CNJ Serviço: o que é o Documento Nacional de Identidade

O Documento Nacional de Identidade (DNI) foi criado pela Lei n. 13.444/2017, que institui a Identificação Civil Nacional (ICN). Ele reunirá, em um único aplicativo digital,  título de eleitor, CPF, RG, certidão de nascimento, carteira de habilitação e demais dados de identificação de cada cidadão. Por enquanto o documento está

Su00e3o 1.273.398 processos de violu00eancia domu00e9stica contra a mulher em tramitau00e7u00e3o na justiu00e7a dos estados em todo o Pau00eds.u00a0FOTO: Luiz Silveira/ Agu00eancia CNJ.

Uma mulher entre 100 vai à Justiça contra violência doméstica

Pesquisa realizada pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) identificou que, até o final de 2017, existia um processo judicial de violência doméstica para cada 100 mulheres brasileiras. São 1.273.398 processos referentes à violência doméstica contra a mulher em tramitação na justiça dos estados em todo

A 32u00aa Sessu00e3o Virtual do CNJ ocorreu entre os dias 27/02 a 07/03. FOTO:Gil Ferreira/Agu00eancia CNJ de Notu00edcias

CNJ julga 11 processos na 32ª Sessão Virtual

O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) julgou 11 dos 21 processos que estavam na pauta da 32ª Sessão Virtual ocorrida entre 27/2 e 7/3. Confira o resultado completo aqui. Procedimento de Controle Administrativo (PCA) 0005671-38.2017.2.00.0000, de relatoria do conselheiro Henrique Ávila, foi julgado procedente por unanimidade. No processo,

Equipes participam de treinamento do CNJ para implantau00e7u00e3o do Banco Nacional de Monitoramento de Prisu00f5es. FOTO: TJPE

Tribunal de Pernambuco recebe treinamento para implantação do BNMP

Magistrados e servidores do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) iniciaram, nesta quinta-feira (8/3), no auditório do Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, no Recife, treinamento para implantação do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP 2.0) nas unidades judiciárias do Estado. Desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a plataforma digital

Corregedoria inspeciona tribunal e cartórios em Santa Catarina 

 De 12 a 16 de março, o Tribunal de Justiça e as serventias extrajudiciais de Santa Catarina recebem inspeção de rotina da Corregedoria Nacional de Justiça. Serão verificados gabinetes de desembargadores, varas da capital e do interior, condições de trabalho dos servidores, atendimento ao cidadão, prazos processuais, produtividade dos juízes,

Ministra Cármen Lúcia discute questão penitenciária com Raul Jungmann

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, discutiu, nesta quinta-feira (8), a questão penitenciária com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. “Vim tratar do censo penitenciário. Como a ministra Cármen Lúcia está concluindo o cadastro dos presos de todo

Mulheres encarceradas. FOTO: Glu00e1ucio Dettmar/Agu00eancia CNJ

Mulheres presas: a oportunidade de uma nova história longe do crime

Patrícia e Graziane são mulheres que pagam pelos erros que cometeram e, ao mesmo tempo, lutam para reconstruir suas vidas com trabalho e estudo. Hoje há estimativas de que cerca de 40 mil mulheres  cumprem pena no País – os dados corretos só serão conhecidos em maio quando o Cadastro

Mu00e9todo resolveu 250 casos de demandas de sau00fade na Justiu00e7a em cinco meses.FOTO: Arquivo

Conciliar é legal premia demandas de saúde resolvidas pelo WhatsApp

Na cidade de Imperatriz (MA), quando a Justiça precisa decidir sobre pedidos de cirurgia, leitos em hospital ou tratamentos de alto custo, os juízes usam o WhatsApp para encontrar soluções de atendimento. Os magistrados recorrem a esta ferramenta para resolver demandas do cidadão na Justiça em conversação com promotores, defensores

Corregedor Jou00e3o Otu00e1vio de Noronha abre os trabalhos de inspeu00e7u00e3o no Tribunal Su00e3o Paulo. FOTO: Comunicau00e7u00e3o Social TJSP

Noronha: “É hora de a Corregedoria conhecer a justiça brasileira”

 O corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, abriu oficialmente na quarta-feira (7-3) os trabalhos de inspeção no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).  Durante sessão do Órgão Especial do tribunal paulista, Noronha afirmou que a Corregedoria Nacional tem que assumir um papel de planificação da justiça dos

Juu00edzes e vu00edtimas consideram medidas punitivas insuficientes e defendem uso da justiu00e7a restaurativa para tratar consequu00eancias da violu00eancia domu00e9stica. FOTO: Arquivo CNJ

Lei Maria da Penha é necessária, mas insuficiente  

As mulheres e a magistratura não abrem mão de uma resposta punitiva para os casos de agressão que tramitam na Justiça no âmbito da Lei Maria da Penha. No entanto, juízes e vítimas consideram que as medidas punitivas não são suficientes para conter esses crimes. É  necessário incluir a justiça restaurativa

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