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	<title>Ouvidoria CNJ - 10 Anos Archives - Portal CNJ</title>
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	<description>Conselho Nacional de Justiça</description>
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	<title>Ouvidoria CNJ - 10 Anos Archives - Portal CNJ</title>
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		<title>Ouvidoria 10 Anos: lentidão da Justiça ainda é o motivo de maior reclamação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 08:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidorias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidoria CNJ - 10 Anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continua sendo crescente a quantidade de reclamações recebidas pela Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre lentidão processual. Em 2019, foram 13,6 mil casos — alta de 19,8% ante o ano anterior. Mais da metade de todos os contatos ao setor tratam do tema há dois anos, apesar da redução dos processos pendentes e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Continua sendo crescente a quantidade de reclamações recebidas pela Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre lentidão processual. Em 2019, foram 13,6 mil casos — alta de 19,8% ante o ano anterior. Mais da metade de todos os contatos ao setor tratam do tema há dois anos, apesar da redução dos processos pendentes e do pico de produtividade registrados no período.</p>
<p>Em 2019, esperavam solução 77,1 milhões de ações, indica a última edição do relatório Justiça em Números. Por exemplo, em média leva um ano e sete meses até a causa ser julgada no 1º Grau do Judiciário e quatro anos e três meses para a decisão ser cumprida.</p>
<p>Medidas recentes têm reduzido o acervo, com 1,5 milhão menos ações que em 2018. Na prática, o Judiciário julga mais processos do que recebe há dois anos. Fatores como digitalização e conciliação ajudam a resolver mais casos, mesmo com menos juízes e servidores.</p>
<blockquote><p><strong>Leia também:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/ouvidoria-10-anos-golpe-com-nome-do-cnj-gera-uma-queixa-a-cada-15-dias/">Ouvidoria 10 Anos: Golpe com nome do CNJ gera uma queixa a cada 15 dias</a></li>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/advogados-e-servidores-sao-maiores-usuarios-da-ouvidoria-do-cnj/">Advogados e servidores são maiores usuários da Ouvidoria do CNJ</a></li>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/em-10-anos-ouvidoria-do-cnj-amplia-seu-papel-e-aprimora-judiciario/">Em 10 anos, Ouvidoria do CNJ amplia seu papel e aprimora Judiciário</a></li>
</ul>
</blockquote>
<p>Mas, com o aumento da conscientização do papel do CNJ, cada vez mais cidadãos reclamam sobre a falta de celeridade nas decisões judiciais. Entre os mais de 240 mil contatos recebidos pela Ouvidoria nos últimos 10 anos, as reclamações representam 71,2%, com 171 mil registros. E, entre as queixas, a lentidão processual lidera desde o início do serviço. Quase 39% de todos os relatos já feitos tratam do tema. Foram, no mínimo, 93,3 mil casos em dez anos.</p>
<p align="center"><iframe style="width: 100%; height: 600px;" src="https://flo.uri.sh/visualisation/783458/embed" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>No ano passado, 58,4% dos contatos trataram de lentidão processual. Nesses casos, a Ouvidoria envia a demanda ao órgão judicial apontado e monitora o tratamento dado pela ouvidoria local. Também informa ao usuário a possibilidade de representar por excesso de prazo.</p>
<p align="center"><iframe style="width: 100%; height: 600px;" src="https://flo.uri.sh/visualisation/732324/embed" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Idosos e deficientes</strong></p>
<p>Entre os reclamantes de demora processual, 23,1% tem julgamento preferencial – um pouco mais de um terço feitas por pessoa com deficiência ou doença grave e o restante por maiores de 60 anos. A Lei 12.008/09 e o Código de Processo Civil priorizam os dois grupos em ações em que sejam partes ou interessados.</p>
<p>Matérias fora da competência do CNJ foram o segundo tema mais regular, com ao menos 8.487 dos relatos recebidos nesses dez anos. Neles, a Ouvidoria orienta o autor sobre o papel do conselho e, se possível, indica qual órgão acionar. Outros dos tópicos mais comuns foram atuação de magistrado (7.549) e decisões judiciais (7.413).</p>
<p>Cada caso ganha instrução própria. Se trata de juiz, a Ouvidoria informa sobre o cabimento de reclamação à Corregedoria Nacional ou ao CNJ. Para decisões judiciais, orienta contatar advogado ou defensor público para adoção das devidas medidas processuais, pois o conselho não tem poder jurisdicional. Não cabe à Ouvidoria opinar sobre caso específico, real ou hipotético, como se pede em consultas jurídicas. Nesses casos, é indicado que a pessoa procure a advocacia pública ou privada.</p>
<p>Mesmo iniciados em 2016, contatos sobre a Apostila de Haia ocupam o quinto lugar (5.874) como assunto mais habitual. A demanda, contudo, cai à faixa de 50% ao ano: passou de 2.966 na estreia para 365 em 2019.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Isaías Monteiro</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ouvidoria 10 Anos: Golpe com nome do CNJ gera uma queixa a cada 15 dias</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/ouvidoria-10-anos-golpe-com-nome-do-cnj-gera-uma-queixa-a-cada-15-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 09:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidorias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidoria CNJ - 10 Anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mesmo ano que foi instituída, a Ouvidoria recebeu o primeiro relato de golpe com uso do nome do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A primeira foi em novembro de 2010. Desde então, houve queixas do tipo todos os anos. Até o fim de 2019, foram 252 casos. Desses, 213 citaram o CNJ &#8211; média [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mesmo ano que foi instituída, a Ouvidoria recebeu o primeiro relato de golpe com uso do nome do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A primeira foi em novembro de 2010. Desde então, houve queixas do tipo todos os anos. Até o fim de 2019, foram 252 casos. Desses, 213 citaram o CNJ &#8211; média de dois ao mês -. Os demais mencionaram outros órgãos judiciais.</p>
<p>Nesses dez anos, o <em>modus operandi</em> pouco mudou. Golpistas ligam para a vítima — autora de uma ação judicial real —, dizem existir valores a serem pagos na causa e prometem, mediante depósito, intermediar o recebimento. Quando recebe a queixa, a Ouvidoria orienta sobre o papel do CNJ e alerta que se trata de tentativa de golpe.</p>
<blockquote><p><strong>Leia também:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/advogados-e-servidores-sao-maiores-usuarios-da-ouvidoria-do-cnj/">Advogados e servidores são maiores usuários da Ouvidoria do CNJ</a></li>
<li><a href="https://www.cnj.jus.br/em-10-anos-ouvidoria-do-cnj-amplia-seu-papel-e-aprimora-judiciario/">Em 10 anos, Ouvidoria do CNJ amplia seu papel e aprimora Judiciário</a></li>
</ul>
</blockquote>
<p>Esses relatos seguem também para a Corregedoria Nacional de Justiça. Os primeiros casos, inclusive, levaram a Polícia Federal a abrir inquérito a pedido da Corregedoria. Em 22 de janeiro de 2013, sete suspeitos pelo estelionato foram presos em Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), São Luís (MA) e Parauapebas (PA). Àquela altura, a Ouvidoria havia enviado mais de 100 queixas aos investigadores. As somas exigidas iam de R$ 9 mil a R$ 87 mil.</p>
<p align="center"><iframe id="datawrapper-chart-ZrYBc" style="border: none;" title="Casos caíram após prisões em 2013, mas persistem" src="https://datawrapper.dwcdn.net/ZrYBc/1/" width="600" height="400" frameborder="0" scrolling="no" aria-label="chart"></iframe></p>
<p>Servidores federais aposentados eram o foco da quadrilha. Os golpistas diziam às vítimas que os valores eram custas judiciais ou honorários advocatícios de causas que as beneficiariam. Para isso, passavam-se por juízes, desembargadores, procuradores, advogados e funcionários do CNJ. Dados pessoais dos alvos — RG, CPF, telefone e endereço — completavam o esquema.</p>
<p>Após as prisões, os casos não mais atingiram o mesmo patamar. Mas persistem. Em fevereiro de 2014, por exemplo, um pensionista alegou ter perdido R$ 20 mil. Já em março, um procurador aposentado relatou ter depositado R$ 40 mil na conta dos criminosos.</p>
<p>Em 2019, foram apenas três &#8211; o menor total anual. Em dois deles, uma mulher citou dados como nome completo dos alvos e disse que teriam valores de planos econômicos a receber. Pediu, então, que ligassem para um suposto procurador do conselho — o cargo sequer existe. Deu a ambos o mesmo número fixo, do DF.</p>
<p>Um deles, morador de Fortaleza (CE), desconfiou: recebeu ligação similar um ano antes e descobriu ser fraude. O outro vive em Curitiba (PR). Abordados em abril e junho, nenhum deles sofreu prejuízo. A PF não informa sobre a existência de investigação. Decisões do CNJ têm teor administrativo, o órgão não telefona para quem tem ação judicial nem cobra qualquer valor.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Isaías Monteiro</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
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		<title>Advogados e servidores são maiores usuários da Ouvidoria do CNJ</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/advogados-e-servidores-sao-maiores-usuarios-da-ouvidoria-do-cnj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 08:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidorias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidoria CNJ - 10 Anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sophia Assunção temia. A advogada trans corria o risco de se constranger frente os clientes ao ser tratada pelo nome e gênero antigos em audiências no Tribunal de Justiça do Pará (TJPA). Superou a questão após a Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) agir no caso. O CNJ previu o uso do nome social [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sophia Assunção temia. A advogada trans corria o risco de se constranger frente os clientes ao ser tratada pelo nome e gênero antigos em audiências no Tribunal de Justiça do Pará (TJPA). Superou a questão após a Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) agir no caso.</p>
<p>O CNJ previu o uso do nome social no Judiciário por meio da <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/2779" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução nº 270, editada em 11 de dezembro de 2018</a>. Um mês depois, Sophia pediu a inclusão nos sistemas processuais do TJPA —na Justiça Federal e do Trabalho, ela já possuía o nome social reconhecido.</p>
<blockquote><p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://www.cnj.jus.br/em-10-anos-ouvidoria-do-cnj-amplia-seu-papel-e-aprimora-judiciario/">Em 10 anos, Ouvidoria do CNJ amplia seu papel e aprimora Judiciário</a></p></blockquote>
<p>Sem retorno do Tribunal, a advogada recorreu à Ouvidoria do Conselho Federal da OAB, que então oficiou o CNJ, em fevereiro de 2019. &#8220;A ouvidoria ajudou, porque a solução para a situação estava obscura por aqui. Ninguém queria dar uma decisão. Como o TJPA foi acionado pelo CNJ, a demanda chegou ao presidente do tribunal&#8221;, conta. Em maio último, por fim, os dados foram alterados nos sistemas de processos físicos e digitais das varas onde atua. Uma colega tentava o mesmo há dois anos em vão.</p>
<p>Advogados (20,6%) são os maiores usuários do serviço do CNJ, seguidos por servidores (17,5%) e profissionais liberais (11,6%). Empregados privados, aposentados, estudantes e desempregados também estão entre os principais públicos. Outros operadores de Direito, como delegados, promotores e tabeliões, também buscam o setor com frequência.</p>
<p><strong>Evolução</strong></p>
<p>De cartas a redes sociais, os meios de contatar a Ouvidoria evoluíram nesses 10 anos de história. Hoje, mais de 90% das pessoas chegam por canais digitais — como e-mail e <a href="https://www.cnj.jus.br/ouvidoria-cnj/registre-sua-manifestacao/">formulário</a> web. Mas parte dos usuários ainda busca o órgão pessoalmente, por telefone, ofício e até carta. Muito da comunicação em papel, por exemplo, trata de questões sobre pessoas presas ou egressas do sistema penal.</p>
<p>A ouvidoria também está a cargo do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), previsto na Lei de Acesso à Informação. Assim, atende o público pelo site do conselho, correspondência, atendimento presencial e telefônico, ou qualquer meio idôneo, como prevê a LAI. De 2012 a 2019, houve ao menos 1,97 mil pedidos — a maioria deles atendido.</p>
<p>Embora as queixas sejam os casos mais comuns, a maioria das pessoas aprova o atendimento da Ouvidoria. Desde 2015, o órgão apura a satisfação ao final de cada contato. Ao menos 3,2 mil pessoas fizeram a avaliação, que é opcional. E registraram índices positivos na casa dos 60%.</p>
<p>O demandante ainda avalia o tempo de resposta, a clareza e o desfecho do pedido. Nessa pesquisa, quase 70% das pessoas atendidas pela Ouvidoria desde 2015 consideraram o atendimento como Ótimo ou Bom. Elevar os níveis de atendimento e satisfação, divulgados a cada trimestre, são metas da Ouvidoria. Por isso, todo registro regular e negativo é tratado pela equipe de atendentes, que avaliam para direcionar os ajustes.</p>
<p align="center"><img decoding="async" src="https://storage.googleapis.com/gweb-newslab-data-viz-tool.appspot.com/uploads/a134b121-d367-4072-8f1c-92383ba5e7c1.gif" alt="" /></p>
<p>A distribuição dos contatos conforme o estado de origem segue o volume populacional. São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais lideram a lista de atendimentos na Ouvidoria do CNJ. Sozinho, São Paulo originou 16,9% dos casos de 2012 a 2019 — 40,5 mil dos pouco mais de 240 mil registros.</p>
<p align="center"><iframe style="width: 100%; height: 600px;" src="https://flo.uri.sh/visualisation/752437/embed" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Como funciona</strong></p>
<p>Entre outras funções, a Ouvidoria busca as áreas do CNJ que detêm informações demandadas e informa o trâmite ao usuário, até a solução final. A partir dos contatos, também sugere melhorias às unidades. A unidade articula ainda o atendimento junto às demais ouvidorias judiciais. E divulga — em relatórios trimestrais e anuais — dados dos relatos recebidos e medidas tomadas.</p>
<p>Nenhum poder correcional foi dado à seção. Relatos de supostas irregularidades ou atos de corrupção são encaminhados para a Corregedoria Nacional de Justiça, que é responsável por apurá-los. Se a queixa trata de matéria alheia ao CNJ, a Ouvidoria ainda orienta o usuário sobre medidas cabíveis e a remete ao órgão competente.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Isaías Monteiro</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em 10 anos, Ouvidoria do CNJ amplia seu papel e aprimora Judiciário</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/em-10-anos-ouvidoria-do-cnj-amplia-seu-papel-e-aprimora-judiciario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2020 08:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidorias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidoria CNJ - 10 Anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto muda em dez anos. Criada por meio da Resolução nº 103/2010, a Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se ajustou a avanços, como a Lei de Acesso à Informação (LAI), a Convenção da Apostila da Haia e a Política Nacional de Conciliação. E, mesmo quando alheios às funções da área, fatos de repercussão [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/em-10-anos-ouvidoria-do-cnj-amplia-seu-papel-e-aprimora-judiciario/">Em 10 anos, Ouvidoria do CNJ amplia seu papel e aprimora Judiciário</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tanto muda em dez anos. Criada por meio da <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/164" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução nº 103/2010</a>, a Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se ajustou a avanços, como a Lei de Acesso à Informação (LAI), a Convenção da Apostila da Haia e a Política Nacional de Conciliação. E, mesmo quando alheios às funções da área, fatos de repercussão nas redes sociais e no meio político também pautaram os atendimentos.</p>
<p>Maior canal de contato externo do CNJ, o serviço já atendeu ao menos 240 mil casos desde que entrou em operação. São reclamações, elogios, sugestões, denúncias, solicitações, informações e pedidos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI).</p>
<p>A origem do serviço é a mesma do próprio CNJ: a Reforma do Judiciário, instituída pela Emenda Constitucional (EC) 45/2004. A EC 45 definiu a instalação de ouvidorias de justiça para receber quaisquer queixas contra membros ou órgãos judiciais e serviços auxiliares. E hoje todos os tribunais e conselhos do Judiciário possuem <a href="https://www.cnj.jus.br/ouvidoria-cnj/contato-ouvidorias/">ouvidorias</a>.</p>
<p>&#8220;A ouvidoria é um instrumento direto de participação social no Judiciário. É a porta de entrada no CNJ e, por sua vez, no sistema de Justiça. Chegam reclames não só sobre os processos que tramitam aqui, mas em relação a todos os tribunais&#8221;, explica o conselheiro do CNJ André Godinho, ouvidor-geral do órgão.</p>
<p>Segundo Godinho, a Ouvidoria tem seu papel ainda mais reforçado, dando orientações, muitas vezes, até sobre assuntos que são alheios ao Conselho. &#8220;O CNJ tem credibilidade cada vez maior. Então, o cidadão nos busca para os mais diversos assuntos, até não judicializados. A Ouvidoria filtra e orienta a quem procurar. Quando suas demandas não são atendidas, as pessoas nem sempre têm clareza se isso se deve ou não a uma questão do Judiciário. Mas veem no conselho uma maior chance de resposta.&#8221;</p>
<p><em> <iframe style="width: 100%; height: 650px;" src="https://cdn.knightlab.com/libs/storyline/latest/embed/index.html?dataURL=https%3A%2F%2Fdocs.google.com%2Fspreadsheets%2Fd%2F1p3G3jUPfh9ZMfz38CocEqFU3KxK53vJmv1Ore1qiS0o%2Fedit%3Fusp%3Dsharing&amp;dataYCol=total&amp;dataXCol=time&amp;dataDateFormat=%25d%2F%25m%2F%25Y&amp;chartDateFormat=%25d%2F%25m%2F%25Y&amp;chartYLabel=total&amp;sliderCardTitleCol=title&amp;sliderCardTextCol=text" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0"></iframe></em></p>
<p><strong>Encontro nacional</strong></p>
<p>O CNJ planeja realizar, no primeiro trimestre de 2021, o 1º Encontro das Ouvidorias do Judiciário. Antes previsto para 19 e 20 de março, o evento foi adiado seis dias antes do início, em meio às medidas para conter o contágio pelo novo coronavírus (Covid-19). Havia mais de 100 inscritos.</p>
<p>Também para o começo de 2021 está em desenvolvimento um curso em EaD. “A ideia é capacitar e fortalecer. Vamos tratar da importância de termos ouvidorias estruturadas, para darmos às demandas da população respostas concretas e não meramente protocolares&#8221;, afirma Godinho.</p>
<p>Outra iniciativa para aprimorar o trabalho das ouvidorias do Judiciário em todo o país foi a inclusão delas como critério de avaliação no Prêmio CNJ de Qualidade. Criada em 2019, a premiação destaca a melhoria nos serviços da Justiça. No eixo Transparência, entre outros requisitos, pontuam as ouvidorias que atendem demandas enviadas pelo CNJ em até 30 dias e com caráter resolutivo. Para isso, cada tipo de relato deve ter informe próprio, que atenda o usuário, o oriente, relate medidas tomadas ou traga prazo de resposta.</p>
<p>É preciso ser mais claro ao atender o público, segundo o ouvidor-geral. &#8220;Recebemos cerca de 2 mil queixas ao mês, mais de 20 mil ao ano. A maioria reclama da conclusão lenta dos processos. Se há excesso de prazo, isso deve ser dito com clareza, até para que se verifique se não seria o caso de encaminhar para a corregedoria local ou do CNJ. Esse diálogo precisa ser feito.&#8221;</p>
<p><iframe style="width: 100%; height: 600px;" src="https://flo.uri.sh/visualisation/3129267/embed" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p style="text-align: right;"><em>Isaías Monteiro</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/em-10-anos-ouvidoria-do-cnj-amplia-seu-papel-e-aprimora-judiciario/">Em 10 anos, Ouvidoria do CNJ amplia seu papel e aprimora Judiciário</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
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