TV Tribunal conta a história das mulheres no Judiciário alagoano

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Elba Mota Lisboa foi a primeira empossada no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), como escriturária, em 18 de abril de 1959. Maria de Jesus Gama de Lima foi a segunda, no cargo de secretária da Presidência, em 3 de novembro 1960. Elas abriram o caminho para que diversas mulheres ocuparem cargos proeminentes, como o de diretora geral, ocupado pioneiramente por Maria Celina Bravo.

A ascensão das mulheres no Judiciário e no meio jurídico alagoano é o tema do vídeo da TV Tribunal publicado em 2 de março, em uma das ações alusivas ao Dia Internacional da Mulher empreendidas pela Diretoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Alagoas. A desembargadora Elisabeth Carvalho, primeira a ocupar uma cadeira na Corte estadual, é uma das entrevistadas. “Nós temos agora uma outra gama de juízas, algumas muito lutadoras por essa causa do empoderamento da mulher, para que mulher seja respeitada enquanto mulher, não porque é autoridade.”

No vídeo, o juiz Claudemiro Avelino remonta os primeiros passos das mulheres no meio jurídico alagoano. “Uma filha das Alagoas, da cidade de Palmeira dos Índios, Ana Alves Vieira Sampaio Duarte, teve a ousadia de ser uma das alunas da Faculdade de Direito de Recife, até então um ambiente totalmente masculino. Em 1893 estava colando grau como a primeira alagoana a se formar em ciências jurídicas e sociais.”

Claudemiro, que é historiador e curador do Centro de Cultura e Memória do Poder Judiciário de Alagoas, segue narrando a chegada da primeira mulher ao cargo de juíza no estado. “Somente na década de 1970, é que tivemos a primeira mulher a entrar nesse universo da magistratura alagoana, que foi a então juíza Nelma Torres Padilha, no ano de 1976.”

O vídeo tem narração e roteiro de Irina Costa, diretora do Centro de Cultura e Memória.

Fonte: TJAL

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