução baseada numa plataforma modular e interativa, com filtros e níveis de acesso, que contempla inicialmente panorama geral, mapeamento de inconsistências, validador de arquivos e verificação das correções. A ferramenta identifica automaticamente os principais problemas nos dados provenientes do Datajud.</p>
<p>“Como diferenciais na plataforma, destacamos a facilidade e eficiência na solução, já que os profissionais de diferentes tribunais podem submeter as correções ao mesmo tempo; a sugestão automática de correção; por ser modular, facilita o mapeamento de novas inconsistências ou que novas análises sejam adicionadas sem grande complexidade técnica; é desenvolvida com uma tecnologia que o CNJ já utiliza; e o baixo custo e facilidade de implementação e manutenção&#8221;, explicou o estatístico Bruno Daleffi.</p>
<p>Até o momento, a plataforma já está rodando com uma amostra de quase 100 mil processos, quase sem custos, e já foram mapeadas mais de 20 inconsistências diferentes. Além de Bruno Daleffi, fazem parte da equipe “FaxinaJud” o especialista em processamento de linguagem natural aplicadas ao Direito e à Economia André Assumpção, o cientista da computação Caio Lente e o estatístico Julio Trecenti.</p>
<p>O diretor do Departamento de Tecnologia da Informação do CNJ, Thiago Vieira, integrou a Comissão Avaliadora Final e destacou que eles levaram em consideração que o Judiciário necessita de um trabalho diário com agilidade em relação a construção de mecanismos de análise de inconsistências e novas funcionalidades de maturação do dado. “A solução da FaxinaJud foi escolhida por trazer maior capacidade de portabilidade, evolução, implantação e desenvolvimento colaborativo.”</p>
<p><strong>Experiência</strong></p>
<p>Para a juíza auxiliar da Presidência do CNJ Ana Lucia Andrade de Aguiar, todos os trabalhos apresentados durante o CNJ Inova foram de excelência. “Essa análise de dados interessa muito ao CNJ, que tem a vocação de reunir os dados dos tribunais, mas não tem todo esse conhecimento de análise destes profissionais. E juntos nós podemos somar esses trabalhos para o Poder Judiciário e também para a sociedade.”</p>
<p>Também integrante da Comissão Avaliadora Final, o juiz auxiliar da Presidência do CNJ Carl Smith reforçou a importância da parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e do apoio do Lab Griô e da Plataforma Shawee para a realização do CNJ Inova, que ao final deste ciclo de Inovação colaborativa formou 68 equipes que apresentaram 39 soluções tecnológicas.</p>
<p>As duas equipes vencedoras recebem um novo prêmio de R$ 40 mil, além do prêmio de R$ 20 mil por terem sido umas das seis equipes classificadas para o Demoday. A publicação do resultado final será feita no dia 7 de dezembro.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Alex Rodrigues</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p><strong>Reveja o Demoday no Canal do CNJ no YouTube</strong></p>
<p align="center"><iframe src="//www.youtube.com/embed/Z-vXfqpcrIM" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CNJ Inova chega à sua fase final neste sábado (28/11)</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/cnj-inova-chega-a-sua-fase-final-neste-sabado-28-11/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 14:44:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Aviso de Pauta]]></category>
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		<category><![CDATA[CNJ Inova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maratona de desenvolvimento de soluções tecnológicas para aprimorar a produtividade, dar maior agilidade e qualificar a tramitação de processos está chegando na sua fase final. Neste sábado (28/11), a partir das 10h, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) realizam o Demoday do CNJ Inova. Durante o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maratona de desenvolvimento de soluções tecnológicas para aprimorar a produtividade, dar maior agilidade e qualificar a tramitação de processos está chegando na sua fase final. Neste sábado (28/11), a partir das 10h, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) realizam o Demoday do <a href="https://www.cnj-inova.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CNJ Inova</a>.</p>
<p>Durante o evento on-line, que terá transmissão pelo <a href="https://www.youtube.com/user/cnj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal do CNJ no YouTube</a>, as seis equipes finalistas apresentam as versões definitivas das soluções de ciência de dados e inteligência artificial em torno de dois desafios: tempo e produtividade; e inconsistência de dados nos sistemas dos tribunais para consolidação na <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud)</a>.</p>
<p>No Demoday, é realizado um <em>pitching</em>, onde os projetos passam por testes e os finalistas fornecem todas as informações necessárias para a análise da comissão avaliadora. A comissão vai observar aspectos como efetividade na resolução do desafio proposto, viabilidade de implantação, além de completude, criatividade e inovação da solução.</p>
<p>Ao final desta fase, serão selecionadas uma equipe por desafio. E as vencedoras recebem um novo prêmio de R$ 40 mil – ao serem classificadas para o Demoday, as seis equipes ganharam prêmio de R$ 20 mil cada. O resultado final será divulgado no dia 7 de dezembro.</p>
<p><strong>Participação</strong></p>
<p>Além do CNJ e da Enap, o CNJ Inova conta com o apoio do Lab Griô e da Plataforma Shawee. Ao todo, foram formadas 68 equipes, com mais de 500 profissionais de diferentes áreas do conhecimento, como Direito, Administração e Tecnologia. E, em apenas 10 dias, elas apresentaram 39 propostas que foram avaliadas na primeira fase.</p>
<p>Para o primeiro desafio, foram 24 propostas. Nele, os participantes tiveram que, a partir do DataJud, criar metodologias e ferramentas para identificar padrões e comparar o andamento de processos em cada unidade judiciária do Brasil. Os três projetos selecionados e que participam agora do Demoday são “EITA – Mais que dados, informação estratégica”, “KJus” e “Panorama”.</p>
<p>No segundo desafio, as equipes desenvolveram 15 projetos para identificar e corrigir inconsistências nos metadados – referências nos registros de sistemas que facilitam o entendimento dos relacionamentos e a utilidade das informações – dos processos em tramitação nos sistemas dos tribunais, que são base para uma consolidação qualificada no Datajud. Os selecionados foram “FaxinaJud”, “CLEANJUD” e “Buscador de Inconsistências”.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em>CNJ Inova – Demoday</em><br />
<u>Quando</u>: sábado (28/11), às 10h<br />
<u>Onde</u>: <a href="https://www.youtube.com/user/cnj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal do CNJ no Youtube</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Alex Rodrigues</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projetos do CNJ Inova recebem orientação de profissionais de diferentes áreas</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/projetos-do-cnj-inova-recebem-orientacao-de-profissionais-de-diferentes-areas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 08:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade.]]></category>
		<category><![CDATA[Datajud]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ Inova]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 40 profissionais atuam para apoiar as equipes do CNJ Inova no desenvolvimento de soluções inovadoras que contribuam para a resolução dos desafios do Judiciário para aprimorar o tempo e produtividade da prestação jurisdicional e para qualificar os dados gerados pelos tribunais. Eles são chamados de “mentores”. São profissionais com domínio de campo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 40 profissionais atuam para apoiar as equipes do <a href="https://www.cnj-inova.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CNJ Inova</a> no desenvolvimento de soluções inovadoras que contribuam para a resolução dos desafios do Judiciário para aprimorar o tempo e produtividade da prestação jurisdicional e para qualificar os dados gerados pelos tribunais. Eles são chamados de “mentores”. São profissionais com domínio de campo e experiência para aconselhar as equipes a aprimorarem seus projetos.</p>
<blockquote><p><strong>Leia também:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/cnj-vai-uniformizar-dados-para-melhorar-politicas-judiciarias/">CNJ vai uniformizar dados para melhorar políticas judiciárias</a></li>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/cnj-inova-projetos-trazem-solucoes-para-ampliar-produtividade-no-judiciario/">CNJ Inova: projetos trazem soluções para ampliar produtividade no Judiciário</a></li>
</ul>
</blockquote>
<p>“As mentorias são importantes para alinhar os desenvolvimentos das equipes com o objetivo dos desafios. Há um grupo de mentores disponíveis, de dentro e de fora do CNJ, que disponibilizam horários para orientar e conduzir as atividades dos times. Os horários estabelecidos ficam disponíveis para escolha por qualquer participante”, explica a diretora-executiva do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) do CNJ, Gabriela Moreira de Azevedo Soares.</p>
<p>Gabriela, que também atua como mentora, conta que as equipes recebem apoio na imersão das temáticas dos desafios, com troca de conhecimentos e acesso à <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud)</a>. Os mentores estimulam o time de forma construtiva para que encontrem as melhores linhas de atuação para a construção de suas soluções.</p>
<p>Foram formadas 68 equipes para participar do CNJ Inova, com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, como Direito, Administração e Tecnologia. Em apenas 10 dias, elas apresentaram 39 propostas. E agora as seis equipes selecionadas para o Demoday – segunda e última fase da maratona de desenvolvimento, no dia 28 de novembro &#8211; estão recebendo nova mentoria, tanto para a melhoria de <em>design</em> como para a apresentação e defesa dos projetos, o <em>pitching</em>.</p>
<p>Também mentor no CNJ Inova, o doutor em Educação e em Ciência de Dados Hugo Medeiros destaca que o aspecto mais importante é o auxílio às equipes no uso correto da ciência de dados para resolver os desafios considerando as especificações, mas também entendendo as personas. “Nesse sentido, vi soluções fantásticas. Algumas impressionaram bastante pelo nível de maturidade desenvolvido em um período relativamente curto. Mas as que mais se destacaram, com certeza, foram as que conseguiram usar a Ciência de Dados para construir produtos que atendiam às dores das personas, podendo ser incorporados na rotina do Poder Judiciário.”</p>
<p>A consultoria é realizada totalmente on-line, com as equipes escolhendo o assunto para o qual desejam orientação bem como o mentor adequado para o assunto. O processo é importante para auxiliar os times a refinar as soluções tanto para identificar padrões e comparar o andamento de processos em cada unidade judiciária quanto identificar e corrigir no DataJud as inconsistências nos metadados dos processos em tramitação nos sistemas dos tribunais.</p>
<p><strong>Soluções</strong></p>
<p>A pesquisadora do DPJ/CNJ, Isabely Fontana, afirma que as contribuições já apresentadas pelas seis equipes selecionadas para o Demoday têm se mostrado promissoras para aprimorar o atendimento do Poder Judiciário ao cidadão brasileiro. “Para o desafio 1, algumas soluções aplicaram mineração de processos para identificar padrões, outras construíram algoritmos que identificam as classes e assuntos de processos em cada unidade judiciária para verificar similaridades e comparar o tempo de tramitação. No desafio 2, algumas soluções focaram na correção desde a entrada do dado, com a criação de funcionalidade de cadastro de processos que pode ser disponibilizada a partes e advogados. Outras investiram em algoritmos que detectam irregularidades na base e corrigem erros de forma automatizada.”</p>
<p>Além de participar do Demoday, essas equipes selecionadas já recebem um prêmio de R$ 20 mil. Na segunda fase, um projeto para cada desafio será definido como ganhador. As duas equipes vencedoras – uma para cada desafio &#8211; recebem um novo prêmio de R$ 40 mil. A divulgação das ganhadoras está prevista para ocorrer no dia 7 de dezembro.</p>
<p>Para a juíza auxiliar da Presidência do CNJ Ana Lucia Andrade de Aguiar, os projetos apresentados ajudarão o Judiciário a aumentar sua eficácia nos dados produzidos. “As soluções do CNJ Inova terão uso no DataJud, que está no CNJ. No entanto, é importante que os tribunais conheçam as estratégias apresentadas, inclusive para que possam oferecer sugestões de aprimoramento.”</p>
<p>O CNJ Inova é parceria do Conselho com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), com o apoio do Lab Griô e da Plataforma Shawee, e promove projetos de ciência de dados e inteligência artificial em torno de dois desafios: tempo e produtividade e inconsistência de dados nos sistemas dos tribunais para consolidação no DataJud.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Alex Rodrigues</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias </em></p>
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		<title>CNJ vai uniformizar dados para melhorar políticas judiciárias</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/cnj-vai-uniformizar-dados-para-melhorar-politicas-judiciarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 18:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aviso de Pauta]]></category>
		<category><![CDATA[Datajud]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ Inova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a criação da Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud), em agosto, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem o desafio de organizar os dados de processos que tramitam nos tribunais, que utilizam diferentes plataformas tecnológicas. Com isso, o Judiciário vai poder conhecer sua realidade e assim adequar as suas políticas públicas da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a criação da <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud)</a>, em agosto, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem o desafio de organizar os dados de processos que tramitam nos tribunais, que utilizam diferentes plataformas tecnológicas. Com isso, o Judiciário vai poder conhecer sua realidade e assim adequar as suas políticas públicas da melhor forma.</p>
<p>“O Datajud serve também para fornecer panoramas nacionais sobre diversos assuntos, como ações ambientais, violência doméstica. No entanto, para serem comparados ou agrupados, os processos que constam do Datajud precisam ter uma uniformidade de informações”, explica a juíza auxiliar da Presidência do CNJ, Ana Lucia Andrade de Aguiar.</p>
<p>Para identificar e corrigir na as inconsistências nos metadados dos processos em tramitação nos sistemas dos tribunais, profissionais de diferentes áreas do conhecimento se reuniram para auxiliar o Poder Judiciário a mapear e resolver esses gargalos. Eles participam da <a href="https://www.cnj-inova.com/">maratona CNJ Inova</a>, parceria do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) e da Escola Nacional de Administração Pública (Enap).</p>
<p>O CNJ Inova, que conta ainda com o apoio do Lab Griô e da Plataforma Shawee, promove projetos de ciência de dados e inteligência artificial em torno de dois desafios: tempo e produtividade e inconsistência de dados nos sistemas dos tribunais para consolidação no DataJud.</p>
<p>Para o segundo desafio – inconsistências de dados nos sistemas dos tribunais– os três projetos finalistas foram selecionados em meio a 15 propostas elaboradas por 22 equipes. Os participantes desenvolveram algoritmos para serem utilizados tanto como ferramentas de limpeza, para corrigir informações, quanto como recursos de gestão de qualidade do DataJud. Os resultados dos projetos desses três grupos finalistas serão apresentados no próximo dia 28 de novembro, durante o Demoday – segunda e última fase da maratona.</p>
<p>De acordo com a juíza Ana Lucia, foi primordial para este desafio que as equipes se mostrassem atentas às informações plurais das unidades judiciárias e desenvolvessem estratégias de forma a sanear e uniformizar esses dados. Ela explica que as soluções permitem, por exemplo, a realização de comparações de produtividade entre varas, entre tribunais, no número de ingressos de processos novos e de processos julgados.</p>
<p><strong>Automação</strong></p>
<p>A equipe “CLEANJUD” é uma das que se empenharam em desenvolver mecanismos inteligentes e eficientes para manipular e analisar os dados do DataJud, que tem a projeção de armazenar mais de 300 milhões de processos judiciais, englobando os mais diversos ramos da Justiça. “Quando iniciamos um processo de resolução de um problema, os primeiros passos são as perguntas: Onde está o gargalo? Qual a causa raiz? Porque? Qual a quantidade e valor do impacto? E as respostas estão nas informações das bases de dados de processos”, analisa a advogada Jamila Fonseca, integrante da equipe.</p>
<p>Com experiência em ciência de dados, inteligência artificial e robotização, Jamila explica que o grupo desenvolveu um conjunto de programas de automatização de tratamento de dados. A solução realiza a identificação de inconsistências nos dados, geração automática de relatórios para gestão dos metadados, correção automática utilizando bases de conhecimento e controle das atualizações de correções manuais reenviadas. “Nossa solução foi criada com essa essência, dados limpos, tratados, padronizados e com qualidade, atuando em todo o fluxo da informação dentro de uma proposta de melhoria contínua.”</p>
<p>Além da advogada, fazem parte do grupo “CLEANJUD” a analista de sistemas com MBA em Governança de Tecnologia da Informação Luciana Weiler, e o arquiteto de soluções e cientista de dados Luiz Assunção.</p>
<p>Também com foco na identificação automática dos principais problemas nos dados no Datajud, o projeto desenvolvido pela equipe “FaxinaJud” permite encontrar quando um número de processo está mal formatado ou quando uma data de movimentação está incorreta ou incoerente. “A ferramenta permite que diferentes agentes do Poder Judiciário adicionem correções manuais. E também sugere algumas correções automáticas, que podem ser incorporadas na base bruta para gerar informações mais acuradas”, afirma o estatístico Julio Trecenti.</p>
<p>O grupo é composto ainda pelo especialista em processamento de linguagem natural aplicadas ao Direito e à Economia André Assumpção, o cientista da computação Caio Lente e o estatístico Bruno Daleffi.</p>
<p><strong>Buscador</strong></p>
<p>Já a equipe “Plurata” direcionou sua solução para os possíveis problemas relacionados à classe e assunto dos processos por meio da ferramenta “Buscador de Inconsistências”, desenvolvida para auxiliar advogados e procuradores no momento do cadastro de seus processos no sistema do <a href="https://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/processo-judicial-eletronico-pje/">Processo Judicial Eletrônico (PJe)</a>, com notificações de alerta quando não há correspondência entre a classe e o assunto informados.</p>
<p>Segundo a estatística Rafaela Bueno, por trás da solução estão algoritmos de aprendizagem que processam os dados em tempo real e informam a probabilidade de detecção de anomalias dos processos através de características de tribunais, classe e frequência da associação classe-assunto. No modelo estatístico desenvolvido, a proporção de casos anômalos previstos corretamente pelo modelo foi de 87%. “Acreditamos que a solução possa identificar e corrigir inconsistências nos metadados dos processos em tramitação nos sistemas dos tribunais, proporcionando melhor organização do trabalho das serventias judiciais.”</p>
<p>Compõem ainda a equipe “Plurata”, o cientista de dados Alecsander Sena, o pesquisador júnior em ciências de dados, análise de redes e inteligência artificial Gabriel Alves, o especialista em gestão da segurança da informação, Raul Carvalho o consultor de tecnologia da informação, Ruben Cruz e o desenvolvedor Yuri Serka.</p>
<p><strong>Maratona </strong></p>
<p>A próxima etapa do CNJ Inova é o Demoday, que será realizado no dia 28 de novembro. Nele, as seis equipes selecionadas – três em cada desafio -, recebem nova mentoria para melhoria de <em>design</em> dos projetos e preparação para fase de <em>pitching</em>, que é o momento de apresentação e defesa das iniciativas.</p>
<p>Além de participar do Demoday, as seis equipes já recebem um prêmio de R$ 20 mil. Na segunda fase, um projeto para cada desafio será definido como ganhador. As equipes vencedoras recebem um novo prêmio de R$ 40 mil. A divulgação das equipes ganhadoras está prevista para ocorrer no dia 7 de dezembro.</p>
<p>Ao todo, mais de 500 profissionais de diferentes áreas do conhecimento, como Direito, Administração e Tecnologia se inscreverem para a maratona. Foram formadas 68 equipes que, em apenas 10 dias, apresentaram 39 propostas.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Alex Rodrigues</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias </em></p>
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		<title>CNJ Inova: projetos trazem soluções para ampliar produtividade no Judiciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 11:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade.]]></category>
		<category><![CDATA[Datajud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oferecer uma solução inteligente para o controle interno de processos no Poder Judiciário e alertar sobre possíveis gargalos no tempo de tramitação processual. Em torno desse objetivo é que se debruçam profissionais de diferentes áreas, divididos em três grupos e que apresentam seus projetos finais para a maratona CNJ Inova, parceria do Conselho Nacional da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Oferecer uma solução inteligente para o controle interno de processos no Poder Judiciário e alertar sobre possíveis gargalos no tempo de tramitação processual. Em torno desse objetivo é que se debruçam profissionais de diferentes áreas, divididos em três grupos e que apresentam seus projetos finais para a <a href="https://www.cnj-inova.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">maratona CNJ Inova</a>, parceria do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) e da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), no próximo dia 28 de novembro.</p>
<p>O CNJ Inova, que conta ainda com o apoio do Lab Griô e da Plataforma Shawee, promove projetos de ciência de dados e inteligência artificial em torno de dois desafios: tempo e produtividade e inconsistência de dados nos sistemas dos tribunais para consolidação na <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud)</a>.</p>
<p>Para o primeiro desafio – tempo e produtividade &#8211; os três projetos finalistas foram selecionados em meio a 24 propostas desenvolvidas por 47 equipes. Eles desenvolveram metodologias e ferramentas a partir do Datajud para identificar padrões e comparar o andamento de processos em cada unidade judiciária do Brasil, levando em consideração as peculiaridades locais e o nível de complexidade, em razão da competência e da matéria do Direito.</p>
<p>A juíza auxiliar da Presidência do CNJ Ana Lucia Andrade de Aguiar destaca que, para este desafio, as equipes devem oferecer soluções que fomentem a celeridade processual, proporcionem maior eficiência nos atos, além de uma estratégia inteligente de controle interno de processos. “A ideia é desenvolver estratégias que permitam identificar onde estão os gargalos no trâmite processual, para que possamos posteriormente combatê-los com alterações de rotinas cartorárias ou até mesmo proposições de alterações legislativas.”</p>
<p>Um dos aspectos relevantes a ser observado pelas soluções apresentadas é a clusterização de unidades judiciárias semelhantes, uma vez que ela permite comparações nacionais considerando suas características específicas. O modelo de classificação deve ser capaz de identificar os fatores de discriminação entre as unidades com base nos tipos processuais nas classes, nos assuntos, no fluxo dos processos, entre outros.</p>
<p><strong>Soluções</strong></p>
<p>Uma das finalistas do desafio 1 é a equipe “KJus”, cujo nome é uma fusão entre a palavra Justiça e a letra &#8220;K&#8221;, dos clássicos algoritmos de mineração de dados KNN e K-means. A premissa da solução do grupo é simplificar o acesso ao Judiciário, comparando cada unidade judiciária conforme o referido segmento de atuação e levando em consideração os assuntos dos processos ou a partir da composição da classe processual.</p>
<p>“Nosso algoritmo agrupa unidades judiciárias semelhantes. Depois de agrupados entre os seus semelhantes, ranqueamos a produtividade das unidades judiciárias de acordo com o tempo médio necessário para se concluir o processo em cada unidade. As unidades que mais demoram são as menos produtivas. As mais rápidas e que possuem o menor tempo médio, por sua vez, são as mais produtivas”, explica o advogado e engenheiro de <em>software</em>, Pedro Delfino, um dos membros do grupo.</p>
<p>Além de funcionalidades direcionadas para a Corregedoria Nacional de Justiça e para o CNJ, o grupo propõe uma funcionalidade direcionada exclusivamente para o cidadão, na qual é possível comparar a celeridade de um processo por diferentes unidades judiciarias. “Isso é fundamental para integrar o cidadão como mais um vetor de cobrança no processo de modernização da Justiça brasileira. Aliás, com o uso dessa ferramenta, será uma potencial cobrança fundamentada<strong>.</strong> O cidadão é parte da rede do Poder Judiciário”, afirma Pedro Delfino.</p>
<p>A equipe “KJus” conta com mais quatro integrantes: a bacharel em Direito e consultora de projetos envolvendo a administração pública, Fernanda Almeida, o economista e cientista de dados, Gabriel Novais, a administradora e designer Nívea Virgolino e o economista e também engenheiro de <em>software</em>, João Venoroso.</p>
<p><strong>Prognóstico</strong></p>
<p>Formada pelo especialista em gestão estratégica de processos de negócio Diego Lages, pelo engenheiro de <em>software</em> Fernando Oliveira, pelo engenheiro de dados Gabriel Bandeira, pelo cientista de dados Luiz Felipe Verçosa, pelo especialista em design de <em>web apps</em> Wagner Beethoven e pelo engenheiro de computação Renato Cirne, a equipe “Panorama” traz uma solução também focada na comparação de unidades judiciárias e que permite a identificação dos principais gargalos e transições de destaque do processo.</p>
<p>De acordo com Lages, as técnicas de inteligência computacional utilizadas permitem um prognóstico preciso por meio da identificação dos principais problemas enfrentados pelas unidades judiciárias, bem como o compartilhamento das boas práticas encontradas. “Como resultado prático, nossa solução permitirá que o CNJ saiba a quem cobrar resultados além de sugerir pontos de melhoria. Isso resultará em uma melhoria processual em diversas varas pelo Brasil trazendo menor tempo de espera para o cidadão que aguarda o resultado de um julgamento.”</p>
<p>Já a equipe “EITA &#8211; Mais que dados, informação estratégica” apresenta projeto no qual utiliza a mineração de processos para entregar ao gestor público uma ferramenta de acompanhamento e comparação dos fluxos de trabalho no Judiciário, fornecendo apoio na tomada de decisão. Pela solução, é possível mapear o ciclo de vida dos processos e identificar os gargalos existentes, otimizando e dando mais celeridade na tramitação de processos judiciais.</p>
<p>“Ela se utiliza de inteligência artificial para prever possíveis pontos de demora no trâmite de processos, o que permite atuação mais assertiva na resolução de demandas, inclusive de forma preventiva”, explica o analista de sistemas e arquiteto de soluções, Cleber Tavares de Moura. Além de Moura, a equipe EITA conta ainda com o mestre em inteligência computacional e analista de sistemas Hadautho Roberto Barros, o juiz José Faustino Macedo, a arquiteta de dados Suely Batista e os gestores de tecnologia da informação Fabio Cruz e Luiz Henrique Seus.</p>
<p><strong>Maratona</strong></p>
<p>A próxima etapa do CNJ Inova é o Demoday, que será realizado no dia 28 de novembro. Nele, as seis equipes selecionadas – três em cada desafio -, recebem nova mentoria para melhoria de <em>design</em> dos projetos e preparação para fase de <em>pitching</em>, que é o momento de apresentação e defesa das iniciativas.</p>
<p>Além de participar do Demoday, as seis equipes já recebem um prêmio de R$ 20 mil. Na segunda fase, um projeto para cada desafio será definido como ganhador. As equipes vencedoras recebem um novo prêmio de R$ 40 mil. A divulgação das equipes ganhadoras está prevista para ocorrer no dia 7 de dezembro.</p>
<p>Ao todo, mais de 500 profissionais de diferentes áreas do conhecimento, como Direito, Administração e Tecnologia se inscreverem para a maratona. Foram formadas 68 equipes que, em apenas 10 dias, apresentaram 39 propostas.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Alex Rodrigues</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
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		<title>CNJ Inova: seis projetos concorrem no Demoday</title>
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		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 15:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) divulgaram no domingo (1/11) a relação dos seis projetos classificados para a segunda fase do CNJ Inova. A próxima etapa é o Demoday, que será realizado em 19 de novembro. Nele, as equipes recebem nova mentoria para melhoria de design dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) divulgaram no domingo (1/11) a relação dos seis projetos classificados para a segunda fase do <a href="https://www.cnj-inova.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CNJ Inova</a>. A próxima etapa é o Demoday, que será realizado em 19 de novembro. Nele, as equipes recebem nova mentoria para melhoria de <em>design</em> dos projetos e preparação para fase de <em>pitching</em>, que é o momento de apresentação e defesa das iniciativas.</p>
<p>O CNJ Inova, que conta ainda com o apoio do Lab Griô e da Plataforma Shawee, promove projetos de ciência de dados e inteligência artificial em torno de dois desafios: tempo e produtividade e inconsistência de dados nos sistemas dos tribunais para consolidação na <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud)</a>. Foram formadas 68 equipes, com profissionais de diferentes áreas do conhecimento, como Direito, Administração e Tecnologia que, em apenas 10 dias, apresentaram 39 propostas.</p>
<p>No primeiro desafio, foram 24 propostas. Nele, os participantes tiveram que, a partir do DataJud, criar metodologias e ferramentas para identificar padrões e comparar o andamento de processos em cada unidade judiciária do Brasil. Os três projetos que foram selecionados foram “EITA &#8211; Mais que dados, informação estratégica”, “KJus” e “Panorama”.</p>
<p>Para o segundo desafio, as equipes desenvolveram 15 projetos para identificar e corrigir inconsistências nos metadados – referências nos registros de sistemas que facilitam o entendimento dos relacionamentos e a utilidade das informações &#8211; dos processos em tramitação nos sistemas dos tribunais, que são base para uma consolidação qualificada no Datajud. Os selecionados para a próxima etapa foram “FaxinaJud”, “CLEANJUD” e “Buscador de Inconsistências”.</p>
<p>Até esta terça-feira (3/11), as equipes podem apresentar recursos para buscarem melhorar a classificação dos seus projetos e terem a oportunidade de participar do Demoday. O calendário do CNJ Inova prevê a divulgação final dos resultados da primeira fase até sexta-feira (6/11).</p>
<p>Além de participar do Demoday, as seis equipes selecionadas já recebem um prêmio de R$ 20 mil. Na segunda fase, um projeto para cada desafio será definido como ganhador. As equipes vencedoras recebem um novo prêmio de R$ 40 mil.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/cnj-inova-seis-projetos-concorrem-no-demoday/">CNJ Inova: seis projetos concorrem no Demoday</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
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		<title>Desafios do CNJ Inova buscam aprimorar produtividade e dados da Justiça</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/desafios-do-cnj-inova-buscam-aprimorar-produtividade-e-dados-da-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2020 21:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens de Mendonça Canuto Neto]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ Inova]]></category>
		<category><![CDATA[comissão permanente]]></category>
		<category><![CDATA[webinar]]></category>
		<category><![CDATA[Datajud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Começou na sexta-feira (9/10) o CNJ Inova, a maratona de ciência de dados e inteligência artificial em torno de dois desafios: tempo e produtividade e inconsistência de dados nos sistemas dos tribunais para consolidação na Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud). “A contribuição de cada um, de cada equipe, é essencial para darmos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Começou na sexta-feira (9/10) o <a href="https://www.cnj-inova.com/home">CNJ Inova</a>, a maratona de ciência de dados e inteligência artificial em torno de dois desafios: tempo e produtividade e inconsistência de dados nos sistemas dos tribunais para consolidação na <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud)</a>. “A contribuição de cada um, de cada equipe, é essencial para darmos um salto de qualidade na gestão dos dados do Poder Judiciário. E o DataJud poderá nos proporcionar uma visão de sistema de Justiça que hoje nós não temos”, explicou a juíza auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ana Aguiar.</p>
<p>São mais de 500 profissionais, de diferentes áreas do conhecimento, como Direito, Administração e Tecnologia, que estão participando do evento. Promovido pelo CNJ e pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), com a organização do Lab Griô e da Plataforma Shawee, a edição dará prêmios totais de R$ 200 mil aos vencedores.</p>
<blockquote><p><a href="https://www.cnj-inova.com/home">Acesse aqui para saber mais sobre o CNJ Inova</a></p></blockquote>
<p>Para o conselheiro do CNJ e presidente da <a href="https://www.cnj.jus.br/sobre-o-cnj/organograma/comissoes/comissao-de-tecnologia-da-informacao-e-inovacao/">Comissão Permanente de Tecnologia da Informação e Inovação</a>, Rubens Canuto, os desafios do CNJ Inova trarão mais efetividade e agilidade à Justiça, aperfeiçoando ainda mais a divulgação da produtividade e da qualidade do trabalho. “Não basta apenas o Judiciário produzir, tem que ser eficiente. A sociedade precisa ter conhecimento desse trabalho desenvolvido. A informação tem que ser passada de forma precisa.”</p>
<p>No primeiro desafio, os participantes vão, a partir do DataJud, criar metodologias e ferramentas para identificar padrões e comparar o andamento de processos em cada unidade judiciária do Brasil. O segundo desafio é identificar e corrigir inconsistências nos metadados – referências nos registros de sistemas que facilitam o entendimento dos relacionamentos e a utilidade das informações &#8211; dos processos em tramitação nos sistemas dos tribunais, que são base para uma consolidação qualificada no Datajud.</p>
<p>“O CNJ já tem se mostrado inovador e vanguardista em trabalhar com dados. E a nossa Justiça tem condições de se tornar mais produtiva com uma melhor compreensão e análise de um volume de dados muito grande [<a href="https://www.cnj.jus.br/datajud-registra-mais-de-6-bilhoes-de-movimentacoes-processuais/">como é o Datajud</a>]”, destacou o presidente da Enap, Diogo Costa.</p>
<p><strong>Equipes</strong></p>
<p>Os participantes do CNJ Inova são organizados em equipes multidisciplinares, com até seis pessoas em cada, que vão desenvolver os projetos em duas fases. Na primeira fase, as equipes vão focar na base tecnológica das soluções, com apoio de mentores. Ainda há uma agenda de palestras complementares, para dar suporte conceitual e sobre as soluções tecnológicas existentes em todo o país.</p>
<p>Os projetos devem ser apresentados até o dia 21 de outubro. Seis equipes serão classificadas para a próxima fase, o Demoday. Elas já são contempladas com um prêmio de R$ 20 mil cada.</p>
<p>No Demoday, a segunda fase, que será realizada em 19 de novembro, haverá nova rodada de mentoria para melhoria de design dos projetos. E ainda contará com preparação para fase de <em>pitching</em>, onde as iniciativas serão apresentadas e defendidas. Duas equipes serão escolhidas vencedoras – uma para cada desafio – e receberão novo prêmio de R$ 40 mil cada.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Alex Rodrigues</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p><strong>Reveja o evento de abertura do CNJ Inova no canal do YouTube</strong></p>
<p align="center"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Se2-NqdYg94" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Tecnologia: Começa hoje (9/10) a maratona CNJ Inova</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/tecnologia-comeca-hoje-9-10-a-maratona-cnj-inova/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2020 18:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aviso de Pauta]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois desafios. 522 participantes. 13 dias de desenvolvimento. Prêmios totais de R$ 200 mil. Esses são alguns números do CNJ Inova, a maratona de ciência de dados e inteligência artificial que será iniciada nesta sexta-feira (9/10), às 18h, com transmissão ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube. Realizado pelo Conselho Nacional de Justiça e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/tecnologia-comeca-hoje-9-10-a-maratona-cnj-inova/">Tecnologia: Começa hoje (9/10) a maratona CNJ Inova</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois desafios. 522 participantes. 13 dias de desenvolvimento. Prêmios totais de R$ 200 mil. Esses são alguns números do <a href="https://www.cnj-inova.com/home">CNJ Inova</a>, a maratona de ciência de dados e inteligência artificial que será iniciada nesta sexta-feira (9/10), às 18h, com transmissão ao vivo pelo <a href="https://www.youtube.com/user/cnj?gl=BR">canal do CNJ no YouTube</a>.</p>
<p>Realizado pelo Conselho Nacional de Justiça e pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), com a organização do Lab Griô e da Plataforma Shawee, o evento busca projetos que enfrentem a necessária melhoria da produtividade judicial, buscando acelerar a tramitação de processos, e o alinhamento e saneamento de dados para a qualificação da <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/datajud/">Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud)</a>.</p>
<p>Na primeira fase, as equipes vão focar na na base tecnológica das soluções, com apoio de mentores de diversas áreas de atuação, para guiar as atividades. Ainda há uma agenda de palestras complementares, para dar suporte conceitual e sobre as soluções tecnológicas existentes em todo o país.</p>
<p>Nessa fase, seis equipes serão classificadas para o Demoday e já ganham um prêmio de R$ 20 mil. No Demoday, a segunda fase, que será realizada em 19 de novembro, haverá nova mentoria para melhoria de design dos projetos e preparação para fase de <em>pitching</em>, que é o momento de apresentação e defesa das iniciativas. Duas equipes serão escolhidas vencedoras – uma para cada desafio &#8211; e receberão novo prêmio de R$ 40 mil cada.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p><strong>Assista a abertura do CNJ Inova no canal do YouTube</strong></p>
<p align="center"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/rqoXJKNFLXA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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