Há déficit de 19,8% de juízes no Brasil

Os 34 juízes que tomaram posse no Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), no ano passado, fizeram  parte do esforço do Judiciário para elevar o número de magistrados, a fim de ajudar na solução dos 79,7 milhões processos pendentes na justiça do País. As ações judiciais tiveram crescimento de 31%

Trinta e uma detentas do regime semiaberto tem direito a dormir em casa apu00f3s o trabalho. FOTO: Glu00e1ucio Dettmar/Ag.CNJ

Ressocialização: presas do semiaberto em PE poderão dormir em casa

Em Pernambuco, 31 detentas do regime semiaberto terão o direito a dormir em casa após o trabalho, ao invés de voltarem para o presídio. O projeto, “Desencarceramento Responsável pelo Semiaberto Harmonizado” beneficia as presas que já realizam trabalho externo e possuem bom comportamento na Colônia Prisional Feminina de Abreu e

Plenário condena juiz à pena de censura e ratifica liminares

Ratificação de liminares, a condenação de um juiz à pena de censura e o arquivamento de um Processo Disciplinar (PAD) por insuficiência de provas. Esse foi o balanço da 258ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), realizada na terça-feira (12/9). Dos 66 itens da pauta, houve sete julgamentos

O aplicativo u201cJustiu00e7a Aquiu201d ju00e1 pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais do sistema Android.FOTO: Gil Ferreira/Agu00eancia CNJ

Aplicativo do CNJ permite localizar unidade da Justiça mais próxima

O aplicativo “Justiça Aqui” pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais do sistema Android desde terça-feira (12/9). O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desenvolveu o aplicativo para que o cidadão consiga localizar, no seu smartphone, a unidade do Poder Judiciário mais próxima. Neste primeiro momento, o serviço on-line mapeou 6,5 mil

O CNJ du00e1 90 dias para Tribunal do Paranu00e1 apresentar cronograma de distribuiu00e7u00e3o da foru00e7a de trabalho. FOTO: Arquivo TJ-PR

Tribunal de Justiça do Paraná tem de priorizar o primeiro grau

Em uma de suas últimas decisões antes de encerrar seu mandato no CNJ, o conselheiro Carlos Dias determinou que o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) se adapte à Resolução n. 219/2016 do CNJ que determina priorizar a força de trabalho da primeira instância dos tribunais. A decisão liminar atende a

Ministra assina portaria instituindo o Mu00eas Nacional do Ju00fari para agilizar o julgamento dos crimes contra a vida. FOTO: Marcia Foizer/Estau00e7u00e3o Um/TJDFT

CNJ quer esforço dos tribunais em julgamentos dos crimes contra a vida

O Conselho Nacional de Justiça instituiu, nesta terça-feira (12/9), o Mês Nacional do Júri. O objetivo é garantir maior rapidez na tramitação de processos em crimes dolosos contra a vida.  O julgamento desses crimes, de maneira concentrada, deverá ocorrer em novembro de cada ano em todas as unidades de comarcas

Juiz Aldo Ferreira da Silva Ju00fanior u00e9 punido u00e0 pena de censura por nu00e3o seguir os deveres de imparcialidade e prudu00eancia. FOTO: Silveira/Agu00eancia CNJ

Juiz é punido com censura por irregularidade em precatórios

O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (12/9), durante a 258ª Sessão Ordinária, condenar o juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior, do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS), à pena de censura por não seguir os deveres de independência, imparcialidade e prudência, previstos

Os novos conselheiros Andru00e9 Godinho e Aloysio Corru00eaa da Veiga. FOTO: Luiz Silveira/Agu00eancia

Aloysio Corrêa da Veiga e André Godinho tomam posse no CNJ

Em cerimônia realizada após a 258ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, deu posse a dois novos conselheiros do CNJ: o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Aloysio Corrêa da

Ministro Jou00e3o Otu00e1vio de Noronha se defende de acusau00e7u00f5es da imprensa.FOTO: Luiz Silveira/Agu00eancia CNJ

Corregedor refuta acusações

O corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, refutou nesta terça-feira (12/9) com veemência as acusações veiculadas pela Revista Veja. O ministro Noronha se defendeu das insinuações de que houve venda de sentenças favoráveis ao grupo JBS no Superior Tribunal de Justiça (STJ), veiculadas na edição de Veja

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