Foto: Luiz Silveira/Agu00eancia CNJ

CNJ divulga lista de processos preferenciais da sessão desta terça-feira

A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, definiu os 15 itens que serão preferencialmente julgados durante a 253ª Sessão Ordinária, a ser realizada nesta terça-feira (13/6). A sessão terá início às 9h, na sede do CNJ, em Brasília. No total, 103 itens foram incluídos na pauta

Reuniu00e3o da Ministra Carmen Lu00facia com Presidentes dos TRFs. FOTO: Glu00e1ucio Dettmar

Cármen Lúcia cobra controle de precatórios na Justiça Federal

Precatórios e ações com repercussão geral foram temas de reunião, nesta segunda-feira (12/6), da presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, com as presidências dos tribunais regionais federais das cinco regiões do país. Um dos encaminhamentos foi para que o CNJ

Trabalho infantil. FOTO: Luiz Silveira/Agu00eancia CNJ

CNJ apoia campanha no Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

As redes sociais do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aderiram, no dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil (12/6), à hashtag #ChegaDeTrabalhoInfantil, que faz parte da campanha 100 Milhões por 100 Milhões, lançada hoje no Brasil pelo ativista indiano Kailash Satyarthi, Prêmio Nobel da Paz em 2014. O objetivo da

Teletrabalho. FOTO: iStock

Teletrabalho é realidade em três dos cinco Tribunais Federais

Regulamentado há um ano pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução n. 227/2016, o teletrabalho já é adotado por três dos cinco Tribunais Regionais Federais (TRFs) brasileiros. Nos TRFs da 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo), 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul) e

FOTO: Luiz Silveira/Agu00eancia CNJ

253ª Sessão do CNJ tem 103 itens em pauta

O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza, nesta terça-feira (13/6), a sua 253ª Sessão Ordinária, que acontece na sede do Conselho, em Brasília, a partir das 9h. A sessão será a última do conselheiro Lelio Bentes, que ocupa a vaga destinada a ministro do Tribunal Superior do Trabalho

CNJ Serviço: Entenda o que são as escolas de magistratura

As escolas da magistratura são órgãos voltados para a formação e o treinamento de juízes no Brasil. Todas têm ligação com tribunais e acompanham o estágio probatório dos candidatos selecionados em concursos públicos. Além das instituições oficiais, associações de magistrados e outras entidades mantêm escolas voltadas ao aperfeiçoamento e à

Em tom duro, Cármen Lúcia critica dados precários dos tribunais

Com um inesperado e veemente tom de cobrança, a presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal de Justiça (STF), ministra Cármen Lúcia, reuniu-se, nesta sexta-feira (9/6), em Brasília com presidentes dos Tribunais de Justiça para tratar de providências necessárias para melhoria da prestação da justiça nos

Melhorias em cadastros visa dar agilidade a processos de adou00e7u00e3o. FOTO: Luiz Silveira/Agu00eancia CNJ

Corregedoria abre inscrições para workshop sobre infância em Belém

Já estão abertas as inscrições para o workshop “Um debate sobre a Proteção Integral da Infância e da Juventude”, que será realizado em Belém​/PA​, nos ​próximos ​dias 19 e 20 de junho. O workshop, idealizado pela Corregedoria Nacional de Justiça, tem o objetivo de reformular o Cadastro Nacional de Adoção

Maria Tereza Uille toma posse como conselheira do CNJ.FOTO: Glu00e1ucio Dettmar/Agu00eancia CNJ

Maria Tereza Uille assume hoje o cargo de conselheira do CNJ

A procuradora de Justiça paranaense Maria Tereza Uille Gomes toma posse, nesta terça-feira (13), no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no cargo de conselheira no biênio 2017/2019. Indicada pela Câmara dos Deputados, Uille assume uma das vagas dedicadas a cidadãos de notável saber jurídico e que foi ocupada até outubro

Complexo do Alemu00e3o: ausu00eancia da justiu00e7a e mulheres submetidas u00e0 violu00eancia domu00e9stica: FOTO:Luiz Silveira/ Agu00eancia CNJ.

Nas favelas, mulheres sofrem silenciosamente violência doméstica

As falhas do sistema de Justiça e de segurança na assistência à população em favelas agrava a situação das mulheres vítimas de violência.  Mesmo em comunidades onde o tráfico de drogas não chegou e contam com a presença das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), como no Rio de Janeiro,  poucas

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