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	<title>TRE-SP Archives - Portal CNJ</title>
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	<title>TRE-SP Archives - Portal CNJ</title>
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		<title>Juízo 100% Digital é ampliado a todos os cartórios eleitorais em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 22:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Juízo 100% Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Prestação jurisdicional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.cnj.jus.br/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/justica-4-0/projeto-juizo-100-digital/" target="_blank" rel="noopener">Juízo 100% Digital</a>, implantado em 2021 como projeto piloto nos cartórios eleitorais da capital paulista, foi ampliado em 2022 para todas as unidades do 1º grau e também para o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). O projeto tem por objetivo dar celeridade e eficiência na prestação jurisdicional, possibilitando a prática de todos os atos processuais por meio eletrônico. Assim, a pessoa pode ter acesso à Justiça sem precisar comparecer fisicamente aos cartórios ou à secretaria do Tribunal.</p>
<p>A modalidade de tramitação de processos judiciais não é obrigatória, sendo de escolha facultativa da parte demandante ao ingressar com o processo, sendo que a parte demandada pode se opor a essa opção. Enquanto o juízo não emitir a sentença, as partes poderão alterar sua escolha sem afetar os atos já praticados.</p>
<p>A iniciativa faz parte do <a href="https://www.cnj.jus.br/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/justica-4-0/" target="_blank" rel="noopener">Programa Justiça 4.0</a>, parceria entre o CNJ, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o Conselho da Justiça Federal (CJF), com apoio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2022/Agosto/juizo-100-digital-e-ampliado-a-todos-os-cartorios-eleitorais-e-ao-tribunal" target="_blank" rel="noopener">TRE-SP</a></em></p>
<p><img decoding="async" id="longdesc-return-153160" class="alignnone size-full wp-image-153160" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/07/macro-agilidade-e-produtividade-na-prestacao-jurisdicional.png" alt="Macrodesafio - Agilidade e produtividade na prestação jurisdicional" width="265" height="84" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=153160&amp;referrer=194823" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/07/macro-agilidade-e-produtividade-na-prestacao-jurisdicional.png 265w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/07/macro-agilidade-e-produtividade-na-prestacao-jurisdicional-24x8.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/07/macro-agilidade-e-produtividade-na-prestacao-jurisdicional-36x11.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/07/macro-agilidade-e-produtividade-na-prestacao-jurisdicional-48x15.png 48w" sizes="(max-width: 265px) 100vw, 265px" /></p>
<p><img decoding="async" id="longdesc-return-147326" class="alignnone size-medium wp-image-147326" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png" alt="Macrodesafio - Fortalecimento da estratégia nacional de TIC e de proteção de dados" width="300" height="80" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147326&amp;referrer=194823" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-24x6.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-36x10.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-48x13.png 48w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC.png 314w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Mostra destaca papel da Justiça no controle de pandemias</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/mostra-destaca-papel-da-justica-no-controle-de-pandemias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 12:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-TO]]></category>
		<category><![CDATA[Novo coronavírus (Covid-19) no Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Série Especial - Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Christina de Andrade responde por infração à saúde pública por descumprimento de medida sanitária para controle e prevenção de doenças infecciosas em situação de pandemia. O caso poderia ser mais um dos tempos atuais no esforço da sociedade em evitar o contágio pela Covid-19. Mas é uma infração registrada pela Procuradoria dos Feitos da Saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Christina de Andrade responde por infração à saúde pública por descumprimento de medida sanitária para controle e prevenção de doenças infecciosas em situação de pandemia. O caso poderia ser mais um dos tempos atuais no esforço da sociedade em evitar o contágio pela Covid-19. Mas é uma infração registrada pela Procuradoria dos Feitos da Saúde Pública do Rio de Janeiro no ano de 1910, em meio ao esforço da cidade para erradicar doenças que castigavam a população como varíola, febre amarela e gripe espanhola.</p>
<p>Na época, a ré insistia em não cumprir determinações judiciais como instalar janelas nos dormitórios e derrubar paredes inadequadas em cômodos destinado a latrinas. Em 1913, o processo foi definitivamente concluído, após Christina pagar multa de 50 mil réis.</p>
<p>Esse e outros casos fazem parte da exposição “<a href="http://ccmj.tjrj.jus.br/pandemias-epidemias-no-rio" target="_blank" rel="noopener">Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro</a>”. organizada pelo Museu da Justiça do <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-do-rio-de-janeiro-tjrj/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)</a>. A mostra de documentos judiciais históricos apresenta os desafios em saúde pública do estado da virada dos séculos XIX e XX e a atuação da Justiça ao longo do tempo em contribuição para a erradicação de doenças infecciosas.</p>
<p>Inicialmente aberta ao público no Museu da Justiça do Rio de Janeiro no ano passado, a exposição agora é permanente do Museu da Justiça de Niterói. Formada por 25 painéis, ela narra uma cronologia que vai desde a formação da cidade do Rio de Janeiro até os dias atuais de necessidade de controle da transmissão da Covid-19, mesclando a atuação da Justiça com o trabalho da ciência no esforço de vencer o flagelo das doenças epidêmicas.</p>
<p>Já no acervo virtual do Museu da Justiça é possível acessar 14 documentos judiciais históricos, como o inventário do sanitarista Oswaldo Cruz, notável no esforço de vacinação em massa da população no combate ao surto da varíola em 1904. Também estão disponibilizados o testamento do médico Carlos Chagas, que em 1917 se destacou por campanhas médicas contra a influenza e pesquisa sobre a malária, e o testamento de Francisco Pereira Passos, engenheiro falecido em 1913 responsável pela maior reforma urbana e sanitária do Rio de Janeiro e que incluiu a derrubada de cortiços que eram focos de transmissão de doenças.</p>
<p><strong>Revolta</strong></p>
<p>Em meio aos avanços para vencer as enfermidades e salvar vidas, são relembrados casos emblemáticos, como a Revolta da Vacina de 1904. Insatisfeita com medidas que incluíam a demolição de moradias insalubres e a proibição da atuação de curandeiros, parte da população se entregou à ira quando o governo da época baixou um regulamento tornando a vacinação obrigatória.</p>
<p>Após embates violentos que incluiu o uso de força policial, os confrontos da revolta da vacina deixaram 30 mortos, 110 feridos e a revogação da obrigatoriedade. A atuação do Judiciário fluminense perpassa esses casos chegando até o contexto atual de enfrentamento da pandemia pela Covid-19 em todos os tribunais.</p>
<p>Nessa parte que abarca os tempos modernos, a exposição relembra decisões recentes do TJRJ, como a que restabeleceu a prioridade na vacinação para trabalhadores das forças de segurança e da educação; a que determinou o cumprimento de esquema do Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 e a que transformou o Fórum do Méier em posto de vacinação num reforço ao mutirão de imunização.</p>
<p>Ainda é apresentada uma síntese das principais medidas adotadas pelo <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/supremo-tribunal-federal-stf/" target="_blank" rel="noopener">Supremo Tribunal Federal (STF)</a> no enfrentamento à atual pandemia. Entre as decisões, constam a autorização para que os estados e o Distrito Federal importassem vacinas e adotassem planos de imunização e a medida liminar que obrigou o governo federal a fornecer oxigênio e insumos a hospitais de Manaus, entre outras na garantia dos direitos da população.</p>
<p>Por sua organização e relevância, a exposição foi a vencedora da 1ª edição do <a href="https://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/gestao-documental-e-memoria-proname/gestao-de-memoria/premio-cnj-memoria-do-poder-judiciario/">Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário</a> na categoria Difusão Cultural e Direitos Humanos. Criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no ano passado, a premiação estimula a reflexão e a conscientização sobre a importância da história e da preservação da memória e do patrimônio cultural.</p>
<p><strong>Urna eletrônica</strong></p>
<p>Também na mesma categoria, a colaboração de oito Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) recebeu menção honrosa pela exposição virtual “<a href="https://sites.google.com/view/25anos-da-urna-eletronica-tres/in%C3%ADcio" target="_blank" rel="noopener">Urna Eletrônica – 25 anos</a>”. A iniciativa teve a participação dos TREs da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.</p>
<p>A mostra permanente apresenta toda a trajetória da urna eletrônica e seu importante papel no fortalecimento da democracia brasileira, passando por aspectos que tratam da segurança da urna, logística de distribuição nas mais distantes zonas eleitorais e todo os aperfeiçoamentos feitos e que tornaram esse dispositivo um modelo de votação no Brasil e no mundo.</p>
<p>Outras três ações foram reconhecidas nessa categoria com menção honrosa. O projeto “Música para a infância”, do <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-regional-do-trabalho-da-16a-regiao-trt16/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT16)</a>, utiliza um repertório musical para incentivar a reflexão sobre os direitos humanos e o trabalho escravo infantil em mensagens leves e otimistas veiculadas no YouTube, Facebook e Instagram.</p>
<p>O projeto “Percursos e Vivências de Servidores(as) e Magistrados(as) Negros(a)” registrou histórias de vida e de trabalho de profissionais negras e negros no <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-regional-do-trabalho-da-4a-regiao-trt4/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4)</a>. O trabalho que foi transformado no livro “Negras memórias: percursos e vivências de negros (as)”.</p>
<p>E o curso “Trajetória Judiciária Amazonense: Memória, Cultura e Turismo”, do <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunal-de-justica-do-amazonas-tjam/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM)</a>, foi reconhecido por abordar aspectos da justiça amazonense nos períodos colonial e imperial, desde o período das capitanias às províncias, incluindo a criação da Justiça estadual e sua trajetória.</p>
<p><em>Texto: Luciana Otoni</em><br />
<em>Edição: Márcio Leal</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<blockquote><p>Esta matéria é parte de uma <a href="https://www.cnj.jus.br/tag/serie-memoria-2022/">série especial que apresenta as iniciativas vencedoras</a> do <a href="https://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/gestao-documental-e-memoria-proname/gestao-de-memoria/premio-cnj-memoria-do-poder-judiciario/">1º Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário</a>, entregue no dia 13 de maio de 2022.</p></blockquote>
<p><img decoding="async" id="longdesc-return-147317" class="alignnone size-full wp-image-147317" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png" alt="Macrodesafio - Fortalecimento da relação interinstitucional do Judiciário com a sociedade" width="249" height="105" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147317&amp;referrer=190441" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png 249w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-24x10.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-36x15.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-48x20.png 48w" sizes="(max-width: 249px) 100vw, 249px" /></p>
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		<item>
		<title>Judiciário paulista sedia debates sobre Justiça 4.0 e Plataforma Digital</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/judiciario-paulista-sedia-debates-dobre-justica-4-0-e-plataforma-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2022 18:23:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma Digital do Poder Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) sediou, na quinta-feira (30/6), encontro para discutir as ações do Programa Justiça 4.0, com destaque à integração dos sistemas processuais à Plataforma Digital do Poder Judiciário. Além de representantes do TJSP, o evento contou com a participação do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-de-sao-paulo-tjsp/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP)</a> sediou, na quinta-feira (30/6), encontro para discutir as ações do <a href="https://www.cnj.jus.br/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/justica-4-0/">Programa Justiça 4.0</a>, com destaque à integração dos sistemas processuais à <a href="https://www.cnj.jus.br/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/plataforma-digital-do-poder-judiciario-brasileiro-pdpj-br/">Plataforma Digital do Poder Judiciário</a>. Além de representantes do TJSP, o evento contou com a participação do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>O secretário-geral do CNJ, juiz Valter Shuenquener, falou em “nova realidade tecnológica da Justiça brasileira”. “É uma aposta na importância da cooperação, da colaboração entre todos os tribunais para o desenvolvimento das ferramentas que serão utilizadas no futuro pelo Poder Judiciário brasileiro. Essa união de esforços com o TJSP é fundamental para o êxito das iniciativas em nível nacional.”</p>
<p>“Graças ao CNJ, temos conseguido superar muitos obstáculos e tenho certeza de que, em breve, com a integração, com esse conceito muito mais amplo e moderno, chegaremos a um ponto de excelência na Justiça do país”, afirmou o presidente da Comissão de Assuntos de Informática do TJSP, desembargador Rubens Rihl Pires Corrêa. O presidente do TJSP, desembargador Ricardo Mair Anafe, destacou o passado e o futuro presentes no mesmo evento. “Estamos numa sala histórica, num prédio tão tradicional, discutindo algo tão moderno, que é a informática, o processo eletrônico e tudo que se traduz em termos de facilidades da administração jurisdicional.”</p>
<p>O juiz auxiliar da Presidência do CNJ Fábio Porto ressaltou a “transformação da realidade” do Judiciário por meio da tecnologia. “Estamos construindo um futuro melhor para a nação. É indiscutível que o TJSP &#8211; com toda sua <em>expertise</em>, dimensão e capacidade de produção &#8211; tem muito a acrescentar a todo o Judiciário nacional a partir de experiências jurídicas e acadêmicas, mas também de gestão, tecnologia da informação e governança. É um marco, um feito histórico que estamos vivendo aqui hoje.”</p>
<p>Também juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Anderson Paiva afirmou que “eventos como esse disseminam conhecimento e renovação e têm papel significativo, não só para delinear políticas públicas, mas também para compartilhar conhecimento, pensando no nosso destinatário final, que é o cidadão”.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.tjsp.jus.br/Noticias/Noticia?codigoNoticia=83798" target="_blank" rel="noopener">TJSP</a></em></p>
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<a title="30.06.2022 - Programa Justiça 4.0" href="https://www.flickr.com/photos/tjsp_oficial/albums/72177720300241179" data-flickr-embed="true" data-footer="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://live.staticflickr.com/65535/52187129895_3528d9bd5c_b.jpg" alt="30.06.2022 - Programa Justiça 4.0" width="1024" height="768" /></a><script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147326" class="alignnone size-medium wp-image-147326" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png" alt="Macrodesafio - Fortalecimento da estratégia nacional de TIC e de proteção de dados" width="300" height="80" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147326&amp;referrer=190023" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-24x6.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-36x10.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-48x13.png 48w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC.png 314w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Uma Toga para Duas Cortes” conta a relação entre tribunais de Justiça e Eleitoral paulistas</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/uma-toga-para-duas-cortes-conta-a-relacao-entre-tribunais-de-justica-e-eleitoral-paulistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 13:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória do Poder Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[TJSP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em homenagem aos 90 anos de criação da Justiça Eleitoral, o Centro de Memória Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e o museu do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) inauguraram, no dia 9 de junho, a exposição “Uma Toga para Duas Cortes”. A mostra está sendo exibida no Palácio da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em homenagem aos 90 anos de criação da Justiça Eleitoral, o Centro de Memória Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e o museu do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) inauguraram, no dia 9 de junho, a exposição “Uma Toga para Duas Cortes”. A mostra está sendo exibida no <a href="https://www.google.com/maps/place/Pal%C3%A1cio+da+Justi%C3%A7a/@-23.5523057,-46.6332472,15z/data=!4m5!3m4!1s0x0:0x44641e5c21730af5!8m2!3d-23.5523057!4d-46.6332472" target="_blank" rel="noopener">Palácio da Justiça</a>, na capital paulista, até o dia 1º de julho, das 13h às 17h.</p>
<p>O evento aborda a proximidade entre os dois Tribunais por meio da exibição de diversos objetos museológicos, como títulos eleitorais, linha do tempo das urnas de votação &#8211; desde a produzida com lona até a eletrônica -, além de medalhas e homenagens a magistrados. Destacam-se ainda os retratos pintados dos onze desembargadores que tiveram a oportunidade de presidir tanto o TRE-SP como o TJSP.</p>
<p>O coordenador do museu do TJSP, desembargador Octavio Augusto Machado de Barros Filho, mencionou os desafios referentes às Eleições 2022 e afirmou que &#8220;o TRE vai ter a tranquilidade e serenidade para conduzir o pleito como sempre”. O presidente do TJSP, desembargador Ricardo Mair Anafe, lembrou a fundação do TRE-SP, ocorrida em 25 de maio de 1932, no Palácio da Justiça. &#8220;Para o Tribunal de Justiça, é uma honra imensa sediar a exposição, em especial nos 90 anos do Tribunal Regional Eleitoral, que nasceu neste mesmo prédio.&#8221;</p>
<p>O presidente do TRE-SP, desembargador Paulo Galizia, destacou os laços históricos entre os dois órgãos. &#8220;O Tribunal de Justiça de São Paulo, além de ceder seus dedicados juízes para as zonas eleitorais do estado, sempre procurou dar o maior apoio logístico à Justiça coirmã, não só oferecendo, ao longo de décadas, seus fóruns para sediar os cartórios eleitorais, mas também propiciando facilidades operacionais para a realização das eleições da melhor forma possível.&#8221; Galizia reforçou a importância dos dois tribunais para o regime democrático. &#8220;A democracia não pode ter lado, mas quem não está do lado dela, não está ao lado da sociedade brasileira. Tanto o TJSP como o TRE-SP, por meio de seus membros e servidores, têm plena consciência dessa verdade civilizatória.&#8221;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.tre-sp.jus.br/imprensa/noticias-tre-sp/2022/Junho/exposicao-201cuma-toga-para-duas-cortes201d-conta-a-relacao-entre-tjsp-e-tre-sp" target="_blank" rel="noopener">TRE-SP</a></em></p>
<p align="center"><strong>Veja mais fotos no Flickr do TJSP</strong><br />
<em>(use as setas à esquerda e à direita para navegar e clique na foto para a acessar em diferentes resoluções)</em><br />
<a title="09.06.2022 - Exposição Uma Toga para Duas Cortes – TRE-SP e TJSP – Abertura" href="https://www.flickr.com/photos/tjsp_oficial/albums/72177720299695189" data-flickr-embed="true" data-footer="true"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://live.staticflickr.com/65535/52136784945_afc82f69c1_z.jpg" alt="09.06.2022 - Exposição Uma Toga para Duas Cortes – TRE-SP e TJSP – Abertura" width="640" height="480" /></a><script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147317" class="alignnone size-full wp-image-147317" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png" alt="Macrodesafio - Fortalecimento da relação interinstitucional do Judiciário com a sociedade" width="249" height="105" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147317&amp;referrer=188661" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png 249w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-24x10.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-36x15.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-48x20.png 48w" sizes="(max-width: 249px) 100vw, 249px" /></p>
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		<title>Vencedores do Prêmio CNJ Memória do Judiciário valorizam preservação no meio virtual</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/vencedores-do-premio-cnj-memoria-do-poder-judiciario-valorizam-preservacao-da-historia-no-meio-virtual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 14:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tribunais vencedores da categoria Especial do Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário mantêm iniciativas de preservação da memória de suas instituições no ambiente virtual. Os portais da Memória concentram em um único ambiente, acessível a qualquer pessoa com conexão à internet, informações institucionais, acervos multimídia compostos de processos, vídeos, fotografias, leis e atos normativos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os tribunais vencedores da categoria Especial do Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário mantêm iniciativas de preservação da memória de suas instituições no ambiente virtual. Os portais da Memória concentram em um único ambiente, acessível a qualquer pessoa com conexão à internet, informações institucionais, acervos multimídia compostos de processos, vídeos, fotografias, leis e atos normativos de diferentes épocas que registram o papel da instituição na história, preservando e difundindo o patrimônio cultural. A entrega do prêmio <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/4192" target="_blank" rel="noopener">instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) </a>ocorreu na sexta-feira (13/5), durante o II Encontro Nacional de Memória do Poder Judiciário, em Recife.</p>
<p>Ao agradecer o trabalho dos integrantes do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória (Proname) e da organização do evento, a conselheira do CNJ Salise Sanchotene destacou a relevância da premiação. “Este é um dia de grande expectativa, coroando o término dessa intensa semana de aprendizado, troca de experiências, reencontros e plantio de muitas sementes que frutificarão em todos os órgãos da Justiça nacional&#8221;, afirmou. Ela preside a Comissão Permanente de Gestão Documental e Gestão da Memória e a Comissão Avaliadora do Prêmio.</p>
<p>Pela Justiça Estadual, o vencedor foi o Portal da Memória do <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-de-sao-paulo-tjsp/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP)</a>, que se destaca pelas informações disponibilizadas sobre a história e o patrimônio cultural do órgão, além de vídeo de divulgação da visita telepresencial do Palácio da Justiça e o Museu do TJSP, patrimônios arquitetônico e artístico da capital paulista. A seção judiciária do Paraná do <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-regional-federal-da-4a-regiao-trf4/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4)</a>, vencedora na categoria Justiça Federal, criou um <a href="https://saladamemoria.jfpr.jus.br/">passeio virtual e interativo </a>que permite ao internauta percorrer as fotografias e objetos expostos nas instalações físicas da Sala da Memória.</p>
<p>Já o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) recebeu o prêmio na categoria Justiça Eleitoral por disponibilizar um acervo virtual que inclui, entre peças que retratam a evolução das eleições no país, fotos do <a href="https://sites.google.com/view/museu-alzira-soriano/p%C3%A1gina-inicial/casa?authuser=0">Museu Alzira Soriano</a>, a primeira mulher eleita prefeita na América Latina. O <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-regional-do-trabalho-da-16a-regiao-trt16/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT16)</a> reproduz na versão virtual do seu <a href="https://www.trt16.jus.br/memoria-e-cultura/o-memorial">Memorial</a> boa parte do que mantém em seu o Centro de Memória e Cultura da Justiça do Trabalho e sua atuação nos eixos museológico, socioeducativo e cultural.</p>
<p>A escolha do “Portal da Memória” como tema da Categoria Especial do Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário reforça a determinação da <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/3376" target="_blank" rel="noopener">Resolução CNJ n. 324/2020,</a> que estipulou diretrizes para a gestão da memória na Justiça brasileira. De acordo com o artigo 40 da norma, os “órgãos do Poder Judiciário deverão instituir ambientes físico e virtual de preservação e divulgação de informações relativas à memória, produzidas ou custodiadas pelo órgão, seja por meio de Museu, Memorial ou Centro de Memória, de caráter informativo, educativo e de interesse social”.</p>
<p>Para eleger os vencedores, a Comissão Avaliadora do Prêmio observou em que medida os projetos seguiram os requisitos listados no <a href="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/02/Manual_de_Gestao_de_Memoria.pdf" target="_blank" rel="noopener">Manual de Gestão de Memória do Poder Judiciário</a>. Todo Portal da Memória precisa exibir, em espaço centralizado e permanente no sítio eletrônico do órgão, um conjunto mínimo de conteúdos, como informações sobre a história do tribunal, a biblioteca, o centro cultural assim como sobre o ambiente virtual de divulgação do acervo do órgão, entre outros. O objetivo é promover a cidadania por meio do “pleno acesso ao patrimônio arquivístico, bibliográfico, museográfico, histórico e cultural gerido e custodiado pelo Poder Judiciário”.</p>
<p>No final do evento, com participação por vídeo, o presidente de CNJ, ministro Luiz Fux, agradeceu o TJPE pela realização do evento e anunciou a sede próxima edição do Encontro Nacional de Memória do Poder Judiciário. O III Encontro será realizado em Porto Alegre, em um pedido conjunto realizo pelos tribunais do estado: TRT4, TRE-RS, TRF4, TJRS e TJMRS.</p>
<p><strong>Categorias</strong></p>
<p>A primeira edição do Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário reconheceu o esforço de preservação da história da Justiça em outras seis categorias e recebeu 107 projetos inscritos. A Exposição e Mostra de Documentos Judiciais “<a href="http://ccmj.tjrj.jus.br/pandemias-epidemias-no-rio">Pandemias e Epidemias no Rio de Janeiro”,</a> do <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-do-rio-de-janeiro-tjrj/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)</a> valeu o prêmio na categoria Difusão Cultural e Direitos Humanos. A dissertação de mestrado de Ana Carolina Monteiro Paiva, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), “<a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/20305/1/AnaCarolinaMonteiroPaiva_Dissert.pdf">Trabalho e cotidiano na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (1907-1919)”</a> venceu na categoria Trabalho Acadêmico ou Científico.</p>
<p>O TJSP venceu a categoria Patrimônio Cultural Arquitetônico graças à preservação do seu Palácio da Justiça, sede da Justiça paulista inaugurada em 1942 e tombada como patrimônio histórico do estado de São Paulo. O órgão também venceu a categoria Patrimônio Cultural Museológico, pelas visitas monitoradas virtuais ao Palacete Conde de Sarzedas, sede do Museu do Tribunal, que inclui exibição de vídeo institucional e interação com o público.</p>
<p>O Patrimônio Cultural Arquivístico foi entregue ao Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), pelas iniciativas de democratização do acesso ao arquivo da Justiça local que integram o “<a href="https://www.tjma.jus.br/institucional/tj/geral/409567/137/naso" target="_blank" rel="noopener">Programa de Gestão Documental do Poder Judiciário do Estado do Maranhão”</a> enquanto o vencedor do prêmio na categoria Patrimônio Cultural Bibliográfico foi o TJRJ, com o projeto de digitalização das <a href="https://www.emerj.tjrj.jus.br/paginas/biblioteca_videoteca/obras-raras/obras-raras-digitalizadas.html" target="_blank" rel="noopener">obras raras do acervo da Biblioteca EMERJ/TJRJ</a>, um acervo preservado desde o século XVI.</p>
<p><strong>Menções honrosas</strong></p>
<p>Além dos prêmios entregues aos vencedores, foram reconhecidos com menção honrosa as<strong> </strong>iniciativas de quatro tribunais, na<strong> </strong>categoria Difusão Cultural e Direitos Humanos: o projeto “Música pela Infância”, do TRT16 e a Exposição virtual “25 Anos de uso da Urna Eletrônica”, do TRE-RN em parceria com os tribunais regionais eleitorais da Bahia, do Ceará, do Espírito Santo, de Mato Grosso, do Rio Grande do Norte, de Santa Catarina, de São Paulo e do Tocantins.</p>
<p>Também tiveram menção honrosa o projeto “Percursos e Vivências de Servidores(as) e Magistrados(as) Negros(as) do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região”, do TRT4, e o curso “Trajetória Judiciária Amazonense: Memória, Cultura e Turismo”, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Por fim, o TJPE e seu Memorial da Justiça foram agraciados pelo Prêmio Honorário pelas várias ações de preservação e difusão da história e do Patrimônio Cultural nas comemorações de seu bicentenário.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Manuel Carlos Montenegro</em><br />
<em>Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Reveja o evento no YouTube</strong><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RhIZbWruXF8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147317" class="alignnone size-full wp-image-147317" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png" alt="Macrodesafio - Fortalecimento da relação interinstitucional do Judiciário com a sociedade" width="249" height="105" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147317&amp;referrer=185280" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png 249w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-24x10.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-36x15.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-48x20.png 48w" sizes="(max-width: 249px) 100vw, 249px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Colégio de Corregedores aprova diretrizes sobre combate à desinformação</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/colegio-de-corregedores-aprova-diretrizes-sobre-combate-a-desinformacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2022 13:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-SP]]></category>
		<category><![CDATA[Corregedoria Nacional de Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Nacional e Metas Nacionais do Poder Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Fake news e Desinformação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Colégio de Corregedores Eleitorais aprovou, na sexta-feira (6/5) a Carta de São Paulo. O documento registra o comprometimento das corregedorias eleitorais no combate à desinformação, na reafirmação da confiança no processo eleitoral, na adoção de ações para o cumprimento das metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Corregedoria Nacional de Justiça e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Colégio de Corregedores Eleitorais aprovou, na sexta-feira (6/5) a Carta de São Paulo. O documento registra o comprometimento das corregedorias eleitorais no combate à desinformação, na reafirmação da confiança no processo eleitoral, na adoção de ações para o cumprimento das metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Corregedoria Nacional de Justiça e no incentivo ao planejamento participativo nos cartórios eleitorais. A aprovação do documento ocorreu no encerramento do 48º Encontro do Colégio de Corregedores Eleitorais, realizado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).</p>
<p>Na palestra “Redes Sociais e Eleições”, o ex-presidente do TRE-SP, desembargador Nuevo Campos equiparou as redes sociais a meios de comunicação que tem uma lógica de funcionamento própria, em que se privilegia a customização acima da credibilidade da informação. Ele defendeu que as plataformas sejam devidamente responsabilizadas em casos de desinformação.</p>
<p>Campos destacou o prestígio internacional da urna eletrônica, que ele pôde observar de perto ao participar de conferências com autoridades estrangeiras e eventos sobre inovações tecnológicas eleitorais. Ele lamentou que, apesar de sua confiabilidade reconhecida por instituições políticas e judiciais estrangeiras, o dispositivo sofra ataques dentro do Brasil.</p>
<p>Para enfrentar esses ataques, sugeriu que a Justiça Eleitoral, além de esclarecer a segurança do sistema eletrônico de votação, use os resultados das eleições no diálogo com a sociedade. &#8220;Em diversos municípios pequenos do Brasil, nas Eleições 2020, os candidatos nem esperaram a totalização do TSE para comemorar a vitória &#8211; fizeram o cálculo dos votos a partir dos boletins de urna. E não tivemos reclamação do resultado após a totalização.&#8221;</p>
<p>O 49ª Encontro do Colégio de Corregedores Eleitorais será realizado em Maceió (AL), nos dias 4 e 5 de agosto de 2022.</p>
<p><strong>Carta de São Paulo</strong></p>
<p>O COLÉGIO DE CORREGEDORES ELEITORAIS DO BRASIL, reunido em SÃO PAULO/SP, aos seis de maio de 2022, por ocasião do XLVIII Encontro do Colégio de Corregedores da Justiça Eleitoral e por meio desta carta, delibera:</p>
<ol>
<li>Comprometimento com as ações de combate à desinformação, em sintonia com o Comitê criado pelo TSE para este fim;</li>
<li>Reafirmação da confiança sobre a lisura do processo eleitoral e, especialmente, sobre a credibilidade do sistema eletrônico de votação e totalização;</li>
<li>Comprometimento com a valorização do 1º grau de jurisdição, adotando ações para capacitação de juízes e servidores e incremento da força de trabalho, com vistas ao cumprimento das metas do Conselho Nacional de Justiça e da Corregedoria Nacional de Justiça;</li>
<li>Fomentar nos Cartórios Eleitorais uma cultura de planejamento participativo, integrando magistrados, servidores efetivos, requisitados e estagiários em busca de ideias criativas e concretas para a solução dos problemas das Zonas Eleitorais.</li>
</ol>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: <a href="https://www.tre-sp.jus.br/imprensa/noticias-tre-sp/2022/Maio/colegio-de-corregedores-aprova-diretrizes-comuns-as-corregedorias-eleitorais-sobre-combate-a-desinformacao" target="_blank" rel="noopener">TRE-SP</a></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147321" class="alignnone size-full wp-image-147321" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario.png" alt="Macrodesafio - Aperfeiçoamento da gestão administrativa e da governança judiciária" width="252" height="105" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147321&amp;referrer=184768" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario.png 252w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario-24x10.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario-36x15.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario-48x20.png 48w" sizes="(max-width: 252px) 100vw, 252px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147317" class="alignnone size-full wp-image-147317" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png" alt="Macrodesafio - Fortalecimento da relação interinstitucional do Judiciário com a sociedade" width="249" height="105" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147317&amp;referrer=184768" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade.png 249w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-24x10.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-36x15.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-sociedade-48x20.png 48w" sizes="(max-width: 249px) 100vw, 249px" /></p>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/colegio-de-corregedores-aprova-diretrizes-sobre-combate-a-desinformacao/">Colégio de Corregedores aprova diretrizes sobre combate à desinformação</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Eleitorado entre 15 e 17 anos aumentou mais de 30% em março em SP</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/numero-de-eleitores-entre-15-e-17-anos-aumentou-mais-de-30-em-marco-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sarah.barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 19:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-SP]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso à Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP)  registrou 45.220 novos alistamentos de eleitores e eleitoras entre 15 anos &#8211; e que completam 16 até a data da eleição &#8211; e 17 anos. O número representa um aumento de 31,3% nessa faixa etária no último mês. Até o final de fevereiro, eram 144.631 jovens, passando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP)  registrou 45.220 novos alistamentos de eleitores e eleitoras entre 15 anos &#8211; e que completam 16 até a data da eleição &#8211; e 17 anos. O número representa um aumento de 31,3% nessa faixa etária no último mês. Até o final de fevereiro, eram 144.631 jovens, passando para 189.851 no fim de março.</p>
<p>Além do destaque na mídia e do incentivo em redes sociais, o alistamento é um tema importante à Justiça Eleitoral, que realizou a <a href="https://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2022/Marco/semana-do-jovem-eleitor-mobiliza-tse-e-tres-para-incentivar-a-juventude-a-tirar-o-primeiro-titulo" target="_blank" rel="noopener">Semana do Jovem Eleitor</a> entre 14 e 18 de março, tendo <a href="https://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2022/Marco/quase-100-mil-jovens-de-15-a-18-anos-solicitaram-o-titulo-de-eleitor-na-ultima-semana" target="_blank" rel="noopener">São Paulo como o estado mais engajado</a>. Segundo o presidente do TRE-SP, desembargador Paulo Galizia, “as pessoas se interessam por política, discutem fatos políticos nas redes sociais, mas elas não se adequam ao sistema eleitoral, de participação partidária, de engajamento na eleição. Para isso, nós precisamos em primeiro lugar atrair o jovem, mostrar que o caminho, para alguma mudança, está no voto”.</p>
<p>No total geral, em março, o estado de São Paulo ganhou 162.807 eleitores e eleitoras aptas a votarem nas eleições de outubro, chegando a 32.309.054.</p>
<p><strong>Atendimento</strong></p>
<p>Todos os serviços oferecidos pela Justiça Eleitoral estão disponíveis por meio do <a href="https://www.tre-sp.jus.br/eleitor/atendimento-online/atendimento-online" target="_blank" rel="noopener">Atendimento On-line</a>. É possível requerer alistamento, revisão, transferência de domicílio, além da regularização da situação eleitoral. Desde o início do ano, 574.930 eleitores e eleitoras efetuaram essas operações por meio do sistema Título Net, sem precisar se deslocar até o cartório eleitoral.</p>
<p>Basta preencher o formulário com os dados pessoais e anexar imagens da documentação: frente e verso do documento oficial de identificação, comprovante de residência, comprovante de quitação militar (apenas para o alistamento de homens de 18 a 45 anos), além de fotografia do rosto tipo (<em>selfie</em>), segurando o documento oficial de identificação. Caso queira, a pessoa poderá demonstrar seu interesse em ser <a href="https://www.tre-sp.jus.br/eleitor/mesario" target="_blank" rel="noopener">mesária voluntária</a>.</p>
<p>No Atendimento On-line, também é possível consultar multas, emitir guia de pagamento e, caso o título esteja cancelado, requerer a regularização. A pessoa que faltou a até dois turnos consecutivos e não justificou sua ausência poderá votar normalmente, sendo possível <a href="https://www.tse.jus.br/eleitor/titulo-e-local-de-votacao/copy_of_consulta-por-nome" target="_blank" rel="noopener">consultar sua situação eleitoral online</a>. <a href="https://www.tre-sp.jus.br/eleitor/certidoes/certidoes-1" target="_blank" rel="noopener">Certidões eleitorais</a> também podem ser emitidas pela internet.</p>
<p>O prazo para qualquer alteração no cadastro eleitoral termina em 4 de maio. Para mais informações, o eleitor pode entrar em contato com o Núcleo de Atendimento Telefônico ao Eleitor pelo número 148 ou com o cartório eleitoral pelo e-mail zeXXX@tre-sp.jus.br, substituindo “XXX” pelo número da zona eleitoral constante no título (por exemplo, <a href="mailto:ze001@tre-sp.jus.br" target="_blank" rel="noopener">ze001@tre-sp.jus.br</a>). Tanto os cartórios eleitorais quanto os postos do Poupatempo atendem mediante agendamento prévio.</p>
<p><strong>Biometria</strong></p>
<p>Em razão da pandemia da Covid-19, a coleta de dados biométricos está suspensa desde 2020. Até 2019, a Justiça Eleitoral de São Paulo promoveu revisões biométricas obrigatórias em <a href="https://www.tre-sp.jus.br/eleitor/identificacao-biometrica-1/total-de-municipios-que-concluiram-a-biometria-no-estado-de-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener">586 municípios do estado</a>. Os eleitores que não atenderam ao chamado da Justiça Eleitoral nesses municípios tiveram o título cancelado, e devem regularizar a situação acessando o atendimento online e solicitando revisão ou transferência, caso tenha mudado de município.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: <a href="https://www.tre-sp.jus.br/imprensa/noticias-tre-sp/2022/Abril/numero-de-eleitores-entre-15-e-17-anos-aumentou-mais-de-30-em-marco" target="_blank" rel="noopener">TRE-SP</a></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147323" class="alignnone size-medium wp-image-147323" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60.png" alt="Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais" width="300" height="60" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147323&amp;referrer=180632" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-24x5.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-36x7.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-48x10.png 48w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso.png 314w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Começa o 1º Mutirão para atender pessoas em situação de rua em SP</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/comeca-o-1o-mutirao-para-atender-pessoas-em-situacao-de-rua-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sarah.barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 18:21:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TRF3 (SP / MS)]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Justiça Itinerante]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso à Justiça / Políticas e Programas voltados à População em Situação de Rua]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-SP]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso à Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) deu início, na terça-feira (15/3), ao 1º Mutirão de Atendimento à População em Situação de Rua da Cidade de São Paulo &#8211; Pop Rua Jud Sampa. O evento prossegue até esta quinta-feira (17/3), reunindo diversas instituições do poder público federal, estadual e municipal e da sociedade civil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-regional-federal-da-3a-regiao-trf3/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3)</a> deu início, na terça-feira (15/3), ao 1º Mutirão de Atendimento à População em Situação de Rua da Cidade de São Paulo &#8211; Pop Rua Jud Sampa. O evento prossegue até esta quinta-feira (17/3), reunindo diversas instituições do poder público federal, estadual e municipal e da sociedade civil para oferecer serviços a pessoas em situação de rua e moradores da região central da capital paulista.</p>
<p>A presidente do TRF3, desembargadora federal Marisa Santos, ressaltou que a iniciativa cumpre a <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/4169" target="_blank" rel="noopener">Resolução CNJ n. 425/2021</a>, que determinou aos tribunais ações de aproximação com a população em situação de rua. “Queremos dar um atendimento a essas pessoas, não somente naquilo que é de competência dos Juizados Especiais Federais, mas intermediando com outros órgãos públicos como a Receita Federal, o Ministério do Trabalho, o Tribunal Eleitoral, entre outros, para expedição de documentos importantes que permitem, inclusive, ajuizar uma ação na Justiça Federal ou Estadual.”</p>
<p>Para Marisa Santos, a ação insere o TRF3 numa realidade social que está presente na maioria das cidades brasileiras. “Estamos conhecendo melhor o nosso jurisdicionado, principalmente aquele mais vulnerável. Queremos colaborar com essa população e melhorar, na medida do possível, suas condições sociais.”</p>
<p>O planejamento da ação, a definição do local, das entidades participantes e dos serviços oferecidos começaram em 2021. “Este evento deveria ter ocorrido no final de 2021 ou no início deste ano, mas a pandemia não permitiu. A ideia foi reunir as instituições que já atuam com a população de rua para facilitar o acesso à Justiça. As pessoas mais vulneráveis não conseguem tirar os documentos básicos nem colocar os filhos na creche ou arrumar um emprego. Por isso, pensamos em reunir outros parceiros que vão além do poder público, como as organizações da sociedade civil, para oferecer serviços de saúde, alimentação e assistência social”, contou a juíza federal Raecler Baldresca.</p>
<p>A magistrada ressaltou que não se trata de uma ação de caridade ou de solidariedade, mas, na realidade, de um ato de cidadania. “É nossa obrigação, do Poder Judiciário, do estado, do município e da sociedade em geral, tomar atitudes para amenizar essa situação tão grave de vulnerabilidade social.”</p>
<p>Juíza auxiliar da Presidência do TRF3, Marisa Cucio destacou que a ação reúne serviços desde a alimentação, corte de cabelo, emissão de documentos e até a prolação de uma sentença ou acordo judicial, se necessário. “Foram muitas reuniões e parcerias firmadas que possibilitaram esse dia tão especial e muito importante para toda essa população da região.”</p>
<p>A juíza Denise Indig Pinheiro, que atua em auxílio à Presidência do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), elogiou a realização do mutirão. “Queremos aproveitar a ocasião para fazer o maior número possível de títulos eleitorais a essa população, que é tão necessitada”, afirmou. O secretário estadual de Justiça e Cidadania, Fernando José da Costa, destacou a relevância do evento. “É muito importante que o poder público tenha esse olhar para a população hipossuficiente, que mais precisa de auxílio.”</p>
<p>A presidente da Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul, juíza federal Marcelle Ragazoni, apontou que o acesso aos direitos básicos é o grande desafio. “Temos hoje uma crise que se agravou com a pandemia e essa iniciativa visa trazer um pouco mais de dignidade a essas pessoas”, ressaltou. Para o subprefeito da Sé, coronel Marcelo Vieira Salles, trata-se de uma ação que agrega as forças vivas da cidade de São Paulo, do poder público, igreja e sociedade civil na busca de minimizar a vulnerabilidade. “Somos os responsáveis pela zeladoria do local e convivemos diariamente com as pessoas em situação de rua, sabemos das dificuldades e esperamos que iniciativas como essa ajudem a reverter esse quadro.”</p>
<p>O frei Vagner Sassi, do Serviço Franciscano de Solidariedade (Sefras), destacou que o mutirão na Praça da Sé é um reconhecimento da cidadania e que a proximidade entre os órgãos do poder público é de grande valia. “Temos um contato frequente com essa população, principalmente oferecendo alimentação, e percebemos que a maior necessidade deles é a questão dos direitos, como documentação e acesso aos benefícios financeiros. Nesse sentido, o evento contribui bastante para atenuar esses problemas.”</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: <a href="http://web.trf3.jus.br/noticias/Noticiar/ExibirNoticia/415744-comeca-o-1-mutirao-de-atendimento-a-populacao-em-situacao" target="_blank" rel="noopener">TRF3</a></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147323" class="alignnone size-medium wp-image-147323" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60.png" alt="Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais" width="300" height="60" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147323&amp;referrer=178036" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-24x5.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-36x7.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-48x10.png 48w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso.png 314w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Justiça eleitoral em SP expande oferta de seções eleitorais acessíveis</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/justica-eleitoral-em-sp-expande-oferta-de-secoes-eleitorais-acessiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sarah.barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 20:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-SP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eleitores e eleitoras paulistas com deficiência ou mobilidade reduzida podem requerer alteração de seu cadastro para poderem votar em uma das 30.719 seções eleitorais acessíveis. A solicitação deve ser realizada por meio do Atendimento on-line do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) até o dia 4 de maio. O número equivale a 30,4% das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header class="noticia-cabecalho">
<p class="noticia-titulo">Eleitores e eleitoras paulistas com deficiência ou mobilidade reduzida podem requerer alteração de seu cadastro para poderem votar em uma das 30.719 seções eleitorais acessíveis. A solicitação deve ser realizada por meio do <a class="external-link" href="https://www.tre-sp.jus.br/eleitor/atendimento-online" target="_self" rel="noopener noreferrer">Atendimento on-line</a> do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) até o dia 4 de maio.</p>
</header>
<section id="texto-conteudo">
<div class="tab-content sem-galeria">
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<p>O número equivale a 30,4% das 101.080 seções eleitorais do estado em 2022, com expansão da oferta superior a 250%. Em fevereiro de 2018, havia pouco mais de 12 mil seções acessíveis &#8211; 12% do total.</p>
<p>O crescimento se deve a intervenções estruturais decorrentes das vistorias de acessibilidade dos locais de votação. Realizadas pelos cartórios em anos não eleitorais, elas permitem detectar barreiras ao pleno acesso e solicitar adaptações necessárias em cada imóvel.</p>
<p>Além disso, há uma atenção crescente voltada ao eleitorado com deficiência ou mobilidade reduzida. No atendimento, os cartórios são orientados a identificar e registrar sua condição no cadastro. Isso permite atribuir uma seção acessível do local de votação escolhido.</p>
<p>Nesses locais, no dia da votação, há uma pessoa coordenadora de acessibilidade na equipe de apoio logístico. Ela está identificada com camiseta específica fornecida pela Justiça Eleitoral. O esforço atual é para que haja, pelo menos, uma pessoa com conhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) em cada equipe.</p>
<p>Ainda, em 2020 a Justiça Eleitoral realizou a primeira pesquisa “Ambiente de votação, acessibilidade e inclusão”. O objetivo foi registrar as barreiras de acessibilidade vivenciadas na eleição, de modo a promover melhorias futuras. Tendo contado com a participação de 10.256 pessoas, a pesquisa será aplicada novamente nas Eleições 2022.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: <a href="https://www.tre-sp.jus.br/imprensa/noticias-tre-sp/2022/Fevereiro/pessoa-com-deficiencia-ou-mobilidade-reduzida-pode-votar-em-secao-eleitoral-acessivel" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TRE-SP</a></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147321" class="alignnone size-full wp-image-147321" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario.png" alt="Macrodesafio - Aperfeiçoamento da gestão administrativa e da governança judiciária" width="252" height="105" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147321&amp;referrer=174523" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario.png 252w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario-24x10.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario-36x15.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario-48x20.png 48w" sizes="(max-width: 252px) 100vw, 252px" /></p>
</div>
</div>
</section>
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		<item>
		<title>TRE-SP firma parceria para pesquisa e ensino do Direito Eleitoral</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/tre-sp-firma-parceria-para-pesquisa-e-ensino-do-direito-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 13:56:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[TRE-SP]]></category>
		<category><![CDATA[formação e capacitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), sua Escola Judiciária Eleitoral Paulista (Ejep) e a Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep) assinaram acordo de cooperação técnica e científica com o objetivo de compartilhar experiências, conhecimentos e recursos na pesquisa e ensino de Direito Eleitoral. A solenidade ocorreu nesta semana. O convênio prevê [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), sua Escola Judiciária Eleitoral Paulista (Ejep) e a Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep) assinaram acordo de cooperação técnica e científica com o objetivo de compartilhar experiências, conhecimentos e recursos na pesquisa e ensino de Direito Eleitoral. A solenidade ocorreu nesta semana.</p>
<p>O convênio prevê o desenvolvimento de projetos de pesquisa, ensino, extensão e qualificação, intercâmbio de pesquisadores, estudiosos e publicações, realização de cursos e seminários e desenvolvimento de softwares, além de outras atividades de interesse comum no âmbito do Direito Eleitoral.</p>
<p>Para acompanhamento do acordo, que terá dois anos de duração, será constituída uma comissão de monitoramento com um integrante de cada instituição que, além de avaliar as atividades desenvolvidas, deverá elaborar um relatório com os resultados alcançados no fim da parceria.</p>
<p><a href="https://www.tre-sp.jus.br/imprensa/noticias-tre-sp/2021/Novembro/tribunal-firma-parceria-para-pesquisa-e-ensino-do-direito-eleitoral" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>                                                                                                                                                                                        Fonte: TRE-SP</em></a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147321" class="alignnone size-full wp-image-147321" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario.png" alt="Macrodesafio - Aperfeiçoamento da gestão administrativa e da governança judiciária" width="252" height="105" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147321&amp;referrer=164427" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario.png 252w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario-24x10.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario-36x15.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-judiciario-48x20.png 48w" sizes="(max-width: 252px) 100vw, 252px" /></p>
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