<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Emmanoel Pereira Archives - Portal CNJ</title>
	<atom:link href="https://wwwh.cnj.jus.br/tag/emmanoel-pereira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Conselho Nacional de Justiça</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 Oct 2021 19:26:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.5.3</generator>

<image>
	<url>https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2020/06/Favicons-Portal-CNJ-1-36x36.jpg</url>
	<title>Emmanoel Pereira Archives - Portal CNJ</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Plenário abre PAD para investigar declarações políticas de magistrado</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/plenario-abre-pad-para-investigar-declaracoes-politicas-de-magistrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 22:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Processos Disciplinares / PAD RD e RevDis]]></category>
		<category><![CDATA[Sessão Ordinária]]></category>
		<category><![CDATA[TRF1 (AC / AM / AP / BA / DF / MA / MT / PA / PI / RO / RR / TO)]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens de Mendonça Canuto Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Candice Lavocat Galvão Jobim]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Fux]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões do CNJ / Plenário ou Monocráticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=157280</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instaurou processo administrativo disciplinar contra um magistrado do Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF1), para apurar suposta violação da vedação de atividade político-partidária. A decisão foi dada por unanimidade pelo Plenário do CNJ durante a 337º Sessão Ordinária, realizada nesta terça-feira (31/8). Conforme o Pedido de Providências n. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/plenario-abre-pad-para-investigar-declaracoes-politicas-de-magistrado/">Plenário abre PAD para investigar declarações políticas de magistrado</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instaurou processo administrativo disciplinar contra um magistrado do Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF1), para apurar suposta violação da vedação de atividade político-partidária. A decisão foi dada por unanimidade pelo Plenário do CNJ durante a <a href="https://www.cnj.jus.br/lista-de-processos-da-sessao/?sessao=712">337º Sessão Ordinária</a>, realizada nesta terça-feira (31/8).</p>
<p>Conforme o Pedido de Providências n. 0005736-28.2020.2.00.0000, a Corregedoria Regional da Justiça Federal da 1º Região decidiu arquivar o processo contra o juiz federal Eduardo Luiz Rocha Cubas, acusado de se manifestar em assuntos político-partidárias, o que fere a Constituição Federal, a Lei Orgânica da Magistratura (Loman) e o Código de Ética da Magistratura. O TRF1 alegou a inexistência de elementos suficientes para a instauração de um PAD e arquivou o processo.</p>
<p>O relator do processo no CNJ, conselheiro ministro Emmanoel Pereira, refutou o argumento do TRF1 e apontou que no Portal da União Nacional dos Juízes Federais (Unajufe), presidida por Eduardo Luiz Rocha Cubas, houve postagens de apoio à indicação para cargo no Banco Mundial, o que caracterizaria uma manifestação política, vedada aos magistrados. “Determinei a apreciação do caso ao Plenário por entender que há justa causa para instauração de procedimento de natureza disciplinar.”</p>
<p>Em seu voto, Emmanoel Pereira lembrou ainda as orientações da <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/3124">Resolução CNJ n. 305/2018</a>, que fixa os limites do exercício da liberdade de expressão em redes sociais pelos juízes, de forma a compatibilizar o exercício ao interesse público e aos demais princípios que regem a carreira da magistratura. “O Plenário do CNJ já se manifestou que postagens de cunho político-partidário consubstanciado à aprovação ou desaprovação a líderes políticos constitui conduta passível de punição disciplinar.”</p>
<p>O conselheiro relator propôs, inicialmente, a revisão disciplinar, com posterior abertura do PAD, sem afastamento do juiz de suas funções. O Plenário sugeriu que, por questão de economia processual, fosse feita uma alteração no voto, incluindo a portaria de instauração imediata do PAD, o que foi acatado pelo relator. A corregedora Maria Thereza Assis Moura declarou seu impedimento e a conselheira Candice Jobim, sua suspeição.</p>
<p><strong>Despedida</strong></p>
<p>A 337ª Sessão Ordinária foi a última que contou com a participação do ministro Emmanoel Pereira e também da conselheira Candice Jobim e do conselheiro Rubens Canuto, que encerram seus mandatos ainda este mês. Ao agradecer o trabalho prestado pelo três ao CNJ, o ministro Luiz Fux, destacou a convivência harmoniosa e produtiva. “Hoje, vivemos um misto de alegria e saudade. O tempo voa, principalmente quando temos companhias tão amistosas.”</p>
<p style="text-align: right;"><em>Lenir Camimura </em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias </em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Reveja a 337ª Sessão Ordinária no canal do CNJ no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RcGPH8UEIUA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p align="center"><strong>Veja mais fotos no Flickr do CNJ</strong><br />
<a title="31/08/2021 - 337ª Sessão Ordinária" href="https://www.flickr.com/photos/cnj_oficial/albums/72157719756559004" data-flickr-embed="true" data-footer="true"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://live.staticflickr.com/65535/51416438369_0b4dc6fef9_z.jpg" alt="31/08/2021 - 337ª Sessão Ordinária" width="640" height="480" /></a><script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-pessoas.png" border="0" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/plenario-abre-pad-para-investigar-declaracoes-politicas-de-magistrado/">Plenário abre PAD para investigar declarações políticas de magistrado</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pauta da 337ª Sessão Ordinária do CNJ inclui incentivo à participação feminina</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/pauta-da-337a-sessao-ordinaria-do-cnj-inclui-incentivo-a-participacao-feminina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 09:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Execução / Fiscal e Civil e Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Ivana Farina Navarrete Pena]]></category>
		<category><![CDATA[Candice Lavocat Galvão Jobim]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens de Mendonça Canuto Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Feminina / Mulher no Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[equidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sessão Ordinária]]></category>
		<category><![CDATA[Restrições Judiciais sobre Veículos Automotores (Renajud)]]></category>
		<category><![CDATA[Aviso de Pauta]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=156844</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reúne seus membros nesta terça-feira (31/8) para a 337ª Sessão Ordinária do órgão. A sessão está marcada para ocorrer ao longo de todo o dia, a partir das 10h, com transmissão pelo canal do CNJ no YouTube. Na pauta, estão 36 processos, entre eles o Ato Normativo n. 0006423-68.2021.2.00.0000, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/pauta-da-337a-sessao-ordinaria-do-cnj-inclui-incentivo-a-participacao-feminina/">Pauta da 337ª Sessão Ordinária do CNJ inclui incentivo à participação feminina</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reúne seus membros nesta terça-feira (31/8) para a <a href="https://www.cnj.jus.br/pautas/pautas-presenciais/">337ª Sessão Ordinária do órgão</a>. A sessão está marcada para ocorrer ao longo de todo o dia, a partir das 10h, com transmissão pelo <a href="https://www.youtube.com/user/cnj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal do CNJ no YouTube</a>.</p>
<p>Na pauta, estão 36 processos, entre eles o Ato Normativo n. 0006423-68.2021.2.00.0000, para aprimoramento da Política Nacional de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário. A proposta, relatada pela conselheira Ivana Farina, incentiva a criação de um repositório on-line para cadastramento de dados de mulheres juristas com <em>expertise</em> nas diferentes áreas do Direito a fim de que, sempre que for possível, tais profissionais participem de eventos e ações institucionais.</p>
<p>A sugestão, apresentada pelo <a href="https://www.cnj.jus.br/observatorio/observatorio-direitos-humanos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário</a>, foi levada ao grupo de trabalho formado no CNJ para promover o diálogo com os tribunais sobre o cumprimento da política de incentivo a participação feminina na Justiça. Ivana Farina cita em seu voto dados relativos à desproporção encontrada em vários níveis, entre homens e mulheres, no Poder Judiciário. Segundo dados da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) relativos às referências bibliográficas, não há nenhuma mulher entre os 15 autores mais citados em textos de juízes e juízas.</p>
<p><strong>Outros itens</strong></p>
<p>Boa parte dos processos contidos na pauta da última sessão plenária de agosto é relativa a questões disciplinares. Do total de processos, 15 são revisões, reclamações e processos administrativos disciplinares. Também estão listados outros dois atos normativos, três procedimentos de comissão, uma consulta e um acompanhamento de cumprimento de decisão, além de cinco pedidos de providências e oito procedimentos de controle administrativos, incluindo quatro recursos a decisões anteriores.</p>
<p>A sessão plenária será a última do ministro Emmanoel Pereira, que deixa a cadeira do conselho no dia 15 de setembro, do desembargador federal Rubens Canuto Neto e da juíza federal Candice Lavocat Galvão Jobim, que saem no dia 9.</p>
<p><strong>Solenidades</strong></p>
<p>Além da pauta de julgamentos, conselheiros e conselheiras do CNJ participam de duas solenidades de assinatura de termos de cooperação. O primeiro, às 13h45, é um ato com a Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Após o fim da sessão, haverá cerimônia de assinatura de parceria entre o CNJ, Ministério da Infraestrutura e Ministério da Justiça para aperfeiçoamento do <a href="https://www.cnj.jus.br/sistemas/renajud-4/">RenaJud</a>, sistema eletrônico de restrição judicial de veículos que interliga o Judiciário ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).</p>
<p style="text-align: right;"><em>Regina Bandeira</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p align="center"><strong>Assista à 337ª Sessão (manhã) no canal do CNJ no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LN_TTNEUxs4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p align="center"><strong>Assista à 337ª Sessão (tarde) e solenidades no canal do CNJ no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RcGPH8UEIUA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/07/macro-agilidade-e-produtividade-na-prestacao-jurisdicional.png" border="0" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC.png" border="0" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso.png" border="0" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-pessoas.png" border="0" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/pauta-da-337a-sessao-ordinaria-do-cnj-inclui-incentivo-a-participacao-feminina/">Pauta da 337ª Sessão Ordinária do CNJ inclui incentivo à participação feminina</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Garantia à liberdade de expressão deve primar pela proteção da sociedade</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/garantia-a-liberdade-de-expressao-deve-primar-pela-protecao-da-sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 09:54:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Flavia Moreira Guimarães Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho (TST)]]></category>
		<category><![CDATA[Superior Tribunal de Justiça (STJ)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=156645</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os direitos constitucionais de proteção e garantia à liberdade de imprensa e de informação se referem primordialmente à preservação do público e da sociedade, sob risco de cumplicidade, com tentativas de falsificação da realidade, estímulo à criminalidade e desrespeito à ordem constitucional. Essa foi a visão expressa pelos participantes do webinário “Imprensa, democracia e Poder [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/garantia-a-liberdade-de-expressao-deve-primar-pela-protecao-da-sociedade/">Garantia à liberdade de expressão deve primar pela proteção da sociedade</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os direitos constitucionais de proteção e garantia à liberdade de imprensa e de informação se referem primordialmente à preservação do público e da sociedade, sob risco de cumplicidade, com tentativas de falsificação da realidade, estímulo à criminalidade e desrespeito à ordem constitucional. Essa foi a visão expressa pelos participantes do webinário “Imprensa, democracia e Poder Judiciário”, realizado nessa quinta-feira (26/8), pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>O encontro contou com a participação da conselheira do CNJ Flávia Pessoa, do procurador-geral da República, Augusto Aras, e dos desembargadores Amauri Moura Sobrinho, do Tribunal de Justiça do Rio Grande de Norte (TJRS), e Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), além do jornalista William Waack. O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, e a presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministra Maria Cristina Peduzzi também participaram do evento.</p>
<p>O conselheiro e presidente da Comissão Executiva Nacional do Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa, Emmanoel Pereira, afirmou que o exercício da liberdade de expressão passa pela consciência dos mecanismos dos limites que acondicionam. “Em uma época em que instituições se apresentam tensionadas, em que verdades são postas à prova e em que a tolerância com as opiniões divergentes anda desvalorizada, polos ideológicos se excedem no uso das palavras liberdade de expressão à guisa de justificativa dos próprios abusos, e esquecem-se frequentemente de que a proteção e a garantia constitucionais no exercício da liberdade de expressão e informação referem-se primordialmente à proteção do público e da sociedade.”</p>
<p>A liberdade de expressão com responsabilidade, o inquérito das <em>fake news</em> e a atuação da Operação Lava Jato com repercussão na reputação das instituições foram abordados no painel “A evolução da liberdade de imprensa com democracia”. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou uma perspectiva histórica dos 33 anos da Constituição, lembrando que a Carta Magna de 1988 tem legado ao país o mais longo período de normalidade institucional da vida republicana e que os direitos fundamentais e sociais são marcos inequívocos.</p>
<p>O decano citou algumas decisões do STF em relação à liberdade de imprensa mencionando o inquérito das <em>fake news</em>, aberto em 2019. “O inquérito ainda não se encerrou, mas houve várias medidas de busca e apreensão, algumas prisões, medidas de quebra de sigilo de órgãos e instituições que atuavam no sentido de fomentar um tipo de desestabilização de um pilar das instituições democráticas do país.”</p>
<p><strong>Instituições</strong></p>
<p>O jornalista William Waack afirmou que muitos atores políticos que clamam por liberdade e democracia o fazem com o objetivo de utilizar a prerrogativa dos direitos fundamentais para limitar ou destruir a liberdade individual e coletiva. Para ele, a raiz da proliferação de notícias falsas que visam desacreditar as instituições está nas próprias instituições. “Esse descrédito atinge a todos, e a imprensa é um dos mais atingidos. As <em>fake news</em> não são mentira propagada de forma explosiva pelos meios digitais. É o fato de as instituições até aqui entendidas como guardiãs da veracidade objetiva do fato perderam essa função aos olhos da sociedade. Isso é, na minha opinião, o grande fator sobre como as <em>fake news</em> no Brasil se transformaram em tal fenômeno de amplitude e gravidade.”</p>
<p>O ministro do STJ Luiz Alberto Gurgel de Farias falou sobre a necessidade de limites à liberdade de imprensa sob o risco de, em sua opinião, retorno à barbárie. “A liberdade de expressão tem seus limites, os cidadãos não estão livres para gritar fogo falsamente em um teatro lotado”, analisou. Em meio à proliferação das fake news há, segundo ele, um despertar para os excessos. Para o ministro, os sites de checagem de informação são um exemplo de correção.</p>
<p>Entre os riscos, ele citou o caso dos Estados Unidos, país onde a disseminação maciça de notícias falsas sobre fraude na última eleição presidencial tem levado, de acordo com pesquisas de opinião, entre um quarto a um terço da população a acreditar que houve irregularidades no processo eleitoral. “É uma notícia sem prova que, de tanto ser repetida, acaba sendo assimilada pela população e isso não é bom para o exercício da cidadania”, afirmou. Gurgel apontou como importante a responsabilidade individual e que os cidadãos devem se informar a partir de dados isentos e verdadeiros e ter cuidado no compartilhamento de informações rápidas que estão ao alcance das mãos e que podem não passar de fake news transvertidas de notícias.</p>
<p><strong>Transparência</strong></p>
<p>A atuação dos jornalistas e dos veículos da imprensa para fiscalizar a transparência do poder público foi o ponto abordado pelo presidente do STJ, ministro Humberto Martins. “A transparência é a meta a ser buscada e a imprensa tem papel fundamental no exercício dessa fiscalização.”</p>
<p>A partir dessa perspectiva, Martins disse que o Judiciário é o garantidor dos direitos individuais e coletivos e que essa prerrogativa vem sendo cumprida com determinação e espírito público. “A permanente vigilância torna nossas instituições democráticas cada vez mais respeitadas e acreditadas pelo povo.”</p>
<p>O papel da imprensa em dar voz a diferentes atores, de difundir as mais variadas vertentes de um mesmo tema e de indicar soluções para os conflitos latentes nas democracias foram aspectos apontados pela presidente do Superior Tribunal do Trabalho (TST), ministra Maria Cristina Peduzzi. A ministra comentou que cada veículo deve ser livre e receber tratamento isonômico para veicular opiniões divergentes e que esse “é um direito fundamental garantido pela Constituição e um pilar do Estado Democrático de Direito.”</p>
<p>Ao defender a liberdade de expressão, o procurador-geral da República destacou que a defesa da democracia se dá pela cobrança efetiva de transparência dos atos praticados pelo Estado. “Cobrança que não é feita apenas pelo controle exercido entre os Poderes e instituições de fiscalização e controle, mas também pela imprensa.”</p>
<p>Aras afirmou que não cabem críticas à liberdade de imprensa, que é um direito irrestrito garantido pela Constituição, uma vez que também estão previstas sanções aos que exorbitam o direito de informar. &#8220;Vamos manter acesa essa chama da liberdade pela via da busca permanente da verdade, a preservação da memória dessa verdade, com respeito aos fatos e às fontes, com respeito à dignidade da pessoa humana na qual se insere o direito à intimidade, à dignidade de cada cidadão brasileiro.&#8221;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Luciana Otoni</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p align="center"><strong>Reveja o evento no canal do CNJ no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/aHA3JYozo8k?start=630" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png" border="0" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/garantia-a-liberdade-de-expressao-deve-primar-pela-protecao-da-sociedade/">Garantia à liberdade de expressão deve primar pela proteção da sociedade</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juristas discutem balizas para liberdades de expressão e de imprensa</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/juristas-discutem-balizas-para-liberdades-de-expressao-e-de-imprensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 09:48:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[TRF1 (AC / AM / AP / BA / DF / MA / MT / PA / PI / RO / RR / TO)]]></category>
		<category><![CDATA[TJRN]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=156643</guid>

					<description><![CDATA[<p>Depois que o debate político invadiu as redes sociais, as denúncias de abusos das liberdades de expressão e de imprensa extrapolaram o ambiente virtual da internet e chegaram à Justiça, especialmente nos últimos anos. Os limites legais dessas liberdades fundamentais foram o foco do debate que reuniu, nessa quinta-feira (26/8), o procurador-geral da República, Augusto [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/juristas-discutem-balizas-para-liberdades-de-expressao-e-de-imprensa/">Juristas discutem balizas para liberdades de expressão e de imprensa</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que o debate político invadiu as redes sociais, as denúncias de abusos das liberdades de expressão e de imprensa extrapolaram o ambiente virtual da internet e chegaram à Justiça, especialmente nos últimos anos. Os limites legais dessas liberdades fundamentais foram o foco do debate que reuniu, nessa quinta-feira (26/8), o procurador-geral da República, Augusto Aras, o desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Ney Bello, e o desembargador do <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-do-rio-grande-do-norte-tjrn/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN)</a> Amaury Moura Sobrinho, no segundo painel do Webinário Imprensa, Democracia e Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>Aras afirmou que a Constituição estabeleceu balizas éticas ao tratar as liberdades de expressão e de imprensa como direitos fundamentais, sem deixar de proteger os direitos à privacidade e intimidade dos cidadãos. Contra a censura prévia, Aras lembrou o mecanismo que prevê a possibilidade de questionamento a qualquer abuso da “livre a manifestação do pensamento” a posteriori – no caso específico, após a publicação das informações por empresa de comunicação.</p>
<p>O procurador-geral da República lembrou da responsabilidade do trabalho da imprensa para se evitar ataques à honra de quem é alvo de publicação de informações inverídicas, mas também ao próprio Estado Democrático de Direito. “O Estado de Direito é aquele que se opõe ao estado de arbítrio. O Estado de Direito é o estado de submissão à lei, é o estado do império do direito, e esse estado impõe a verdade, a memória, para que todos tenhamos segurança jurídica. Toda vez que uma matéria é divulgada na imprensa e os fatos e as fontes não correspondem à verdade, atenta-se contra o Estado de Direito, pois cria-se um estado artificial, com graves riscos não só para a honra dos destinatários da notícia, mas também para a própria noção da sociedade, que tem na liberdade de imprensa a sua primeira das salvaguardas.”</p>
<p>De acordo com o desembargador do TRF1 Ney Bello, a liberdade de expressão não pode servir de pretexto para – paradoxalmente – encobertar ameaças a si própria. O magistrado afirmou que o Brasil convive atualmente com inimigos internos da democracia que se aproveitam de um momento histórico, em que há overdose comunicativa e um sentimento generalizado de anti-intelectualismo, para impor sua agenda, por meio das “pequenas televisões de bolso”, com <em>fake news</em>, pós-verdade, notícias inverossímeis, interpretações distorcidas, análises parciais sobre fatos sobre os quais não se tem compromisso com a verdade. “Eu não posso, ao argumento da liberdade de comunicação, nem agredir a democracia de dentro para fora, nem utilizar esses canais hiperbolizados para conduzir o pensamento específico daqueles que estão lendo ou consumindo a notícia através de suas pequenas grandes telas.”</p>
<p>O magistrado defendeu mudanças na legislação, como, por exemplo, regulamentação da liberdade da expressão na internet para banir o anonimato nas redes sociais que se materializa no impulsionamento de publicações por robôs, além da possibilidade de se responsabilizar as plataformas de comunicação para coibir excessos de liberdade de expressão. O desembargador Ney Bello apoiou a necessidade de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, a exemplo das supremas cortes dos Estados Unidos da América e da Alemanha, para separar a conclamação pública ao cometimento de ilícitos da liberdade de expressão.</p>
<p><strong>Responsabilidade individual</strong></p>
<p>O desembargador do TJRN Amaury Moura Sobrinho defendeu que a atitude individual também pode ajudar a prevenir abusos da liberdade de expressão. Afirmou que não repassar informações e notícias duvidosas e sem procedência verificada ou verossimilhança é um método para evitar a proliferação desta “prática tão odiosa quanto nefasta”, que causa descrédito social ao trabalho da imprensa e compromete a formação do pensamento, os juízos de valor do povo e a própria participação na vida pública dos cidadãos.</p>
<p>“Nós, magistrados, podemos contribuir para o banimento dessa prática, na seleção do conteúdo que nos é repassado e, por descuido ou convicção pessoal, encaminhamos para divulgar notícias e factoides sem certeza da veracidade ou origem. Nós também temos parcela de responsabilidade para evitar, o quanto possível, a propagação desse tipo de prática de divulgação de notícias inverídicas”, afirmou.</p>
<p>O coordenador do webinário, conselheiro do CNJ Emmanoel Pereira, ressaltou a importância dos debates sobre liberdade de expressão dentro do Poder Judiciário. “A liberdade de expressão é um direito fundamental, inalienável, inerente de todas as pessoas, requisito de sociedade democrática. Aqui (no evento), nós tentamos trazer uma luz a todos que participam do encontro sobre o verdadeiro significado dessa expressão que é tão usada nos dias de hoje: liberdade de expressão.”</p>
<p style="text-align: right;"><em>Manuel Carlos Montenegro</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p align="center"><strong>Reveja o evento no canal do CNJ no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/aHA3JYozo8k?start=630" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png" border="0" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/juristas-discutem-balizas-para-liberdades-de-expressao-e-de-imprensa/">Juristas discutem balizas para liberdades de expressão e de imprensa</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tribunal Eleitoral baiano é destaque em Ranking da Transparência</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/tribunal-eleitoral-baiano-e-destaque-em-ranking-da-transparencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 22:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking da Transparência]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[comissão permanente]]></category>
		<category><![CDATA[Transparência]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-BA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=156612</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) ficou em segundo lugar no Ranking de Transparência 2021 do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atingindo quase 100% dos quesitos exigidos. A classificação envolve todos os tribunais do país e é realizada há quatro anos. O TRE-BA divide a posição com mais cinco tribunais, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/tribunal-eleitoral-baiano-e-destaque-em-ranking-da-transparencia/">Tribunal Eleitoral baiano é destaque em Ranking da Transparência</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) ficou em segundo lugar no <a href="https://www.cnj.jus.br/transparencia-cnj/ranking-da-transparencia/ranking-da-transparencia-2021/">Ranking de Transparência 2021 do Poder Judiciário</a>, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atingindo quase 100% dos quesitos exigidos. A classificação envolve todos os tribunais do país e é realizada há quatro anos. O TRE-BA divide a posição com mais cinco tribunais, com 99,48% de atendimento aos requisitos exigidos pelo CNJ.</p>
<p>Para atingir esse posto, o Tribunal implementou o monitoramento quadrimestral das informações publicadas no portal da Internet, com foco na Lei 12.527/2011 e nos itens exigidos pelo Ranking da Transparência. O presidente do TRE-BA, desembargador Roberto Maynard Frank, comemorou o resultado. “Esta colocação, sem dúvidas, demonstra o empenho do TRE da Bahia e de seus servidores em, cada vez mais, atender aos princípios constitucionais da transparência. Tais dados são fundamentais para nortear nossa gestão e aprimorar ainda mais a prestação do serviço jurisdicional.”</p>
<p>O secretário de Planejamento, de Estratégia e de Eleições do Tribunal, Victor Xavier, afirma que “o ranking de transparência do CNJ reflete a maneira como o TRE da Bahia se posiciona diante da sociedade, divulgando todos os dados e informando todas as suas atividades”. “Neste ano, nós conseguimos obter um desempenho ainda melhor do que no ano passado. É motivo de muita satisfação ver o nosso trabalho, os nossos esforços, reconhecidos pelo CNJ.”</p>
<p>A servidora Kércia Sodré, chefe da Seção de Apoio à Governança e de Gerenciamento de Projetos do TRE-BA, afirma que esse desempenho é fruto de um trabalho realizado nos últimos anos. “Em 2020, atingimos o percentual de 98,45% de atendimento aos itens e ficamos em 1º Lugar. Neste ano, atingimos um percentual ainda maior, atendendo a 99,48% dos quesitos, o que demonstra nosso compromisso com a transparência e como os tribunais do país têm se empenhado em cumprir os requisitos do CNJ.”</p>
<p>Os dados são lançados por várias unidades do TRE-BA. Cabe à Seção monitorar as informações exigidas pelo CNJ e atualizá-las com frequência. Para atingir o 100% de atendimento, o TRE-BA já vem empenhando esforços para melhorar apenas um quesito exigido pelo CNJ.</p>
<p>A avaliação é composta por 83 perguntas, como, por exemplo, se os órgãos publicam: os objetivos estratégicos, metas e indicadores; os levantamentos estatísticos sobre a atuação do órgão; o calendário das sessões colegiadas; a ata das sessões dos órgãos colegiados; o campo denominado Serviço de Informações ao Cidadão na página inicial; informações sobre licitações e contratos, entre outros. O resultado foi avaliado e chancelado pela Comissão Permanente de Eficiência Operacional, Infraestrutura e Gestão de Pessoas do CNJ, coordenada pelo conselheiro Emmanoel Pereira.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: <a href="https://www.tre-ba.jus.br/imprensa/noticias-tre-ba/2021/Agosto/tre-da-bahia-e-destaque-em-ranking-de-transparencia-do-cnj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TRE-BA</a></em></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png" border="0" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/tribunal-eleitoral-baiano-e-destaque-em-ranking-da-transparencia/">Tribunal Eleitoral baiano é destaque em Ranking da Transparência</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imprensa, Democracia e Poder Judiciário é tema de webinário do CNJ</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/imprensa-democracia-e-poder-judiciario-e-tema-de-webinario-do-cnj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 11:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[TRF1 (AC / AM / AP / BA / DF / MA / MT / PA / PI / RO / RR / TO)]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho (TST)]]></category>
		<category><![CDATA[Superior Tribunal de Justiça (STJ)]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[Aviso de Pauta]]></category>
		<category><![CDATA[TJRN]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=156399</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove nesta quinta-feira (26/8), a partir das 8h30, o webinário Imprensa, Democracia e Poder Judiciário. Com transmissão pelo canal do CNJ no YouTube, o evento é voltado para a magistratura, membros do Judiciário e do Ministério Público, advogados, advogadas e às pessoas interessadas. Saiba mais sobre o evento e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/imprensa-democracia-e-poder-judiciario-e-tema-de-webinario-do-cnj/">Imprensa, Democracia e Poder Judiciário é tema de webinário do CNJ</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove nesta quinta-feira (26/8), a partir das 8h30, o webinário <a href="https://www.cnj.jus.br/agendas/webinario-imprensa-democracia-e-poder-judiciario/">Imprensa, Democracia e Poder Judiciário</a>. Com transmissão pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=aHA3JYozo8k" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal do CNJ no YouTube</a>, o evento é voltado para a magistratura, membros do Judiciário e do Ministério Público, advogados, advogadas e às pessoas interessadas.</p>
<blockquote><p><a href="https://www.cnj.jus.br/agendas/webinario-imprensa-democracia-e-poder-judiciario/">Saiba mais sobre o evento e faça sua inscrição</a></p></blockquote>
<p>A apresentação será realizada pelo conselheiro do CNJ Emmanoel Pereira, presidente do Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa, e pela ministra Maria Cristina Peduzzi, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST). O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, fará a palestra magna de abertura.</p>
<p>No primeiro painel, sobre a “Evolução da liberdade de imprensa com a democracia”, participam o jornalista da CNN Willian Waack, o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, e o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luiz Alberto Gurgel de Faria.</p>
<p>O segundo painel vai abordar as “Garantias Constitucionais, preservação da liberdade de imprensa”, com a participação do desembargador Ney de Barros Bello Filho, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), e do desembargador Amaury Moura Sobrinho, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN). E a palestra magna de encerramento será com o procurador-geral da República Augusto Aras.</p>
<p>O Fórum foi criado pela <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/1632" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução CNJ n. 163/2012</a> e tem por objetivo o estudo das ações judiciais que tratem das relações de Imprensa e dos modelos de atuação da magistratura em países democráticos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Lenir Camimura Herculano</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p align="center"><strong>Assista ao evento no canal do CNJ no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/aHA3JYozo8k" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png" border="0" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/imprensa-democracia-e-poder-judiciario-e-tema-de-webinario-do-cnj/">Imprensa, Democracia e Poder Judiciário é tema de webinário do CNJ</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TJPA lidera Ranking da Transparência 2021 com nota máxima</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/tjpa-lidera-ranking-da-transparencia-2021-com-nota-maxima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 21:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-RO]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-RN]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-AM]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking da Transparência]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Transparência]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-SE]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-BA]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=156355</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) lidera o Ranking da Transparência 2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com nota máxima (100) nos 83 itens avaliados &#8211; feito inédito na história da avaliação. Em segundo lugar, ficaram empatados cinco tribunais, todos regionais eleitorais: TRE-AM, TRE-BA, TRE-RN, TRE-RO e TRE-SE. Todos eles tiraram nota 99,48.  O [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/tjpa-lidera-ranking-da-transparencia-2021-com-nota-maxima/">TJPA lidera Ranking da Transparência 2021 com nota máxima</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-do-para-tjpa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tribunal de Justiça do Pará (TJPA)</a> lidera o Ranking da Transparência 2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com nota máxima (100) nos 83 itens avaliados &#8211; feito inédito na história da avaliação. Em segundo lugar, ficaram empatados cinco tribunais, todos regionais eleitorais: TRE-AM, TRE-BA, TRE-RN, TRE-RO e TRE-SE. Todos eles tiraram nota 99,48.  O resultado foi divulgado nesta terça-feira (24/8) durante a <a href="https://www.cnj.jus.br/agendas/2a-reuniao-preparatoria-para-o-15o-encontro-nacional-do-poder-judiciario/">2ª Reunião Preparatória do 15º Encontro Nacional do Poder Judiciário</a>.</p>
<p>Instituído pela <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/2694">Resolução CNJ n. 260/2018</a>, o Ranking foi criado para estimular os órgãos do Judiciário a disponibilizarem suas informações de forma mais clara e padronizada à sociedade, tornando mais fácil e transparente o acesso aos dados de gestão. Ele estabelece critérios e itens que devem ser atendidos pelos tribunais para promoção da transparência e do controle social. Essa ação visa atender à Lei de Acesso à Informação (LAI), sancionada em novembro de 2011. “O Ranking tem a nobre finalidade de avaliar o grau de disponibilização de informações à população pelos tribunais e conselhos de justiça”, explicou o conselheiro do CNJ, Emmanoel Pereira, presidente da Comissão de Eficiência Operacional, Infraestrutura e Gestão de Pessoas.</p>
<blockquote><p><a href="https://paineisanalytics.cnj.jus.br/single/?appid=401554c0-02e3-463e-8e80-4efc5fd32ac7&amp;sheet=cf4ebee3-5678-46e2-8e20-cda91a069d40&amp;lang=pt-BR&amp;opt=ctxmenu,currsel" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira a lista do ranking com a pontuação de cada tribunal </a></p></blockquote>
<p>Em 2021, foram analisados itens como a divulgação dos objetivos estratégicos, das metas e indicadores, dos levantamentos estatísticos sobre a atuação do órgão, do calendário das sessões colegiadas, entre outros serviços. “O resultado deste ano foi extremamente positivo, com um incremento visível na quantidade de informação disponibilizada pelos tribunais à população. Estamos vendo uma corrida positiva no Ranking”, avaliou Valter Shuenquener, secretário-geral do CNJ durante a apresentação dos resultados. “Não tem no mundo um Judiciário tão transparente como o brasileiro.”</p>
<p>Participaram da avaliação 92 tribunais, inclusive os tribunais superiores. Por meio de um questionário eletrônico, os órgãos responderam até 83 itens a depender do segmento de Justiça, divididos em nove temas: gestão; audiências e sessões; serviços de informações ao cidadão (SIC); tecnologia da informação e comunicação; gestão orçamentária; licitações, contratos e instrumentos de cooperação; gestão de pessoas; auditoria e prestação de contas; sustentabilidade e acessibilidade. “A edição do ranking demonstra como os órgãos do Judiciário têm melhor disposto suas informações e seus dados. Sem dúvida, pelo aumento no atendimento dos itens questionados, todos implementaram ações para melhorarem seus portais e consequentemente, a transparência”, afirmou a diretora do Departamento de Gestão Estratégica do CNJ, Fabiana Andrade.</p>
<blockquote><p><strong>Leia também:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/fux-justica-brasileira-e-exemplo-no-planejamento-e-execucao-de-metas-conjuntas/">Fux: Justiça brasileira é exemplo no planejamento e execução de metas conjuntas</a></li>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/justica-4-0-representa-lideranca-na-implementacao-de-tecnologia-no-setor-publico/">Justiça 4.0 representa liderança na implementação de tecnologia no setor público</a></li>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/conciliacoes-em-2021-ja-sao-mais-que-o-dobro-das-realizadas-no-mesmo-semestre-de-2020/">Conciliações em 2021 já são mais que o dobro das realizadas no mesmo semestre de 2020</a></li>
</ul>
</blockquote>
<p>Dezesseis unidades do CNJ fizeram a conferência das informações considerando os critérios divulgados. Entre as unidades constam a Secretaria Processual; Departamento de Acompanhamento Orçamentário; Departamento de Gestão Estratégica; Departamento de Pesquisas Judiciárias; Secretaria de Orçamento e Finanças; e a Secretaria de Administração.</p>
<p>Em 2020, os primeiros colocados, com 98,56% de atendimento aos itens relativos à transparência, foram o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE). O terceiro colocado, com 97,77% de pontuação, foi o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), seguido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região (TRT20) na quarta posição, com 95,98% de pontuação. Em quinto lugar e com pontuação de 95,69% ficaram o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) e o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN).</p>
<p style="text-align: right;"><em>Paula Andrade </em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p align="center"><strong>Reveja o primeiro dia de reunião no canal do CNJ no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/sWrQ6efm6ys?start=1271" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p align="center"><strong>Veja mais fotos no Flickr do CNJ</strong><br />
<a title="24/08/2021 - Abertura da 2ª Reunião Preparatória p" href="https://www.flickr.com/photos/cnj_oficial/albums/72157719723793488" data-flickr-embed="true" data-footer="true"><img decoding="async" src="https://live.staticflickr.com/65535/51400211143_6943229fcd_z.jpg" alt="24/08/2021 - Abertura da 2ª Reunião Preparatória p" width="640" height="480" /></a><script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png" border="0" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/tjpa-lidera-ranking-da-transparencia-2021-com-nota-maxima/">TJPA lidera Ranking da Transparência 2021 com nota máxima</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tecnologia 5G trará avanços e desafios para o Judiciário brasileiro</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/tecnologia-5g-trara-avancos-e-desafios-para-o-judiciario-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 21:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[eixo 4]]></category>
		<category><![CDATA[Superior Tribunal Militar (STM)]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho (TST)]]></category>
		<category><![CDATA[Superior Tribunal de Justiça (STJ)]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=148892</guid>

					<description><![CDATA[<p>A tecnologia 5G trará grandes avanços em termos do acesso à Justiça no país e, ao mesmo tempo, o desafio de estar mais exposto a invasões cibernéticas e roubo de dados por criminosos. Essa é a avaliação de autoridades do Judiciário que participaram nesta quinta-feira (24/6) do Webinário Justiça, Tecnologia e Eficiência, promovido pela Comissão [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/tecnologia-5g-trara-avancos-e-desafios-para-o-judiciario-brasileiro/">Tecnologia 5G trará avanços e desafios para o Judiciário brasileiro</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia 5G trará grandes avanços em termos do acesso à Justiça no país e, ao mesmo tempo, o desafio de estar mais exposto a invasões cibernéticas e roubo de dados por criminosos. Essa é a avaliação de autoridades do Judiciário que participaram nesta quinta-feira (24/6) do Webinário Justiça, Tecnologia e Eficiência, promovido pela <a href="https://www.cnj.jus.br/sobre-o-cnj/organograma/comissoes/comissao-de-eficiencia-operacional-e-gestao-de-pessoas/">Comissão Permanente de Eficiência Operacional, Infraestrutura e Gestão de Pessoas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)</a>. O evento foi acompanhado por 1.382 pesssoas.</p>
<p>O 5G é a rede que vai permitir uma comunicação muito mais rápida entre dispositivos eletrônicos. “A tecnologia 5G representa um avanço e o Judiciário irá se beneficiar muito. Teremos mais eficiência e mais acesso à justiça”, avaliou o coordenador do evento e presidente da Comissão de Eficiência, ministro Emmanoel Pereira. Por outro lado, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, lembrou do ataque hacker contra o STJ, ocorrido em 2020, e ponderou que “as novas tecnologias chegaram para atender a população, mas também temos sempre de pensar soluções de segurança cibernética. A tecnologia 5G deve ser analisada, portanto, também sob esse aspecto”.</p>
<blockquote><p><strong>Leia também: </strong><a href="https://www.cnj.jus.br/tecnologia-5g-tornara-mais-robusta-infraestrutura-do-judiciario/">Tecnologia 5G tornará mais robusta infraestrutura do Judiciário</a></p></blockquote>
<p>O ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Agra Belmonte comentou que estamos diante de um “novo mundo”. “Essa mudança tem sido benéfica para todos e precisamos pensar agora em estratégicas para garantir o acesso à tecnologia e assim garantir o acesso à prestação jurisdicional”, destacou. O general Luis Carlos Gomes Matos, presidente do Superior Tribunal Militar (STM), reforçou a importância. “Na Justiça militar, estamos tratando desse assunto como prioridade, sempre buscando também a proteção dos dados pessoais e sem perder a transparência.”</p>
<p>“Se o 4G mudou a vida das pessoas, o 5G irá revolucionar a sociedade e os meios produtivos”, enfatizou o ministro das Comunicações, Fábio Faria. Ele lembrou que ainda há milhões de brasileiros sem internet e o 5G vai ajudar a reduzir essa desigualdade. O ministro destacou que até o final de 2028 todas as localidades com até 600 habitantes terão acesso a, pelo menos, internet 4G. “Existem hoje 40 milhões de pessoas sem internet e não é possível aceitar isso.”</p>
<p style="text-align: right;"><em>Paula Andrade </em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias </em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Reveja o evento no canal do CNJ no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/3kf-5iMRLm8?start=699" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p align="center"><strong>Veja mais fotos no Flickr do CNJ</strong><br />
<a title="24 06 2021 Webinário Justiça, Tecnologia e Eficiência" href="https://www.flickr.com/photos/cnj_oficial/albums/72157719463470782" data-flickr-embed="true" data-footer="true"><img decoding="async" src="https://live.staticflickr.com/65535/51268218033_88a326c2b9_z.jpg" alt="24 06 2021 Webinário Justiça, Tecnologia e Eficiência" width="640" height="480" /></a><script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC.png" border="0" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/tecnologia-5g-trara-avancos-e-desafios-para-o-judiciario-brasileiro/">Tecnologia 5G trará avanços e desafios para o Judiciário brasileiro</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5G no Judiciário: CNJ realiza webinário nesta quinta-feira (24/6)</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/5g-no-judiciario-cnj-realiza-webinario-nesta-quinta-feira-24-6/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 20:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Aviso de Pauta]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso à Justiça]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=148743</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove, nesta quinta-feira (24/6), o webinário Justiça, Tecnologia e Eficiência. O evento, com programação das 9h às 12h30, terá transmissão ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube. O uso da tecnologia 5G como forma de induzir alterações no Judiciário, que ampliem o acesso à justiça e otimizem a prestação [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/5g-no-judiciario-cnj-realiza-webinario-nesta-quinta-feira-24-6/">5G no Judiciário: CNJ realiza webinário nesta quinta-feira (24/6)</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove, nesta quinta-feira (24/6), o webinário <a href="https://www.cnj.jus.br/agendas/webinario-justica-tecnologia-e-eficiencia/">Justiça, Tecnologia e Eficiência.</a> O evento, com programação das 9h às 12h30, terá <a href="https://www.youtube.com/watch?v=3kf-5iMRLm8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">transmissão ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube</a>. O uso da tecnologia 5G como forma de induzir alterações no Judiciário, que ampliem o acesso à justiça e otimizem a prestação jurisdicional, será o tema discutido no encontro.</p>
<p>O ministro das Comunicações, Fábio Faria, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, assim como representantes da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), Associação dos Magistrados Brasileiros e da Ordem dos Advogados do Brasil participam do evento. O webinário é voltado às equipes do Judiciário, do Ministério Público, advogados e advogadas e ao público em geral.</p>
<p>A tecnologia 5G é um novo padrão para dispositivos móveis que promoverá mudanças tanto quantitativas quanto qualitativas na forma como as pessoas utilizam os aparelhos eletrônicos conectados à internet. A tecnologia sucessora do 4G já começou a ser adotada em alguns países no ano passado. No Brasil, em fevereiro de 2021, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou edital referente ao leilão das redes de 5G. A rede permite o tráfego de dados de forma mais rápida e, além disso, torna as conexões mais estáveis, o que permite um maior número de equipamentos conectados ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p>O conselheiro do CNJ e presidente da <a href="https://www.cnj.jus.br/sobre-o-cnj/organograma/comissoes/comissao-de-eficiencia-operacional-e-gestao-de-pessoas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Comissão Permanente de Eficiência Operacional, Infraestrutura e Gestão de Pessoas</a>, Emmanoel Pereira, fará a abertura do evento, que será dividido em três painéis: “Como o 5G pode revolucionar o Poder Judiciário”, “Uso da tecnologia 5G como ferramenta no Poder Judiciário” e “Benefícios do 5G para a Magistratura e Advocacia Brasileira”.</p>
<blockquote><p><a href="https://www.cnj.jus.br/agendas/webinario-justica-tecnologia-e-eficiencia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conheça a programação completa do evento</a></p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>João Carlos Teles<br />
(sob supervisão de Thaís Cieglinski)</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p align="center"><strong>Assista ao evento no canal do CNJ no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/3kf-5iMRLm8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC.png" border="0" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/5g-no-judiciario-cnj-realiza-webinario-nesta-quinta-feira-24-6/">5G no Judiciário: CNJ realiza webinário nesta quinta-feira (24/6)</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acessibilidade: evento termina com debate sobre autonomia e quebra de preconceito</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/acessibibilidade-evento-termina-com-debate-sobre-autonomia-e-quebra-de-preconceito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2021 13:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanoel Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cnj.jus.br/?p=145631</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ela estava no 8º semestre do curso de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) quando um acidente a colocou em cima de uma cama de hospital, sem os movimentos dos braços para baixo. A notícia foi um impacto a todos, mas professores e coordenadores da faculdade se mobilizaram e decidiram que, para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/acessibibilidade-evento-termina-com-debate-sobre-autonomia-e-quebra-de-preconceito/">Acessibilidade: evento termina com debate sobre autonomia e quebra de preconceito</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ela estava no 8º semestre do curso de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) quando um acidente a colocou em cima de uma cama de hospital, sem os movimentos dos braços para baixo. A notícia foi um impacto a todos, mas professores e coordenadores da faculdade se mobilizaram e decidiram que, para que Izabel não perdesse o curso, ela seja avaliada por meio de provas orais. “De uma maneira prática, derrubaram a barreira. Talvez pensaram que um dia, mesmo na minha condição, eu pudesse vir a ajudar alguém de alguma maneira. E aqui estou”, disse a médica fisiatra Izabel Loureiro Maior, primeira pessoa com deficiência a comandar a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A médica participou, por meio de videoconferência, do seminário Inclusão da Pessoa com Deficiência no Judiciário promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na última quarta-feira (19/5).</p>
<p>O encontro – que levantou reflexões sobre a importância do estabelecimento da acessibilidade para a inclusão de pessoas no ambiente social e de trabalho – deve servir de base ao Conselho para a formulação de futuras orientações aos tribunais brasileiros na busca por atender às necessidades e direitos das pessoas com deficiência que atuam ou utilizam os serviços do Poder Judiciário.</p>
<p>“Cabe ao CNJ e ao Estado garantir a efetiva participação das pessoas com deficiência na formulação das normas jurídicas e garantir a igualdade com igualdade de oportunidades”, afirmou o secretário-geral do órgão, Valter Shuenquener, durante o encontro virtual, proposto e organizado pela Comissão Permanente de Eficiência Operacional, Infraestrutura e Gestão de Pessoas do CNJ, presidida pelo conselheiro Emmanoel Pereira.</p>
<p>“Deficiência não é doença. Mas resultado de oportunidades perdidas na existência de barreiras. Se a primeira barreira não tivesse sido rompida lá atrás, não teria me formado médica e não estaria aqui”, disse a líder do Movimento das Pessoas com Deficiência no Brasil. Izabel reforçou a necessidade de que pessoas com deficiência sejam chamadas a participarem da elaboração das leis relativas à acessibilidade. “Nós temos esse olhar especial porque lidamos com as barreiras e os preconceitos”, disse. Para ela, o ideal é que ainda na creche as crianças lidem com outras que convivam com alguma deficiência.</p>
<p>“Diversidade humana é o conjunto mais importante de nossa natureza, que nos faz pensar uns nos outros. As crianças devem conviver com as diferenças para que todos se sintam integrados. A diferença é o normal. Pode não ser comum, mas faz parte da natureza, esse lindo mosaico humano”, disse a ativista. Izabel afirmou ainda que o poder público tem instrumentos para garantir a inclusão, mas que ainda falta uma política federal que trate com seriedade e humanidade a questão. Aos gestores, disse a médica, cabe aplicar as leis que já existem para que cidadãos portadores de deficiência não se sintam dependentes ou discriminados, e possam – de maneira igualitária – oferecer à sociedade sua visão de vida.</p>
<p>Ela citou o movimento Nada sobre nós sem nós, estabelecido pelas Nações Unidas (ONU), que foi utilizado pelos portadores de deficiência para que suas vozes sejam ouvidas e respeitadas. “Ninguém terá a visão de um portador de deficiência, a não ser ele mesmo. Essa é a grande importância e beleza da sociedade. Nossa variedade, nossa pluralidade, nossas diferenças. A humanidade é feita de um lindo mosaico e ouvir as vozes que representam minorias é um fundamental. Somos pessoas, cidadãos, não somos apenas portadores de deficiência. Não é assim que quero ser chamada”, afirmou.</p>
<p>Entre os pontos práticos de acessibilidade estão a construção de centros de habilitação; o respeito à reserva de vagas em concursos; incentivos fiscais a empresas empreguem portadores de deficiência; adequação de transportes públicos e responsabilização dos gestores públicos que não cumprem a legislação. Na área de comunicação, informações devem conter legendas; linguagem de sinais e libras. Na infraestrutura, corrimões em escadas; ruas pavimentadas de maneira correta, com rampas e sem buracos.</p>
<h4>Políticas nacionais e internacionais</h4>
<p>Izabel Maior também falou sobre a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, assinado em Nova Iorque (EUA), que transformou o modelo de tratamento à pessoa com deficiência de um modelo de problema de saúde para um modelo social, de direito humano, que busca lidar não apenas com a limitação funcional do corpo, mas superar as barreiras externas. No Brasil, a Lei da Acessibilidade (Nº 10.098/2000) foi a primeira a estabelecer normas para essa inclusão. E, em 2015, foi aprovada a Lei n. 13.146, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI).</p>
<p>No âmbito do Judiciário, o CNJ publicou normas voltadas à acessibilidade, entre elas a <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/873">Recomendação n. 27/2009</a> e a <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/2301">Resolução n. 230/2016</a> sobre a política de acessibilidade no Judiciário, definindo conceitos e determinando ações práticas, como o quantitativo de pelo menos 5% de servidores ou terceirizados capacitados no uso de libras, linguagem de sinais. A mais recente diretriz estabelecida foi a <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/3459">Resolução CNJ n. 343/2020,</a> que institui condições especiais de trabalho para magistrados(as) e servidores(as) com deficiência, necessidades especiais ou doença grave ou que sejam pais ou responsáveis por dependentes nessa mesma condição.</p>
<p>“O Judiciário ainda tem muito a avançar e sabemos que essa deve ser uma prioridade, para construirmos uma sociedade mais justa, plural e fraterna, como preconiza a Constituição Federal de 1988. A presidência e a secretaria do CNJ estão de portas abertas para receber propostas e facilitar a concretização dos direitos das pessoas com deficiência. Cobrem isso do CNJ, é importante a informação chegar até nós. Muitas vezes erramos por não termos conhecimento”, disse, ao finalizar o evento, o secretário-geral do CNJ, Valter Shuenquener.    <em> </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Regina Bandeira<br />
Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p class="responsive-video-wrap clr"><iframe title="Inclusão da Pessoa com deficiência no Poder Judiciário" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/M-5z9ZyQFRw?start=4727&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/acessibibilidade-evento-termina-com-debate-sobre-autonomia-e-quebra-de-preconceito/">Acessibilidade: evento termina com debate sobre autonomia e quebra de preconceito</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
