- O PGProj-CNJ e PDS-CNJ devem ser integrados, principalmente para garantir o devido alinhamento entre o Gerenciamento de Projetos e o Gerenciamento de demandas, inclusive para os projetos estratégicos do CNJ. O Processo de Desenvolvimento/Sustentação de Sistemas do CNJ teve o embasamento dos diversos modelos aplicados na Engenharia de Software para que fosse possível um modelo inerente à realidade do CNJ, tanto no aspecto da contratação de fábrica de software quanto no desenvolvimento/sustentação interna de seus sistemas e produtos de Tecnologia da Informação. Além disso, conforme preceituado na Resolução CNJ n° 211/2015, os sistemas de informação do Conselho deverão atender a padrões de desenvolvimento, suporte operacional, segurança da informação, gestão documental, interoperabilidade e outros que venham a ser recomendados pelo Comitê Nacional de Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário, aprovados pela Comissão Permanente de Tecnologia e Infraestrutura do Conselho Nacional de Justiça. O Processo de Desenvolvimento/Sustentação de Sistemas do CNJ (PDS-CNJ) é composto por 03 fases, sendo elas: Planejamento, Execução e Encerramento. Os novos sistemas de informação de procedimentos judiciais deverão:
I – ser portáveis e interoperáveis;
II – ser disponíveis para dispositivos móveis, sempre que possível;
III – ser responsivos;
IV – possuir documentação atualizada;
V – oferecer suporte para assinatura baseado em certificado emitido por Autoridade Certificadora credenciada na forma da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP Brasil);
VI – atender ao Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico, institucionalizado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Os sistemas de informação do CNJ deverão atender a padrões de desenvolvimento, suporte operacional, segurança da informação, gestão documental, interoperabilidade e outros que venham a ser recomendados pelo Comitê Nacional de Gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário, aprovados pela Comissão Permanente de Tecnologia e Infraestrutura do Conselho Nacional de Justiça.
O Processo de Desenvolvimento/Sustentação de Sistemas do CNJ (PDS) é composto em 03 fases, sendo elas: Planejamento, Execução e Encerramento.
- O processo de desenvolvimento e sustentação de sistemas proposto neste documento segue a metodologia de gestão de processos adotada pelo DTI, alinhada com a metodologia da Seção de Gestão de Processos do CNJ, e estrutura os processos por:
1) Fases: Caracterizadas pela visão de alto nível, constituem as etapas necessárias ao processo e facilitam o entendimento. Na metodologia apresentada neste documento, o processo é constituído por 3 (três) fases, a saber: Planejamento, Execução e Encerramento.
2) Subprocessos: Compõem as fases e são decompostos em atividades/tarefas e até em outros subprocessos. O emprego da decomposição facilita o entendimento e possibilita que as diversas áreas do Conselho possam trabalhar de forma integrada, sempre que necessário.
3) Atividades: São compostas pelo conjunto de tarefas necessárias para entregar uma parte específica e definível de um produto ou serviço, entendendo-se por tarefas as ações necessárias para realizar o trabalho. As atividades/tarefas estão incluídas dentro de um processo, sendo empregadas quando não se faz necessária a decomposição do processo de trabalho em subprocessos.
PDS-CNJ – Processo de Desenvolvimento e Sustentação de Sistemas do CNJ
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Acesse o PDS navegável através do endereço: http://www.cnj.jus.br/processosdti/pds/#list
