Cármen Lúcia cria protocolo e cadastro de presas grávidas e lactantes

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vistoriou, entre janeiro e abril de 2018, 33 estabelecimentos penais femininos que custodiam mulheres grávidas e lactantes. As visitas representaram uma ação inédita do Poder Judiciário nos cárceres brasileiros, a fim de verificar as condições das presas gestantes e que estão amamentando. Em outubro de

População carcerária catarinense inserida no Cadastro de Presos

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) concluiu o cadastramento de seus 20,7 mil presos e agora é o 18º a integrar o Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP). O inédito banco de dados da população carcerária brasileira desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) já tinha registros

Sessu00e3o de Constelau00e7u00e3o Familiar na Justiu00e7a do DF em processo de guarda de crianu00e7as. FOTO: Gil Ferreira/Agu00eancia CNJ

A busca pela paz com a constelação familiar no Tribunal do DF

Em uma sala no subsolo da Vara Cível e de Família do Núcleo Bandeirante, no Distrito Federal (DF), uma senhora pequena organiza a posição de cada pessoa em um grupo, conforme ela imagina a sua configuração familiar.  As pessoas que participam e assistem à dinâmica, coordenada por uma psicóloga voluntária,

Membros do Judiciário e jornalistas vão debater “30 anos sem censura”

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizará, no próximo dia 11 de junho, o seminário “30 anos sem censura: a Constituição de 1988 e a Liberdade de Imprensa”, com o objetivo de promover debate entre os membros do Poder Judiciário e integrantes da imprensa.  Fake news, novas formas de censura

Tribunal do Espírito Santo concluiu o cadastro de presos no BNMP

O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES) concluiu o cadastramento da sua população carcerária no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP). Com isso, o Estado capixaba se tornou a primeira unidade federativa da região Sudeste a integrar a plataforma digital de controle de detentos criada pelo Conselho Nacional de

A alterau00e7u00e3o no horu00e1rio foi oficializada em portaria publicada nesta segunda-feira (28/5) no Diu00e1rio de Justiu00e7a eletru00f4nico (DJe). FOTO: Gil Ferreira/Agu00eancia CNJ

CNJ altera o horário da 47ª Sessão Extraordinária para 13h

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) alterou de 9h para 13h o horário de início da 47ª Sessão Extraordinária que será realizada nesta terça-feira (29/5). A pauta da reunião está mantida, com 120 itens para análise dos conselheiros. A alteração no horário foi oficializada em portaria assinada nesta segunda-feira (28/5)

120 itens na pauta da 47ª Sessão Extraordinária do CNJ

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza, nesta terça-feira (29/5), a 47ª Sessão Extraordinária. A reunião será iniciada às 9h e a pauta traz 120 itens.  Entre os itens que podem ser julgados estão quatro ratificações de liminares, 23 processos com vista regimental e 93 de sessões remanescentes. Tratam-se de

Cadastramento feito em Pernambuco indicou a existu00eancia de 25.745 pessoas privadas de liberdade. FOTO: Luiz Silveira/ Agu00eancia CNJ.

Chega a 376,7 mil o número de presos já cadastrados no BNMP

O número de detentos incluídos no Cadastro Nacional de Presos chegou a 376.717 com a conclusão da inclusão dos dados do estado de Pernambuco no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP). Agora já são 15 as unidades da federação que terminaram a implantação do BNMP. De acordo com os dados

Cármen Lúcia reafirma sua confiança na magistratura brasileira

 “Da minha parte, como cidadã, professora de direito constitucional e juíza, sou a favor de um Poder Judiciário forte, independente e eficiente”, afirmou a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, durante evento em Maceió nesta sexta-feira (25/5). A ministra foi

CNJ Serviço: o que é o crime de falso testemunho ou falsa perícia?

Em seu artigo 342, o Código Penal (CP) brasileiro prevê o crime de falso testemunho ou falsa perícia, que se configura no ato de mentir ou deixar de falar a verdade nas seguintes situações: em juízo, processo administrativo, inquérito policial ou em juízo arbitral.  As condutas, contra a administração da

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