CNJ contribui para Justiça mais célere e plural, destaca Lewandowski

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O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, ressaltou nesta terça-feira (23/4) a contribuição do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para a celeridade e a pluralidade da Justiça. Na abertura da 20ª Sessão Extraordinária do Conselho, a primeira a ser presidida pelo ministro, Lewandowski creditou à Emenda Constitucional n. 45, que criou o CNJ, grande avanço para o Poder Judiciário e para a sociedade brasileira.

“É um colegiado que veio para valorizar o Poder Judiciário e também colaborar para que se faça uma Justiça mais célere e mais eficiente em todo o País. Este colegiado tem uma característica interessante: a de refletir o pluralismo da ‘família forense’, pois aqui não estão apenas representados os diversos tribunais, as diversas instâncias da magistratura brasileira, mas também os representantes da soberania popular, do Congresso Nacional, da Ordem dos Advogados do Brasil e do combativo Ministério Público brasileiro”, disse o presidente interino do CNJ.

Em nome de seus pares, o conselheiro Emmanoel Campelo manifestou “grande alegria” em ter o ministro Lewandowski na presidência da sessão. O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho, atribuiu ao ministro a qualidade de “ser uma autoridade à altura das exigências da atual quadra histórica”.

O subprocurador-geral da República, Francisco Sanseverino, elogiou o papel de Lewandowski no “fortalecimento do Poder Judiciário” e na defesa da independência dos magistrados brasileiros. O corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, reputou como “um dos melhores do STF” o currículo acadêmico do presidente interino do CNJ e destacou seu temperamento simples, “característica dos grandes magistrados”.

Manuel Carlos Montenegro
Agência CNJ de Notícias