Acesso à informação e liberdade de imprensa são essenciais para exercício da cidadania

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Como instrumentos essenciais ao fortalecimento da democracia, a Lei de Acesso à Informação e o instituto da liberdade de imprensa são pontos essenciais para nortear a política de comunicação dos tribunais de Justiça brasileiros e, por consequência, garantir o exercício da cidadania no País, avaliou nesta segunda-feira (25/2) o conselheiro Wellington Saraiva, em palestra proferida na abertura do Encontro Nacional de Comunicação do Poder Judiciário, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na sede do Conselho de Justiça Federal (CJF), em Brasília. Saraiva destacou a importância dos profissionais de comunicação do Judiciário nesse sentido.

“A iniciativa do Conselho Nacional de Justiça de realizar este seminário é extremamente feliz e oportuna, em função da relevância do trabalho dos comunicadores para aproximar o Poder Judiciário da sociedade. Informações sobre os serviços prestados pela Justiça precisam ser levadas aos cidadãos, para o fortalecimento da cidadania e da democracia. Sem imprensa forte, sem participação ativa da cidadania no funcionamento do poder público, não teremos uma democracia de verdade”, afirmou o conselheiro do CNJ.

Até esta terça-feira (26/2), o Encontro Nacional de Comunicação do Poder Judiciário reúne assessores de Comunicação Social de tribunais de todas as regiões do País. O evento discute a estratégia de divulgação das metas do Judiciário e temas gerais da comunicação nos tribunais. O conselheiro Wellington participou da abertura do encontro juntamente com o secretário de Comunicação Social do CNJ, Marcone Gonçalves, do diretor de Gestão Estratégica do Conselho, Ivan Bonifácio, e dos responsáveis pela Comunicação do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Alexandre Machado, e do CJF, Roberta Bastos Cunha.

Fórum  O conselheiro Wellington Cabral, durante sua palestra, foi questionado pelos comunicadores presentes sobre a organização do Fórum Nacional do Judiciário e Liberdade de Imprensa, a ser instalado neste ano com base no que prevê a Resolução CNJ n. 163. Os participantes queriam saber por que não há a indicação de representantes das Assessorias de Comunicação dos tribunais para participar da nova instância de debates. O conselheiro não só compactuou com a preocupação como também anunciou que levará ao CNJ a proposta de incluir um representante dos profissionais entre os integrantes do fórum.

O conselheiro também incentivou os participantes a articularem a entrada de seus tribunais nas redes sociais, principalmente no Facebook e no Twitter. Segundo Saraiva, “elas são importantes ferramentas de democracia e cidadania, rápidas e eficientes na divulgação do trabalho do Poder Judiciário”. O conselheiro atribuiu às redes papel relevante, ao lado da liberdade de imprensa e de expressão, para o desenvolvimento do Brasil e da sociedade brasileira.

Jorge Vasconcellos e Manuel Montenegro
Agência CNJ de Notícias