Ao abrir a sessão solene de homenagem aos novos conselheiros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, lembrou o momento pelo qual passa o Judiciário, diante do assassinato da juíza Patrícia Acioli, ocorrido recentemente no Rio de Janeiro. E destacou a importância do CNJ como “instituição que tem servido de instrumento valoroso para o aprimoramento da magistratura”.
De acordo com o presidente, o CNJ não tem sido apenas um órgão que faz críticas e punições ao Judiciário, mas uma entidade “ainda adolescente” que vai se delineando com sua própria identidade institucional, voltada para a melhoria do Judiciário.
Atentado – Sobre a morte da juíza Patrícia Acioli, o ministro Peluso afirmou que se tratou de um atentado à independência e à integridade de todo o Judiciário e uma ameaça “ao poder constituído e ao estado democrático de direito”. “Estamos todos de luto, mas não podemos deixar de, com menos pompa, celebrar de algum modo a posse dos novos conselheiros”, acrescentou.
O ministro destacou, também, que acompanhou de perto a escolha da composição do CNJ que se inicia. Motivo pelo qual pode afirmar, com tranqüilidade, que pode se congratular com tais conselheiros e com a sociedade brasileira. E chamou a atenção para o currículo deles, bem como a trajetória profissional e o conhecimento adquirido – o que permitirá que executem seus trabalhos com isenção e integridade.
A solenidade de homenagem aos conselheiros empossados recentemente foi encerrada há pouco. No momento, a nova composição do CNJ recebe os cumprimentos de autoridades e convidados no salão principal do CNJ.
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Hylda Cavalcanti
Agência CNJ de Notícias