Sucatas de aeronaves nos aeroportos do Galeão e Confins serão removidas

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Aeronaves abandonadas no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro/RJ, e no Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte/MG, serão os próximos alvos do programa Espaço Livre, da Corregedoria Nacional de Justiça.

A decisão foi tomada nesta segunda-feira (10/6), após reunião entre o corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão; o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Ivan Sartori; o presidente da Infraero, Antonio Gustavo Matos do Vale; o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil, Marcelo Guaranys; integrantes da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República; juízes responsáveis pelo processo de falência da Vasp e da Transbrasil; e representantes das concessionárias que operam os aeroportos de Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, e de Brasília/DF. O encontro foi na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília.

Ficou acertado que até o dia 30 de agosto será definida a destinação de algumas das aeronaves sucateadas que estão paradas nesses dois aeroportos. Há duas possibilidades sendo analisadas nos processos de falência: o desmonte das aeronaves ou a venda das aeronaves inteiras.

Em Confins, as ações a serem implementadas dizem respeito a aeronaves da Vasp. No aeroporto do Galeão, as ações atingirão aeronaves da Vasp e da SATA. O número de aeronaves a serem vendidas ou desmontadas ainda está sendo levantado pela Corregedoria.

Antes disso, no dia 2 de agosto, será iniciado o desmonte de cinco aeronaves de grande porte que estão paradas no Aeroporto Internacional de Salvador Deputado Luís Eduardo Magalhães e o Aeroporto Internacional de Recife Gilberto Freyre. Todas as cinco aeronaves pertencem à massa falida da Vasp.

Tatiane Freire
Agência CNJ de Notícias