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	<title>TJPA Archives - Portal CNJ</title>
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	<title>TJPA Archives - Portal CNJ</title>
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		<title>Violência doméstica: Tribunal paraense promove XIV Fonavid</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/violencia-domestica-tribunal-paraense-promove-xiv-fonavid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 18:37:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Nacional de Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid)]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher / Lei Maria da Penha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (29/11), às 18h, na sede do Tribunal de Justiça do Pará, será a abertura oficial do XIV Fórum Nacional de Juízas e Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid), que ocorrerá até o dia 3 de dezembro e tem como anfitrião o Poder Judiciário do Pará. Mais de 230 magistrados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Nesta terça-feira (29/11), às 18h, na sede do Tribunal de Justiça do Pará, será a abertura oficial do XIV Fórum Nacional de Juízas e Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid), que ocorrerá até o dia 3 de dezembro e tem como anfitrião o Poder Judiciário do Pará. Mais de 230 magistrados magistradas, servidores e servidoras do Judiciário brasileiro estão em Belém. O objetivo do fórum é manter um espaço permanente de discussões sobre a temática.</div>
<blockquote>
<div><a href="http://site.amepa.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PROGRAMA%C3%87%C3%83O-DO-XIV-FONAVID-Otimizada-8.pdf">Acesse a programação completa do evento</a></div>
</blockquote>
<div>Além de magistradas e magistrados, equipes multidisciplinares, servidoras e servidores, que trabalham com violência doméstica e familiar contra as mulheres, participam da programação em Belém. Os participantes devem compartilhar experiências, definir a uniformização dos procedimentos, decisões dos Juizados e Varas especializadas em violência doméstica e familiar contra a mulher sob a perspectiva da efetividade jurídica e aperfeiçoar magistradas, magistrados e equipes multidisciplinares.</div>
<div></div>
<div>A programação continua na quarta-feira, 30, às 9h, no Hotel Grand Mercure Belém, em Nazaré. A abertura dos trabalhos será com o conselheiro Marcio Luiz Coelho de Freiras, supervisor da Política Judiciária Nacional de enfrentamento à violência contra as mulheres do Conselho Nacional de Justiça.</div>
<blockquote>
<div><a href="http://site.amepa.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PROGRAMA%C3%87%C3%83O-DO-XIV-FONAVID-Otimizada-8.pdf">Veja aqui a agenda de trabalhos.</a></div>
</blockquote>
<div>O evento é organizado pela Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CEVID) do Tribunal de Justiça do Pará, em parceria com a Escola Judicial do Pará (EJPA), que tem à frente a desembargadora Rosi Maria Gomes de Farias.</div>
<div></div>
<div>O fórum deste ano tem como tema “Sistema de Proteção às Pessoas de Gênero Feminino: Transversalidades e Interseccionalidades”. O evento trará palestras como “O CNJ e a Política nacional de enfrentamento à violência contra as mulheres” e “Direitos das Mulheres nas Cortes Interamericana”, além de painéis que discutirão “O Panorama do sistema convencional dos direitos humanos das mulheres e sua aplicação no direito brasileiro, controle de convencionalidade e jurisprudência da CIDH”, “Gênero, transversalidades e Interseccionalidades” e “Criminologia feminista e processo penal feminino”.</div>
<div></div>
<div>O Fonavid foi criado em 31 de março de 2009, durante a III Jornada da Lei Maria da Penha realizada em parceria entre o Ministério da Justiça, SPM e Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O evento reúne magistradas e magistrados de todo o País que atuam em processos que tratam da violência contra a mulher, com o objetivo de compartilhar experiências e procedimentos relacionados à aplicação da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha).</div>
<div></div>
<div><em>Fonte: <a href="https://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/imprensa/noticias/Informes/1466153-xiv-fonavid-abre-nesta-terca-29.xhtml">TJPA</a></em></div>
<div><img decoding="async" id="longdesc-return-164570" class="alignnone size-medium wp-image-164570" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60-300x60.png" alt="Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais" width="300" height="60" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=164570&amp;referrer=202833" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60-24x5.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60-36x7.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60-48x10.png 48w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></div>
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		<title>Mãos à obra: projeto da Justiça do Pará aborda Lei Maria da Penha e tipos de violência</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/202681-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2022 16:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher / Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto Mãos à Obra, do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), em parceria com o projeto “Construindo Mais Cidadania”, do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA), realizou ação de conscientização para o combate da violência doméstica e familiar contra a mulher na última quarta-feira (23/11), no canteiro de obras Rio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>O projeto Mãos à Obra, do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), em parceria com o projeto “Construindo Mais Cidadania”, do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA), realizou ação de conscientização para o combate da violência doméstica e familiar contra a mulher na última quarta-feira (23/11), no canteiro de obras Rio Piave Residence, no bairro Umarizal, em Belém. A iniciativa faz parte da 22ª Semana Nacional da Justiça Pela Paz em Casa, que ocorre até 25 de novembro, no âmbito do Poder Judiciário paraense, com o objetivo de movimentar e sentenciar processos criminais que versem sobre violência doméstica e familiar contra a mulher e o feminicídio.</div>
<div></div>
<div>A programação no canteiro de obras foi promovida pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CEVID), que tem à frente a desembargadora Rosi Maria Gomes de Farias e a juíza auxiliar Reijjane de Oliveira.</div>
<div></div>
<div>Machismo, patriarcado e os tipos de violência designados na Lei Maria da Penha (verbal, física, psicológica, moral e patrimonial) foram os pontos centrais da palestra, ministrada pela psicóloga do setor multidisciplinar das Varas de Violência Doméstica, Roberta Rios. “Os profissionais da construção civil tiveram a oportunidade de conhecer a Lei Maria da Penha, as medidas protetivas, os tipos de violência doméstica e as outras formas de se relacionar, de maneira mais saudável, de forma mais harmônica. Ressaltamos também que violência doméstica é crime e que precisamos entender nessa sociedade, que ainda vive o patriarcado e o machismo, que é necessário combater essas práticas. Buscamos ajudar esses homens a encontrar formas equilibradas de se relacionar, para que isso possa impactar na qualidade de vida dessas pessoas e da sociedade de forma geral”, destacou a psicóloga.</div>
<div></div>
<div>Desde 2016, ano de início do projeto Mãos à Obra, profissionais da construção civil participam de palestras e ações de conscientização com o propósito de levar a prevenção e o combate à violência de gênero para um ambiente predominantemente ocupado por homens.</div>
<div></div>
<div><em>Fonte: <a href="https://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/imprensa/noticias/Informes/1462156-projeto-maos-a-obra-esclarece-sobre-lei-maria-da-penha-e-tipos-de-violencia.xhtml">TJPA</a></em></div>
<div></div>
<div><img decoding="async" id="longdesc-return-164570" class="alignnone size-medium wp-image-164570" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60-300x60.png" alt="Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais" width="300" height="60" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=164570&amp;referrer=202681" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60-24x5.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60-36x7.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/11/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60-48x10.png 48w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></div>
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		<item>
		<title>Judiciário paraense assina termos de cooperação na área socioeducativa</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/judiciario-paraense-assina-termos-de-cooperacao-na-area-socioeducativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 18:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Pará assinou dois termos de cooperação, nesta segunda-feira, 7, que trataram da Central de Vagas do Sistema Socioeducativo e do Programa de Acompanhamento ao Adolescente Pós-cumprimento de Medida Socioeducativa, ambos do Estado do Pará. As duas políticas públicas integram o conjunto de ações induzidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Pará assinou dois termos de cooperação, nesta segunda-feira, 7, que trataram da Central de Vagas do Sistema Socioeducativo e do Programa de Acompanhamento ao Adolescente Pós-cumprimento de Medida Socioeducativa, ambos do Estado do Pará. As duas políticas públicas integram o conjunto de ações induzidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do programa Fazendo Justiça, realizado em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento para acelerar transformações no campo da privação de liberdade.</p>
<p>Os documentos foram assinados pelo Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), por meio de sua presidente, desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro; pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do juiz Edinaldo César Santos Junior, na ocasião representando a presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber; pelo procurado-geral do Ministério Público do Pará (MPPA), César Bechara Nader Mattar Júnior; pela Defensoria Pública, por meio de sua defensora Luciana Filizzola; pela Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), por meio de seu presidente Luiz Celso da Silva; e pela Secretaria de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda, por meio do seu secretário Inocêncio Gasparim.</p>
<p>A Central de Vagas, gerida pelo Poder Executivo e que deve ser implementada de forma colaborativa com o Sistema de Justiça, vai gerir e coordenar as vagas em unidades de atendimento socioeducativo. A ideia é qualificar a porta de entrada do meio fechado do sistema socioeducativo, além de fiscalizar para que as unidades não ultrapassem 100% de sua capacidade, conforme prevê a decisão do HC 143.988/ES.</p>
<p>As duas iniciativas foram muito comemoradas pelas entidades que fazem parte da rede socioeducativa do Estado. A defensora pública Luciana Filizzola ressaltou que há tempos se fazia necessário o melhor controle das unidades socioeducativas ao se referir À Central de Vagas. “Esse órgão deixará tudo mais organizado e isso nos toca no nosso trabalho diário”, afirmou. Já o titular da FASEPA, Luiz Celso da Silva, se referiu às medidas como um grande marco para a fundação. “Essa parceria é muito importante na defesa do direito das minorias”, revelou.</p>
<p>O procurador-geral de Justiça, César Bechara, lembrou que trata-se de um área delicada e que é preciso sempre fortalecer as políticas públicas para esse público. “Fico muito feliz de fazer parte desse momento. É mais um passo importante do Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública. Temos muito ainda para avançar nessa área tão delicada do nosso sistema de Justiça”.</p>
<p>A deputada estadual Nilce Pinheiro, representando a Assembleia Legislativa do Pará (ALEPA), destacou a impotância das políticas públicas aos jovens. “No Estado do Pará, nós temos um avanço muito grande nas ações socioeducativas e com aumento de vagas no sistema”. Os termos também foram celebrados pelo juiz da 3ª Vara da Infância e Juventude da Capital, Vanderley de Oliveira Silva, que disse que as ações estão reverberando o marco nacional da Infância e Juventude, abarcado na Constituição Brasileira de 1988, e que Estado, sociedade e família devem dividir a responsabilidade na proteção de crianças e adolescentes.</p>
<p>Por último, falou o juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Edinaldo César Santos Junior. O magistrado afirmou que as ações eram para evitar as superlotações e enfrentar os desafios estruturais do sistema. Ele afirmou que é preciso mudar a mentalidade punitiva que predomina no âmbito da prática infracional. Segundo o juiz, o público-alvo acaba desumanizado e agredido em sua dignidade humana.</p>
<p>No Pará, a gestão de vagas existe desde 2016 e terá seus fluxos otimizados com o novo acordo, por meio da criação da Central de Vagas, em consonância com os preceitos da Resolução do CNJ nº 367/2021. Atualmente, é uma unidade administrativa da Fasepa, com atividades regulamentadas pela Portaria n. 420/2016, a responsável pela gestão e coordenação das vagas em unidades de internação, semiliberdade e internação provisória da Fasepa. A resolução conjunta, reunindo CNJ, TJPA, FASEPA, DPE, MPPA e o Conselho Estadual do Direito da Criança e do Adolescente (CEDCA), permitirá atuação de forma cooperativa para garantir a qualificação de seu funcionamento.</p>
<p>O Programa de Acompanhamento ao Adolescente Pós-cumprimento de Medida Socioeducativa visa dar apoio aos jovens na transição da extinção da medida socioeducativa de internação ou semiliberdade (fase conclusiva) e em até um ano após o seu cumprimento. A intenção é auxiliar na construção de novos vínculos com a comunidade e políticas públicas. As internas e os internos poderão aderir ao programa de forma voluntária.</p>
<p>No Pará, as ações de implementação, acompanhamento e avaliação do Programa Pós-medida serão desenvolvidas a partir de ação conjunta entre o CNJ, o TJPA e o Governo do Estado do Pará, representado pela Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (FASEPA), o Ministério Público Estadual e a Defensoria Pública Estadual. O órgão responsável pela gestão direta do programa é a Fasepa e o nome utilizado é “Fique de Boa em Seu Município”.</p>
<p>Capacitação &#8211; A Escola Judicial do TJPA promove nos dias 8 e 10 de novembro, das 8h às 18h, as oficinas de formação das metodologias em ambos os temas. As oficinas têm como objetivo capacitar as equipes técnicas e de gestão das instituições que compõem o Sistema de Garantia de Direitos – SGD e da Comissão Interinstitucional do SINASE. A EJPA informou, via e-mail, as instituições acerca das inscrições.</p>
<p>A cerimônia de assinatura dos termos foi acompanhada pelas desembargadoras Maria de Nazaré Saavedra, Rosi Maria Gomes de Farias, Luzia Nadja Guimarães Nascimento, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE do Pará); e pelos desembargadores Roberto Moura, vice-presidente do TJPA eleito para o biênio 2023-2025, e José Roberto Pinheiro Maia Bezerra Júnior, corregedor-geral de Justiça eleito para o biênio 2023-2025.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/imprensa/noticias/Informes/1454159-judiciario-assina-termos-de-cooperacao-na-area-socioeducativa.xhtml">TJPA</a></em></p>
<p><img decoding="async" id="longdesc-return-147318" class="alignnone size-full wp-image-147318" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal.png" alt="Macrodesafio - Aprimoramento da gestão da Justiça criminal" width="254" height="85" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147318&amp;referrer=200706" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal.png 254w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal-24x8.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal-36x12.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal-48x16.png 48w" sizes="(max-width: 254px) 100vw, 254px" /></p>
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		<title>Acordo garante protocolo de prevenção e combate à tortura no estado do Pará</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/acordo-garante-protocolo-de-prevencao-e-combate-a-tortura-no-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 14:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Carcerário e Execução Penal / Justiça Criminal (DMF)]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Fazendo Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Poder Judiciário do Pará firmou na última semana termo de adesão ao Acordo de Cooperação Técnica (ACT), junto ao Governo do estado e órgãos do Sistema de Justiça do Pará. O documento tem por objeto o Protocolo de Prevenção e Combate à Tortura de Pessoas Custodiadas em Situação de Privação ou Restrição de Liberdade [&#8230;]</p>
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<div class="col">
<div class="conteudo-noticia">
<div>
<div>O Poder Judiciário do Pará firmou na última semana termo de adesão ao Acordo de Cooperação Técnica (ACT), junto ao Governo do estado e órgãos do Sistema de Justiça do Pará. O documento tem por objeto o Protocolo de Prevenção e Combate à Tortura de Pessoas Custodiadas em Situação de Privação ou Restrição de Liberdade no estado do Pará.</div>
<div></div>
<div>A adesão foi formalizada pela presidente do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro, junto ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), desembargador José Roberto Pinheiro Maia Bezerra Júnior, ao desembargador Luiz Gonzaga da Costa Neto, e aos representantes dos órgãos signatários, no Salão Nobre do edifício-sede do TJPA. A cooperação visa ao estabelecimento de medidas efetivas para a adoção de ações integradas de prevenção e combate à prática de tortura e maus-tratos nas pessoas custodiadas, em situação de privação ou restrição de liberdade.</div>
<div></div>
<div>“É um dia em que se forma um pacto, não só de combate, mas de prevenção à tortura. É um trabalho que foi construído ao longo de dois anos, e hoje alcança um patamar decisivo &#8211; este termo de adesão &#8211; mas que não se encerra, é apenas um ponto de partida. O Estado do Pará diz formalmente hoje: não toleramos, não aceitamos a prática de tortura, isto não deve acontecer em nosso Estado. E se acontecer, será combatido com a participação de todas as organizações que fazem parte deste acordo. Quero, em nome de nossa presidente, parabenizar a todos os envolvidos e desejar que este trabalho contribua eficazmente para a ressocialização do custodiado, porque ninguém será ressocializado se não for tratado com respeito”, afirmou o supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) na ocasião.</div>
<div></div>
<div>O apoio prestado pela gestão 2021-2023 do TJPA às tratativas e à formalização da cooperação técnica contra a prática de tortura também foi ressaltado pelo desembargador José Roberto Pinheiro Maia Bezerra Júnior, que fez um agradecimento à desembargadora presidente Célia Regina de Lima Pinheiro. “É uma característica de nossa presidente, não existe a palavra não no dicionário dela. Tudo é possível quando se quer fazer, e é verdade. Todos que estão aqui presentes aceitaram o desafio, que isto foi possível e será mantido por compromisso com o Estado do Pará”, disse.</div>
<div></div>
<div>A ouvidora do Sistema de Segurança Pública Maria Cristina Fonseca de Carvalho destacou a distribuição de atribuições entre os órgãos no combate à tortura. “Nós nos congratulamos neste esforço de termos cada um o seu olhar dentro da sua atribuição para evitar qualquer situação que viole os direitos humanos e a integridade física e emocional dos custodiados”, disse.</div>
<div></div>
<div>O procurador de Justiça Antônio Eduardo Barleta de Almeida, que é subprocurador-geral de Justiça do Pará, área Justiça e Institucional, observou que na iniciativa da formalização do acordo foi levado em conta o princípio inserido no artigo 5º da Constituição Federal, em seu inciso  XLIX, que garante o respeito à integridade dos(as) presos(as), visando o respeito à dignidade da pessoa humana, mesmo em casos de pessoas que estejam cumprindo penas privativas de liberdade.</div>
<h4>Acordo</h4>
<div>O acordo interinstitucional foi desenvolvido por meio da parceria do TJPA com o Programa Fazendo Justiça, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), no âmbito do Projeto de Fortalecimento das Audiências de Custódia, com o apoio técnico da equipe estadual do Programa, neste evento representado pela Consultora Estadual em Audiência de Custódia, Thays Pascoal e pela Coordenadora Estadual, Fernanda Almeida. O Judiciário paraense firmou o acordo por meio do GMF e da Corregedoria-Geral de Justiça, que tem à frente a desembargadora Rosileide Maria da Costa Cunha.</div>
<div></div>
<div>Cada um dos órgãos participantes possui atribuições específicas, no caso de denúncia e/ou constatação de indícios de tortura, delimitadas no acordo do cooperação.  Compete ao TJPA, por meio da Corregedoria-Geral de Justiça, recomendar aos juízes de competência criminal e de corregedoria de presídios que, recebendo a notícia de tortura em preso em processo de sua competência ou em estabelecimento penal de sua área de jurisdição, determinem a imediata apuração dos fatos, pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, segundo o Protocolo de Istambul, enviando-lhe cópia da decisão.</div>
<div></div>
<div>Outra atribuição do TJPA, executada por meio do GMF, consiste em acompanhar os resultados das investigações policiais, junto à Corregedoria- Geral de Justiça, à Comissão Estadual de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) e à Ouvidoria do Sistema Estadual de Segurança Pública e Defesa Social. O GMF será a unidade do TJPA responsável pelo acompanhamento e fiscalização do acordo.</div>
<div></div>
<div>Uma Comissão Executiva deverá ser criada para a execução das ações previstas no Protocolo. O órgão será responsável por organizar o plano de trabalho e o cronograma de implementação das práticas de prevenção e combate à tortura para as instituições signatárias e deverá também apoiar a implementação do Sistema Estadual de Prevenção e Combate à Tortura, bem como promover capacitações sobre o tema, acompanhar projetos desenvolvidos pelas instituições signatárias e avaliar a necessidade de instauração da Comissão de Inquérito Especial, que será instaurada de forma excepcional com o objetivo o acompanhamento de casos de denúncia de prática de crime de tortura.</div>
<div></div>
</div>
</div>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/imprensa/noticias/Informes/1438153-acordo-de-cooperacao-tecnica-cria-protocolo-de-prevencao-e-combate-a-tortura.xhtml">TJPA</a></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147318" class="alignnone size-full wp-image-147318" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal.png" alt="Macrodesafio - Aprimoramento da gestão da Justiça criminal" width="254" height="85" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147318&amp;referrer=199844" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal.png 254w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal-24x8.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal-36x12.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-justica-criminal-48x16.png 48w" sizes="(max-width: 254px) 100vw, 254px" /></p>
</div>
</div>
<div class="row">
<div class="col">
<div class="mt-2 pb-2 border-top d-flex justify-between align-items-center"></div>
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</div>
<p>The post <a href="https://wwwh.cnj.jus.br/acordo-garante-protocolo-de-prevencao-e-combate-a-tortura-no-para/">Acordo garante protocolo de prevenção e combate à tortura no estado do Pará</a> appeared first on <a href="https://wwwh.cnj.jus.br">Portal CNJ</a>.</p>
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		<title>Corte do Pará começa a selecionar processos para Semana da Conciliação</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/corte-do-para-comeca-a-selecionar-processos-para-semana-da-conciliacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2022 19:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Nacional da Conciliação]]></category>
		<category><![CDATA[Conciliação e Mediação]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Magistradas e magistrados, servidoras e servidores já começaram a selecionar processos que tenham possibilidade de acordo e intimação das partes envolvidas para solução de conflito, que participarão das audiências da XVII Semana Nacional da Conciliação, a ser realizada no período de 7 e 11 de novembro, em todas as Comarcas do Estado do Pará. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Magistradas e magistrados, servidoras e servidores já começaram a selecionar processos que tenham possibilidade de acordo e intimação das partes envolvidas para solução de conflito, que participarão das audiências da XVII Semana Nacional da Conciliação, a ser realizada no período de 7 e 11 de novembro, em todas as Comarcas do Estado do Pará.</p>
<p>A Semana Estadual da Conciliação estimula o uso da conciliação como instrumento efetivo de pacificação social e solução de litígios, incumbindo aos órgãos judiciários oferecer mecanismos de soluções de controvérsias, por meios consensuais, disseminando a cultura da paz e do diálogo, além de propiciar maior rapidez na solução das demandas, com resultados sociais expressivos e reflexos significativos na redução da quantidade de processos judiciais.</p>
<p>O método de solução de conflitos pode gerar acordos que priorizam as condições das partes, sem que elas passem por eventuais desgastes e custos de um processo judicial.</p>
<p>Advogados e advogadas também poderão peticionar nos autos para solicitar a inclusão dos seus processos na agenda da Semana, cujas audiências serão realizadas nas próprias unidades judiciárias.</p>
<p>No Pará, a ação tem a coordenação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), que tem à frente a desembargadora Dahil Paraense. Além da força-tarefa, haverá programação voltada para a conscientização da população sobre os benefícios da pacificação social e da humanização de conflitos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/imprensa/noticias/Informes/1430154-processos-comecam-a-ser-selecionados-para-semana-nacional-da-conciliacao.xhtml">TJPA</a></em></p>
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		<title>Sessenta e quatro unidades da Justiça do Pará recebem certificação 100% PJe</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/corte-paraense-certifica-mais-64-unidades-100-pje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 17:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
		<category><![CDATA[Processo Judicial Eletrônico (PJe)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presidente do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro, promoveu mais uma cerimônia de certificação do selo de qualidade denominado “Unidade 100% PJe”. Desta vez, 64 Unidades Judiciárias atingiram 100% no Índice de Casos Eletrônicos (ICELE). A cerimônia virtual reuniu magistradas e magistrados, servidoras e servidores, no início da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>A presidente do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro, promoveu mais uma cerimônia de certificação do selo de qualidade denominado “Unidade 100% PJe”. Desta vez, 64 Unidades Judiciárias atingiram 100% no Índice de Casos Eletrônicos (ICELE). A cerimônia virtual reuniu magistradas e magistrados, servidoras e servidores, no início da tarde desta quinta-feira, 29.</div>
<div></div>
<div>A certificação é conferida às unidades judiciárias que atingiram 100% no Índice de Casos Eletrônicos (ICELE) pelo esforço e desempenho de magistradas, magistrados, servidoras e servidores na digitalização e virtualização integral de seu acervo de feitos físicos em tramitação para o sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe) e pelo empenho na implantação do acervo 100% digital, conforme a Portaria nº. 1.304, de 5 de abril de 2021.</div>
<div></div>
<div>São elas: 3ª Vara Criminal de Marabá, Vara Única de Moju, 10ª Vara Cível e Empresarial de Belém, 11ª Vara Cível e Empresarial de Belém, 12ª Vara Cível e Empresarial de Belém, 13ª Vara Cível e Empresarial de Belém, 1ª Vara Cível e Empresarial de Marabá, 1ª Vara Criminal de Ananindeua, 1ª Vara Criminal de Castanhal, 1ª Vara Criminal de Marabá, 1ª Vara Criminal de Parauapebas, 1ª Vara Criminal de Rondon do Pará, 1ª Vara Criminal de Santarém, 2ª Vara Cível e Empresarial de Ananindeua, 2ª Vara Cível e Empresarial de Belém, 2ª Vara Cível e Empresarial de Marabá, 2ª Vara Cível e Empresarial de Redenção, 2ª Vara Criminal de Ananindeua, 2ª Vara Criminal de Castanhal, 2ª Vara Criminal de Marabá, 2ª Vara Criminal de Santarém, 3ª Vara Cível e Empresarial de Altamira, 3ª Vara Cível e Empresarial de Marabá, 3ª Vara Criminal de Santarém, 3ª Vara Criminal Distrital de Icoaraci, 4ª Vara Cível e Empresarial de Belém, 4ª Vara Criminal de Ananindeua, 5ª Vara Criminal de Ananindeua, 6ª Vara Cível e Empresarial de Belém, 8ª Vara Cível e Empresarial de Belém, gabinete da desembargadora Eva do Amaral Coelho, gabinete da desembargadora Gleide Pereira de Moura, gabinete do desembargador José Torquato Araújo de Alencar, gabinete do desembargador Ronaldo Marques Valle, Termo de Santa Cruz do Arari, Vara Criminal da Comarca de Xinguara, Vara Criminal de Barcarena, Vara Criminal de Benevides, Vara Criminal de Marituba, Vara Criminal de Paragominas, Vara Criminal de Redenção, Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas de Belém, Vara de Execução Penal da Região Metropolitana de Belém, Vara de Fazenda Pública de Ananindeua, Vara de Infância e Juventude de Ananindeua, Vara de Juizado Especial Cível e Criminal de Castanhal, Vara Única de Alenquer, Vara Única de Breu Branco, Vara Única de Cachoeira do Arari, Vara Única de Curralinho, Vara Única de Curuçá, Vara Única de Eldorado dos Carajás, Vara Única de Igarapé-Açu, Vara Única de Itupiranga, Vara Única de Mãe do Rio, Vara Única de Monte Alegre, Vara Única de Novo Repartimento, Vara Única de Prainha, Vara Única de Salinópolis, Vara Única de Salvaterra, Vara Única de Santana do Araguaia, Vara Única de São Miguel do Guamá e Vara Única de Tomé-Açu.</div>
<div></div>
<div>Durante a cerimônia, a presidente destacou que o Poder Judiciário do Pará agora é 100% digital. “Com muito orgulho, vimos o Digitômetro – ferramenta por meio da qual acompanhamos graficamente a evolução dos processos digitalizados – alcançar a sua totalidade. A 13ª e última cerimônia de certificação das unidades de 1º e 2º graus 100% PJe traz um sentimento de gratidão extrema”, destacou a presidente.</div>
<div></div>
<div><em>Fonte: <a href="https://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/imprensa/noticias/Informes/1426157-certificacao.xhtml">TJPA</a></em></div>
<div></div>
<div><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147326" class="alignnone size-medium wp-image-147326" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png" alt="Macrodesafio - Fortalecimento da estratégia nacional de TIC e de proteção de dados" width="300" height="80" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147326&amp;referrer=198004" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-24x6.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-36x10.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-48x13.png 48w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC.png 314w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></div>
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		<title>Pontos de Inclusão Digital levarão acesso à Justiça a comunidades paraenses</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/pontos-de-inclusao-digital-levarao-acesso-a-justica-a-comunidades-paraenses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 18:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça 4.0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de ampliar o acesso aos serviços do Judiciário paraense às populações que não possuem unidades em Comarcas nos seus municípios ou nos quais os fóruns fiquem localizados a grandes distâncias de comunidades mais isoladas, o Poder Judiciário se prepara para a implementação do Ponto de Inclusão Digital (PID), que vai permitir às [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de ampliar o acesso aos serviços do Judiciário paraense às populações que não possuem unidades em Comarcas nos seus municípios ou nos quais os fóruns fiquem localizados a grandes distâncias de comunidades mais isoladas, o Poder Judiciário se prepara para a implementação do Ponto de Inclusão Digital (PID), que vai permitir às jurisdicionadas e jurisdicionados a realização de atos processuais, por sistema de videoconferência e pela internet, assim como atendimento por meio do Balcão Virtual.</p>
<p>A medida atende à <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/4614">Recomendação n. 130/2022</a> do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e prevê a instalação de salas equipadas com tecnologia de transmissão, como mais de uma câmera no ambiente ou de câmeras 360 graus, de modo a possibilitar a visualização integral do espaço, assim permitindo que magistrados, integrantes do Ministério Público e partes possam se certificar das condições em que o ato está sendo realizado.</p>
<p>Essas orientações foram pauta de uma reunião virtual com 26 juízes paraenses, no último dia 9 de setembro, que contou com o coordenador do projeto no Pará, juiz João Valério de Moura Júnior, e com o juiz auxiliar da Presidência Charles Menezes Barros. Segundo o coordenador, a ideia foi explicar as linhas gerais do projeto e motivar a magistratura a fazer o levantamento das demandas. “A finalidade é aperfeiçoar o acesso e descentralizar a Justiça”, explicou João Valério.</p>
<p>Levantamento inicial estima que pelo menos 30 pontos sejam instalados no Estado, beneficiando comunidades isoladas localizadas, por exemplo, na ilha do Marajó e no Castelo dos Sonhos (Altamira).</p>
<div>A Comarca de Abel Figueiredo foi a primeira a se mobilizar e já está em vias de ser instalada. Também estão adiantas as negociações para a instalação de um PID nos munícipios de Cumaru do Norte e outro em Pau D’arco. Em reunião realizada, nesta terça-feira, 20, o juiz Haroldo Silva da Fonseca, diretor do Fórum de Redenção, discutiu com os representantes desses munícipio as medidas necessárias para a instalação das salas. O Pará é um estado com 1.248.000 km², 144 municípios e cerca de 8 milhões de habitantes. O Judiciário possui 113 Comarcas no estado.</div>
<div></div>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/imprensa/noticias/Informes/1421159-pontos-de-inclusao-digitais-levarao-acesso-a-justica-a-comunidades-isoladas.xhtml">TJPA</a></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147326" class="alignnone size-medium wp-image-147326" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png" alt="Macrodesafio - Fortalecimento da estratégia nacional de TIC e de proteção de dados" width="300" height="80" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147326&amp;referrer=196594" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-24x6.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-36x10.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-48x13.png 48w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC.png 314w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<item>
		<title>Tribunal do Pará celebra casamento comunitário homoafetivo</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/tribunal-do-para-celebra-casamento-comunitario-homoafetivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 20:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cores do arco-íris cobriram de diversidade o prédio do Fórum Cível de Belém, na Cidade Velha, que viveu uma manhã histórica, na última sexta-feira (2/9), com o I Casamento Comunitário Homoafetivo celebrado no Pará. Foram 24 casais que formalizaram suas relações familiares e agora gozam de todos os direitos assegurados às famílias brasileiras. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cores do arco-íris cobriram de diversidade o prédio do Fórum Cível de Belém, na Cidade Velha, que viveu uma manhã histórica, na última sexta-feira (2/9), com o I Casamento Comunitário Homoafetivo celebrado no Pará. Foram 24 casais que formalizaram suas relações familiares e agora gozam de todos os direitos assegurados às famílias brasileiras.</p>
<p>A coordenadora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-do-para-tjpa/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça do Pará (TJPA)</a>, desembargadora Dahil Paraense, destacou que &#8220;este evento é um marco na história do Judiciário paraense, sendo o primeiro casamento comunitário homoafetivo, realizado nas instalações do Fórum Cível, numa parceria entre o TJPA, Ministério Público do Pará e a Coordenadoria de Diversidade Sexual da Prefeitura Municipal de Belém, que possibilita a efetivação de tão almejada garantia de direitos.&#8221;</p>
<p>A magistrada disse, ainda, que &#8220;o Poder Judiciário do Pará preside este casamento, confiante em que os casais que agora se recebem em matrimônio, construirão os percursos dessa nova família, descortinando os horizontes de uma vida em comum, repleto de boas realizações pessoais, conjugais e coletivas, visto que o amor compartilhado pode ultrapassar o relacionamento a dois e afetar positivamente toda a coletividade&#8221;.</p>
<p>“Realizar o primeiro casamento comunitário LGBTQIA+ dentro do Tribunal de Justiça é o reconhecimento dessas famílias, que já vem sendo regularizado, reconhecido pelo Supremo [Tribunal Federal] desde 2011, no entanto, é a primeira vez que o Tribunal abre as portas para a comunidade LGBT para dar reconhecimento e visibilidade a essas famílias que são exatamente iguais a todas as outras”, explicou o juiz Agenor Cássio Nascimento Correa de Andrade, um dos oficiantes da cerimônia.</p>
<p>Segundo ele, o reconhecimento do casamento confere um novo status, um novo estado civil à pessoa, com maior segurança jurídica para, numa eventual enfermidade, numa eventual fatalidade, o companheiro, a companheira, o cônjuge, a cônjuge não ficar desassistido por eventuais relações de Direito. Há 11 anos, o STF reconheceu o direito de casais homoafetivos formalizarem suas relações perante a lei.</p>
<p><strong>Alegria</strong></p>
<p>Renato Modesto e Rafael Arias se conheceram há seis anos e aguardavam pacientemente pela hora da cerimônia, no Fórum Cível. “É uma grande alegria porque é um direito”, diz Renato, ao afirmar que o casamento reafirma perante a lei a união dos dois. “A gente tá formalizando isso, de forma legal.”</p>
<p>Rafael acrescenta que se trata de mais um passo que os dois dão juntos “mostrando, levando nosso amor, porque, como ele disse, é direito de todos”. Para Rafael, “o amor é a obra mais divina de Deus, então a gente precisa amar, ser amado e a gente vem buscar por isso, buscar por esse amor, transmitir esse amor, mostrar às pessoas que a gente está no mundo também pra amar e buscar o nosso direito de ser feliz”.</p>
<p>Beatriz e Letícia são uma família há sete anos e manifestaram sua gratidão pela oportunidade de realizar um sonho longamente acalentado. “A gente tá muito grata e comemorando com as pessoas importantes pra gente”, afirmou Letícia.</p>
<p>“Estamos muito agradecidas por essa oportunidade que o Tribunal deu pra esses casais homoafetivos de estarem realizando, porque é a realização de um sonho, a gente queria já há bastante tempo, enfrentamos muitas coisas, mas graças a Deus superamos todas elas e hoje estamos aqui pra dizer esse sim com a presença de todos e estamos muito felizes e agradecidas pela oportunidade”, refletiu Beatriz.</p>
<p>Bárbara Pastana, presidente do Movimento LGBTQIA+ do Pará, lembrou que a luta pelo reconhecimento de direitos civis a casais homoafetivos no Brasil tem mais de 50 anos e dá um passo adiante no Pará. “Hoje é um novo momento que se expande na construção do debate da participação da população dentro do Legislativo, do Judiciário, podendo estar trabalhando juntos em prol da dignidade da população humana.”</p>
<p>Ela frisou que os espaços e serviços públicos podem e devem ser utilizados pela população LGBTQIA+. “Aprender a se acostumar com esses espaços, não ter sempre que falar que é o primeiro, mas sim todas as vezes que alguém quiser, puder ter acesso ao casamento, isso é garantia de direito.”</p>
<p><strong>Simbólico</strong></p>
<p>O procurador-geral de Justiça César Bechara Nader Mattar disse que os 24 casais que se uniram nesta sexta abrem “um caminho belíssimo para que outras famílias sejam constituídas num relacionamento homoafetivo”. Para ele, a cerimônia foi a “manifestação viva do Direito, o direito se fortalecendo e se mostrando na sua essência”, ponderando, porém, “que nós estamos atrasados”.</p>
<p>Mattar classificou o casamento homoafetivo comunitário como um momento histórico para o Ministério Público e para o Judiciário. “Abre-se um Portal da Esperança a outros casais que têm essa necessidade de constituir família e que ainda não tiveram a coragem de assim o fazer pela discriminação, pelos problemas que enfrentam no dia a dia.”</p>
<p>Segundo o procurador, o combate ao preconceito e à discriminação se faz com o fortalecimento do Ministério Público, do Judiciário, da Defensoria Pública. ”O fortalecimento dessas instituições e somente com elas &#8211; e com apoio da sociedade organizada &#8211; é que podemos avançar e acabar com o preconceito e a discriminação”, resumiu.</p>
<p>A promotora de Justiça Ana Cláudia Bastos de Pinho, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos do Ministério Público do Pará, um dos parceiros da iniciativa, lembra que a ideia do casamento homoafetivo surgiu a partir da construção de uma agenda anti-LGBTfóbica no âmbito da instituição. “A gente teve uma reunião com o dr. Agenor, um dos celebrantes hoje, e houve a ideia dessa parceria para o casamento homoafetivo aqui no Fórum Cível, é realmente simbólico.”</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-do-para-tjpa/" target="_blank" rel="noopener">TJPA</a></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147323" class="alignnone size-medium wp-image-147323" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60.png" alt="Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais" width="300" height="60" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147323&amp;referrer=195534" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-300x60.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-24x5.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-36x7.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso-48x10.png 48w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-direitos-fundamentais-acesso.png 314w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Juízo 100% Digital reduz tempo de tramitação de processos</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/juizo-100-digital-reduz-tempo-de-tramitacao-de-processos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís Machado Cieglinski Lobo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 19:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma Digital do Poder Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior Eleitoral (TSE)]]></category>
		<category><![CDATA[Prestação jurisdicional]]></category>
		<category><![CDATA[Juízo 100% Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça 4.0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A implantação do Juízo 100% Digital resultou na redução do tempo de tramitação dos processos. No Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), por exemplo, o tempo médio de julgamento de processos girava em torno de 2 anos e 4 meses e passou a durar 104 dias &#8211; aproximadamente 3,5 meses &#8211; com o modelo digital. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A implantação do <a href="https://www.cnj.jus.br/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/justica-4-0/projeto-juizo-100-digital/" target="_blank" rel="noopener">Juízo 100% Digital</a> resultou na redução do tempo de tramitação dos processos. No <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-do-para-tjpa/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça do Pará (TJPA)</a>, por exemplo, o tempo médio de julgamento de processos girava em torno de 2 anos e 4 meses e passou a durar 104 dias &#8211; aproximadamente 3,5 meses &#8211; com o modelo digital. O dado foi apresentado no debate &#8220;O futuro da tecnologia no Poder Judiciário&#8221;, no encerramento do 17º Congresso de Inovação do Poder Judiciário &amp; Controle (ConipJud), e consta na versão atual do <a href="https://www.cnj.jus.br/pesquisas-judiciarias/justica-em-numeros/" target="_blank" rel="noopener">Justiça em Números</a>.</p>
<p>O ConipJud é um evento que reúne servidores e servidoras das áreas de tecnologia do Judiciário. Na edição de 2022, foram mais de 400 participantes de tribunais, ministérios públicos, órgãos de controle e conselhos e 89 palestrantes. Durante os dois dias de evento, o <a href="https://www.cnj.jus.br/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/justica-4-0/" target="_blank" rel="noopener">Programa Justiça 4.0</a> contou com uma trilha exclusiva de palestrantes para compartilhar os avanços alcançados nos últimos dois anos.</p>
<p>O Justiça 4.0, realizado em parceria entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), desenvolve soluções para aprimorar o acesso ao Judiciário. O programa tem apoio do Conselho da Justiça Federal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>“Estamos em um processo de transformação a passos largos e todos os tribunais precisam acompanhar”, frisou Fábio Ribeiro Porto, juiz auxiliar da Presidência do CNJ. De acordo com ele, que é um dos coordenadores do Justiça 4.0, o desafio atual é a governança. “Precisamos instituir um modelo de governança da Justiça do futuro, que se traduz em um Judiciário de plataforma e como serviço”, afirmou. Para Fábio Porto, uma vez consolidado um ecossistema de trabalho do Judiciário como plataforma, “um tribunal irá impulsionar o outro, e a Justiça será outra”.</p>
<blockquote><p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://www.cnj.jus.br/plataforma-digital-e-destaque-em-evento-de-inovacao-do-judiciario/" target="_blank" rel="noopener">Plataforma Digital é destaque em evento de inovação do Judiciário</a></p></blockquote>
<p>O secretário-geral do CNJ, Valter Shuenquener, relembrou o papel fundamental das políticas judiciárias que permitiram a prestação jurisdicional de forma remota, como o Balcão Virtual, o Juízo 100% Digital e os Núcleos de Justiça 4.0. “Dois anos atrás, os usuários não tinham um canal de atendimento digital. O Balcão surge a partir de uma reunião do TRT14, que adotava essa forma de comunicação e foi expandida para o Brasil inteiro.”</p>
<p>O conselheiro do CNJ Luiz Fernando Bandeira de Mello reiterou as mudanças provocadas pela pandemia da Covid-19 na rotina dos tribunais. “Atingimos uma virtualização em ritmo e escala nunca antes vistos. Estamos em um processo de modernização acelerado.”</p>
<p>Para Bandeira de Mello, a <a href="https://www.cnj.jus.br/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/plataforma-digital-do-poder-judiciario-brasileiro-pdpj-br/" target="_blank" rel="noopener">Plataforma Digital do Poder Judiciário </a>é representativa dessa evolução. “Do ponto de vista conceitual e instrumental, a Plataforma é revolucionária.” O conselheiro explicou que ela padroniza e unifica os dados sobre os processos judiciais em trâmite no país, facilitando o desenvolvimento de ferramentas comuns pelos tribunais</p>
<p>Entre os desafios apontados por ele para o futuro do Judiciário, estão a segurança e estabilidade da rede do Judiciário e a política de gestão de dados. Segundo o conselheiro, esses são temas observados com atenção pela Comissão Permanente de Tecnologia da Informação e Inovação do CNJ. “Uma política de gestão de dados é fundamental para definir, entre outras ações, o descarte de dados que não são necessários, a proteção de dados pessoais e sigilosos e as diretrizes de compartilhamento de informação.”</p>
<p>Dorotheo Barbosa Neto, que também é coordenador do Justiça 4.0 e juiz auxiliar da presidência do CNJ, acredita que o programa é o primeiro passo em direção a um Judiciário integrado e conectado com atores externos, como advocacia, ministérios públicos e polícias judiciárias, e com quem são o foco da Justiça, as pessoas. “A conexão por plataforma irá se consolidar e resultará numa distribuição de Justiça muito mais rápida para a sociedade.&#8221;</p>
<p><em>Texto: Raquel Lasalvia<br />
Edição: Thaís Cieglinski<br />
Agência CNJ de Notícias</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147326" class="alignnone size-medium wp-image-147326" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png" alt="Macrodesafio - Fortalecimento da estratégia nacional de TIC e de proteção de dados" width="300" height="80" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147326&amp;referrer=195386" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-300x80.png 300w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-24x6.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-36x10.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC-48x13.png 48w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-fortalecimento-TIC.png 314w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>PA: Repositório cadastra dados de mulheres juristas com expertise em Direito</title>
		<link>https://wwwh.cnj.jus.br/pa-repositorio-cadastra-dados-de-mulheres-juristas-com-expertise-em-direito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[geysa.bigonha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 18:06:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência CNJ de Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TJPA]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Feminina / Mulher no Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está aberto o formulário para cadastramento de dados de mulheres juristas com expertise nas diferentes áreas do Direito, com o foco de incentivar a Política de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Tribunal de Justiça do Pará (TJPA). O formulário serve de base para a composição do Repositório de Mulheres Juristas, que já está disponível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Está aberto o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeqf9l6OUPhunqlB45biGOFTqfrUcFnOONhTJB9aLWrKl-MUg/viewform" target="_blank" rel="noopener">formulário para cadastramento de dados de mulheres juristas</a> com expertise nas diferentes áreas do Direito, com o foco de incentivar a <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/2670" target="_blank" rel="noopener">Política de Incentivo à Participação Institucional Feminina</a> no <a href="https://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/tribunais/tribunal-de-justica-do-para-tjpa/" target="_blank" rel="noopener">Tribunal de Justiça do Pará (TJPA)</a>. O formulário serve de base para a composição do Repositório de Mulheres Juristas, que já está disponível e pode ser consultado por qualquer pessoa interessada no <a href="http://dspace.tjpa.jus.br/jspui/handle/123456789/1" target="_blank" rel="noopener">site da Biblioteca Digital do TJPA</a>.</p>
<p>Mulheres, vinculadas ou não ao Judiciário paraense, podem solicitar inclusão no repositório de artigos, livros e produções científicas da área do Direito. No formulário, a mulher jurista deve preencher suas informações de identificação (nome e e-mail), além de incluir o cargo que exerce e link para o currículo lattes. A participante pode inserir outras informações, como sua área de atuação docente, e/ou obra(s) publicada(s), e responder se há interesse em disponibilizar sua(s) obra(s) ou artigo(s) na Biblioteca do TJPA, além de cadastrar sua participação em Grupos de Pesquisa ou bancas, e atividades como palestrante e/ou painelista.</p>
<p>Com a criação do Repositório de Mulheres Juristas no Poder Judiciário do Pará, o Comitê Deliberativo de Participação Feminina no Judiciário Paraense pretende fomentar o reconhecimento de mulheres juristas, incentivar e viabilizar sua participação em eventos e ações institucionais, bem como promover citações bibliográficas das autoras, com vistas à paridade de gênero. A pesquisa pode ser feita por data do documento, autoras, título ou assunto.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.tjpa.jus.br/PortalExterno/imprensa/noticias/Informes/1406161-repositorio-cadastra-dados-de-mulheres-juristas-com-expertise-em-direito.xhtml" target="_blank" rel="noopener">TJPA</a></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" id="longdesc-return-147319" class="alignnone size-full wp-image-147319" tabindex="-1" src="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-pessoas.png" alt="Macrodesafio - Aprimoramento da gestão de pessoas" width="187" height="84" longdesc="https://www.cnj.jus.br?longdesc=147319&amp;referrer=195172" srcset="https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-pessoas.png 187w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-pessoas-24x11.png 24w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-pessoas-36x16.png 36w, https://wwwh.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/06/macro-gestao-pessoas-48x22.png 48w" sizes="(max-width: 187px) 100vw, 187px" /></p>
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